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  • Gala premiou resiliência dos comerciantes de Viseu

    Gala premiou resiliência dos comerciantes de Viseu

    “Reconhecer o trabalho, o dinamismo, a excelência e, sobretudo, a resiliência dos comerciantes ”, foi o mote que dominou a Gala do Comércio que assinalou os 119 anos deste organismo associativo. Atributos que o presidente da Associação dos Comerciantes do Distrito de Viseu (ACDV), Gualter Mirandez, tornou extensivos aos antigos e actuais dirigentes, que aproveitaram o momento para, num gesto espontâneo e consensual, homenagear também a dedicação de 36 anos ao serviço desta mesma Associação, do secretário geral, Fernando Almeida.

    Para além da habitual entrega dos diplomas e emblemas de prata e ouro aos comerciantes com 25 e 50 anos de associados, com a Queijaria Terreiro da Lapa (Sernancelhe) e o Restaurante Clube de Caçadores (Viseu) a receberem a galardão de mérito empresarial, a ACDV distinguiu ainda, pela primeira vez e com o galardão de mérito institucional, duas Escolas centenárias de Viseu: a Secundária Alves Martins, (antigo Liceu) pelos seus 170 anos ao serviço do ensino liceal, e a Emídio Navarro pelos 121 anos de dedicação ao ensino Técnico e Comercial.

    O presidente da Câmara Municipal de Viseu relevou o papel do comércio tradicional na dinamização da cidade, sublinhando a “capacidade de resistência e a forma resiliente” como os comerciantes se têm adaptado às novas realidades do mundo empresarial.

    Almeida Henriques destacou ainda a “estreita ligação” que a Câmara tem mantido com a ACDV, dando como exemplo o contributo que os muitos eventos promovidos pela Autarquia têm emprestado à dinamização do sector.

  • Politécnico e Piaget promovem ensino profissional em rede

    Politécnico e Piaget promovem ensino profissional em rede

    “A missão do Politécnico de Viseu (PV) é ser relevante para a região onde se encontra: Viseu e Lamego”, foram as declarações iniciais de João Monney Paiva, sobre o papel da instituição na criação, conjuntamente com o Instituto Piaget (IP), de uma rede de colaboração entre 35 entidades ligadas ao ensino profissional. O presidente do Politécnico de Viseu falava na cerimónia que oficializou a PEPER – Promoção do Ensino Profissional em Rede, que decorreu no Auditório da ESTGV – Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu do PV.

    Na sessão, que contou com a presença dos representantes das entidades protocoladas, estiveram ainda Teresa Panteleichouk, vice-presidente do Instituto Piaget Viseu; os presidentes das comunidades intermunicipais parceiras — Rogério Mota Abrantes (CIM Viseu Dão Lafões) e Carlos Silva Santiago (CIM Douro); Cristina Oliveira, Delegada Regional de Educação da Região Centro – Direção-Geral dos Estabelecimentos Escolares, e Marta Rodrigues, Diretora do Centro de Emprego e Formação Profissional de Viseu.

    Paulo Costeira, pró-presidente para a Promoção Académica do IPV, anunciou a PEPER como um quadro de cooperação institucional, amplo e efetivo, para valorizar o ensino profissional, e desenvolver um trabalho em rede com vários agentes que, de uma forma mais próxima e permanente, podem estabelecer condições para a continuidade dos estudos no ensino superior. A formalização desta cooperação entre instituições distribuídas por 19 concelhos e pertencentes a duas comunidades intermunicipais (Viseu Dão Lafões e Douro) irá ajudar a operacionalizar no terreno, os grandes objetivos desta Rede.

    Trata-se de uma rede que envolve um conjunto de 35 escolas (17 agrupamentos de escolas, 10 escolas profissionais, três escolas secundárias e cinco escolas superiores — quatro do Politécnico e uma do Piaget) que, conforme sublinhou o presidente do Politécnico de Viseu, responderá à “necessidade do território fixar os seus jovens”, ”contribuindo para que os alunos provenientes dos cursos profissionais prossigam estudos no ensino superior e desse modo haja um aumento do número de cidadãos com qualificações superiores”, num modelo em que “toda a região se articula de modo a ser capaz de dar resposta a todos os jovens” e “captar esse manancial para a região”.

    As expectativas de um bom resultado deste esforço, que envolve as duas instituições de ensino superior proponentes e restantes entidades que passaram a integrar a rede PEPER, cooperando e contribuindo para o enquadramento dos jovens no mercado de trabalho esteve patente em todas as declarações dos presentes. Teresa Panteleichouk, destacou na rede que agora dá os primeiros passos a aposta da capacidade conjunta das duas instituições, Politécnico de Viseu (PV) e Instituto Piaget (IP), comprometendo-se “para o sucesso da mesma, através da sua Escola Superior de Saúde, com a formação de técnicos intermédios, com percursos formativos ajustados”.

    Os responsáveis da CIM presentes valorizaram a importância que este protocolo representa tanto para formação de técnicos intermédios, como para a possibilidade de prossecução dos alunos para o ensino superior, como salientou Rogério Mota Abrantes, presidente da CIM Viseu Dão Lafões. Apelidando a rede agora criada como uma “fileira da formação”, o presidente da CIM Douro, Carlos Silva Santiago, frisou a necessidade de ajudar a “fixar jovens capacitados”, destacando a importância da formação e da cultura nos “territórios de baixa densidade”.

    A Delegada Regional de Educação da Região Centro, Cristina Oliveira, falou da grande aposta que tem sido feita na formação profissional, nos últimos 25 anos, e que foi “fundamental para a fixação jovem”, considerando que a criação desta rede é um “trabalho de fundo que se afigura fundamental” para o ingresso dos jovens do ensino profissional no ensino superior.

    Marta Rodrigues, do Centro de Emprego e Formação Profissional de Viseu, considerou que para contrariar o ensino profissional como uma segunda escolha “cabe-nos, a nós, desenvolver estratégias” para inverter a situação, indicando dois percursos possíveis para estes jovens: “ingressar no mercado de trabalho ou ingressar no ensino superior, uma formação que poderá ser uma mais valia para o seu percurso”.

  • «A Voz do Rock» passou com distinção em Coimbra

    «A Voz do Rock» passou com distinção em Coimbra

    A Voz do Rock, projeto desenvolvido em Viseu pela Associação Gira Sol Azul foi um dos vencedores do Prémio das Boas Práticas de Envelhecimento Ativo e Saudável na Região Centro. O concurso, registou 11 finalistas, com os “A Voz do Rock” nomeados na categoria Vida+, entre mais 4 projectos. O prémio foi entregue num Congresso realizado sobre esta temática em Coimbra, promovido pela Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro (CCDRC) em colaboração com o consórcio Ageing@Coimbra.

    Criado no âmbito do Festival de Artes “Viseu A” em 2014, o projecto tem como meta quebrar as barreiras da idade e demonstrar que, com vontade, tudo se faz, até concertos de rock. É composto na sua maioria por octogenários de Viseu, que optam pelo rock e por canções que geralmente não se fazem ouvir em vozes de pessoas mais idosas.

    “É assim que há quase 6 anos os “A Voz do Rock” rompem fronteiras entre gerações e excedem os limites da própria condição humana, apresentando uma imagem positiva do envelhecimento que se traduz numa performance encenada que, acima de tudo, celebra o prazer da partilha musical e da própria vida”, sublinha em comunicado a Associação Gira Sol Azul.

    Mais recentemente, o grupo realizou um concerto com o Kalú no Teatro Viriato onde ele afirmou “Estou completamente cilindrado com o profissionalismo destas pessoas, a graça e a juventude deles. É uma lição”.

  • Prémio Arquitetura do Douro em coletânea fotográfica em Lamego

    Prémio Arquitetura do Douro em coletânea fotográfica em Lamego

    A Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Norte (CCDR-N) tem patente até 28 de dezembro (entrada livre) na Galeria de Arte do Solar da Porta dos Figos, do Município de Lamego, a coletânea fotográfica “Prémio Arquitetura do Douro 2019”, propondo um olhar retrospetivo sobre os cinco vencedores, assim como das menções honrosas, nas cinco edições do prémio.

    A Adega da Quinta da Touriga, o Museu da Vila Velha, o Armazém da Quinta do Portal, o Museu do Côa e o Centro de Alto Rendimento do Pocinho, assinados por nomes como António Leitão Barbosa, Belém Lima, Siza Vieira, Camilo Rebelo e Álvaro Andrade, ganham destaque na exposição.

    O Prémio Arquitetura do Douro, promovido pela CCDR-N, em parceria com a Ordem dos Arquitetos (Secção Regional do Norte), a Entidade Regional de Turismo do Porto e Norte de Portugal e a Direção Regional da Cultura do Norte, distingue boas práticas do exercício da arquitetura realizadas na região após a inscrição do Alto Douro Vinhateiro na Lista do Património Mundial da UNESCO. Ao Prémio Arquitetura do Douro puderam concorrer intervenções de construção, conservação ou reabilitação de edifícios ou conjuntos arquitetónicos, bem como intervenções de desenho urbano em espaço público. Esta exposição, que já esteve patente na galeria MIRA FORUM no Porto e no Metro do Porto, tem, entre outras qualidades, a importância de chamar a atenção do público para um Douro menos conhecido e ilustrar a excelência da arquitetura portuguesa fora dos grandes centros.

     

  • Anuário Financeiro confirma que Município de Viseu “é de boas contas»

    Anuário Financeiro confirma que Município de Viseu “é de boas contas»

    O Município de Viseu é de boas contas, paga a tempo e horas, tem reduzido sistematicamente o seu endividamento e tem saúde financeira para investir. A conclusão está publicada no Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2018, que coloca Viseu no topo dos municípios mais eficientes e sustentáveis. “Há verdades incontornáveis e ao contrário daquilo que alguma oposição tem afirmado, as contas do Município não se têm degradado. Bem pelo contrário”, garante a Autarquia.

    Em comunicado enviado à imprensa, a Câmara Municipal de Viseu lembra que em 2018, a diferença entre receita e despesa foi de 21,2 milhões de euros e em 2019 vai ultrapassar os 20 milhões. “Esta é que é a verdade indesmentível”, sublinha no documento o presidente Almeida Henriques, para quem, “só seria possível ter despesas superiores às receitas se nos tivéssemos endividado ou se estivéssemos a dever a fornecedores, o que não é o caso”.

    Segundo o Anuário Financeiro dos Municípios Portugueses 2018, “o Município de Viseu está entre os 100 mais eficientes do País; em 38.º a nível nacional nos Municípios de Média Dimensão; e no contexto do distrito até subiu de 5º. para 4º. lugar. “Para além disso, acrescenta Almeida Henriques, apresenta “a menor dívida de médio e longo prazo dos últimos 15 anos – reduziu de 22 milhões de euros em 2012 para 11,4 milhões de euros em 2018, isto é, para metade”.

    Também o saldo de gerência de 2018 é dos maiores dos últimos 14 anos. Cresceu a valores superiores em 2014 (23,6 milhões de euros), em 2015 (28,7 milhões), em 2016 (31,5 milhões), em 2017 (28,8 milhões), e em 2018 (21,2 milhões). “Com a poupança que foi fazendo, o Município preparou-se para este ciclo de investimento”, enfatiza Almeida Henriques. Que apresenta números referentes aos anos de 2004 (-15,6 milhões), 2005 (-9,7 milhões), 2006 (-9,2 milhões), 2007 (-13,3 milhões), 2010 (-1,07 milhões), ao nível dos resultados líquidos.

    Para o autarca, “Viseu é de boas contas e recomenda-se”. “Pagamos a 17 dias, e é por isso que todas as empresas querem fornecer a Viseu”, reforça o Presidente do Município, que destaca um pormenor técnico, que espelha “a boa saúde financeira” da Câmara: “a receita corrente financiou em 2,8 milhões de euros a despesa de capital, princípio de boa gestão, o que significa uma poupança corrente de 2,8 milhões”.

    “Outro dado irrefutável” diz respeito à autonomia financeira, que é de 79% em 2018 e em 2012 era de 71%, o que significa que “tem estado sempre a crescer”.

    O Presidente da Câmara Municipal de Viseu lembra que só nos últimos 6 anos foram investidos “mais de 230 milhões de euros em diferentes obras, quase todas financiadas a 100% pelo nosso orçamento municipal”. E “relembra” ainda o investimento anual de 5 milhões de euros no domínio da Educação, 4 milhões na Cultura, 3 milhões no Desporto e 4 milhões no Ambiente, num total de cerca de 100 milhões de euros em 6 anos.

    Tudo isto para concluir que “é um disparate e uma afirmação de má fé, dizer que a despesa já ultrapassa a receita. Isso significaria violar a Lei das Finanças Locais e a Lei dos Compromissos”, contrapõe Almeida Henriques para quem “a despesa corrente não pode ser superior à receita corrente nem se podem assumir compromissos que não tenham cabimento orçamental”.

  • Reciclagem cresce 18% no Planalto Beirão

    Reciclagem cresce 18% no Planalto Beirão

    No período de Janeiro a Setembro de 2019, foram recolhidas 6.495 toneladas de resíduos urbanos recicláveis, nos 19 municípios que constituem a Associação de Municípios da Região do Planalto Beirão (AMRPB). Tal valor representa um acréscimo de quase 1.000 toneladas face ao período homólogo de 2018 e um crescimento percentual de 18%.

    “Se tomarmos como referência o ano de 2017, ano em que se iniciou o reforço da rede de ecopontos, verificamos que esse crescimento se aproxima dos 30%, valor que atesta bem o impacto desta medida na adesão dos cidadãos”, sublinha a AMRPB, a entidade que gere o Sistema Intermunicipal de Gestão de Resíduos nos 19 municípios associados, abrangendo um total de 350 mil habitantes.

    Até final de 2020, a AMRPB prevê ter praticamente concluída a instalação de novos ecopontos, o que representa um reforço para quase o dobro da capacidade instalada existente.

    A AMRPB calcula que os 26 quilos/ano por habitante de recolha selectiva para reutilização, possa atingir os 29 quilos em 2020. “Face ao contexto em que está a ser executado, o projecto está, mesmo assim, a desenvolver-se acima das nossas expectativas”, sublinha José Portela, secretário executivo da AMRPB.

  • Requalificação foi prenda de aniversário na Secundária Viriato

    Requalificação foi prenda de aniversário na Secundária Viriato

    Celebrou o «Dia da Viriato», patrono da Escola, este ano com uma prenda muito especial: a inauguração, dois anos depois do arranque, das obras de requalificação há muito esperadas por toda a comunidade educativa da Secundária Viriato, no dia em que assinalou também o seu 34.º aniversário. Para além das obras projectadas e concluídas, Pedro Ribeiro, director do estabelecimento de ensino, mostrou com especial orgulho e satisfação uma casa de banho adaptada a alunos de mobilidade muito reduzida, como é o caso de dois estudantes da Escola, construída em tempo recorde com o apoio da Direcção-Geral dos Estabelecimentos Escolares.

    Em dia duplamente festivo, Pedro Ribeiro mostrou à comunidade as intervenções levadas a cabo em cada um dos edifícios da Escola, que apresentam agora melhores condições de funcionalidade e, sobretudo de conforto. A remoção das coberturas em amianto e o novo pavimento do pavilhão gimnodesportivo, foram as obras destacadas pelo director da Secundária Viriato.

    Para Pedro Ribeiro, as melhorias concretizadas num estabelecimento que nos últimos três anos passou de 600 para quase 900 alunos, permitem continuar a assegurar a “educação que os alunos merecem”.

    “Os mais de 500 mil euros investidos nesta requalificação, tiveram como principal objectivo melhorar a eficiência energética dos vários blocos, garantindo melhores condições de trabalho e conforto nas salas de aula, o que permitirá uma poupança significativa na manutenção”, fez questão de sublinhar o presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques.

    Na sessão comemorativa do aniversário e inauguração das obras de requalificação, o autarca deixou claro que a Secundária Viriato, onde as pessoas têm espaço para desenvolver os seus talentos, tem tido sempre a preocupação de envolver a comunidade em que se encontra inserida. E deu como exemplo a participação no Orçamento Participativo, com a apresentação do projecto «Ecoviriato», que consiste na transformação em ecopista de um caminho entre o estabelecimento de ensino e a Cava de Viriato“. Esta Escola tem cumprido muito bem a sua missão”, reconheceu Almeida Henriques.

  • Município de Viseu aprova Orçamento de 103,3 milhões

    Município de Viseu aprova Orçamento de 103,3 milhões

    Com os votos contra do PS, o Executivo Municipal aprovou a proposta de Orçamento do Município de Viseu e dos SMAS/Águas de Viseu para 2019/2020. Com um montante global de, aproximadamente, 103,3 milhões de euros, é o maior dos últimos 10 anos. Face ao anterior, com 89,1 milhões, são mais 14,2 milhões de euros.

    “É um orçamento realista e de rigor, que retrata bem as opções do nosso programa Viseu Primeiro para 2017/2021, assentes na criação de um ecossistema de qualidade de vida”, sublinhou aos jornalistas o presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques. Educação, coesão social, cultura e desporto, desenvolvimento económico e ambiente, ou mobilidade e ordenamento do território, absorvem as maiores fatias do Orçamento.

    A despesa de capital cresce mais de 12,9 milhões de euros, o que culmina num montante de 44,2 milhões de euros. Para este total concorrem, sobretudo, a aquisição de bens de capital, cuja aposta de 30,4 milhões de euros será aplicada, fundamentalmente, na rede viária do concelho e em diversas instalações do município, e as transferências de capital.

    Nesta última rubrica, o total de 12,4 milhões de euros irá repartir-se, particularmente, entre o desenvolvimento das freguesias, o apoio às famílias e a realização de contratos-programa com a Viseu Novo SRU. “É a transparência preconizada neste documento que permite assumir o crescimento superior a 40% do programa Viseu Local, que aposta 8,3 milhões de euros na coesão territorial e no desenvolvimento de todo o concelho”, assegura o Presidente da Câmara de Viseu.

    O orçamento de 2020 dedica às funções sociais e económicas mais de 86% das Grandes Opções do Plano (GOP), com mais de 59,3 milhões de euros. Deste montante, 53% estão alocados a funções sociais. “Tal só é possível dada a solidez financeira e económica das contas do Município”, garante Almeida Henriques.

    Na área do Ambiente vão ser investidos de 3,8 milhões de euros, enquanto ao desporto e à cultura são alocados 9,4 milhões de euros. A aposta na mobilidade representa um peso de quase 18.8%, com investimento superior a 12,9 milhões de euros.

    À semelhança dos anos anteriores, também este ano as despesas correntes são inferiores às receitas correntes, o que permitirá transferir para investimento a poupança corrente de mais de 12,6 milhões de euros, num aumento de 37,8%.

    Em 2020, o Município continuará a aplicar a taxa mínima de IMI, descontos para as famílias e minorações no Centro Histórico. O desconto no IRS manter-se-á, “permitindo ao Município utilizar a receita arrecadada em funções sociais, como seja a educação, os transportes escolares ou a ação social”.

    Os SMAS/Águas de Viseu continuam a privilegiar o investimento em água e saneamento, com um total de quase 3 milhões de euros destinados à execução de empreitadas e lançamento de novas obras.

    No que diz respeito à Viseu Novo SRU, é de salientar a sua ação na resposta a necessidades de reabilitação urbana e ainda na revitalização física, social e económica do Centro Histórico de Viseu, através da elaboração de projetos de reabilitação ou reconversão do edificado. Conforme consta nos documentos previsionais, a SRU prevê alcançar, no final de 2020, um resultado líquido de quase 3 mil euros.

    A Habisolvis – empresa responsável pela gestão social, financeira e patrimonial dos empreendimentos e fogos de habitação social do Município de Viseu -, com base nos documentos previsionais apresentados, estima alcançar um resultado líquido positivo superior a 890 euros.

     

  • Orçamento para 2020 ronda os 34 milhões em Tondela

    Orçamento para 2020 ronda os 34 milhões em Tondela

    O executivo da Câmara Municipal de Tondela aprovou, com os votos contra do PS, o Orçamento e as Grandes Opções do Plano para o ano de 2020, num montante que ronda os 34 milhões de euros. A maior fatia do investimento vai para as funções sociais, com 16,8 milhões de euros, com o ambiente e saneamento à cabeça com 6 milhões de euros, tendo o Município como estratégia “a melhoria dos sistemas existentes”.

    Na mesma rubrica, são destinados à educação cerca de 2,5 milhões de euros; 1,4 milhões de euros para a ação social; 600 mil euros para a saúde; e mais de 2 milhões de euros para desporto e cultura. Para as funções económicas estão alocados cerca de 11 milhões de euros, enquanto que as funções gerais prevêem 5,2 milhões de euros.

    “Na elaboração dos documentos previsionais para o exercício de 2020 esteve sempre um exercício de clareza, objetividade e transparência. No próximo ano recentramos as linhas estruturais que nos havíamos proposto para o presente mandato, mas que, assumidamente, tivemos de deixar para segundo ou terceiro plano, face à emergência com que fomos confrontados em outubro de 2017”, sublinhou o presidente da Câmara Municipal de Tondela, José António Jesus.

    Sobre os grandes investimentos para 2020, o presidente da Câmara Municipal de Tondela destaca a grande obra de saneamento, captação de água, adução, reservatórios e distribuição à Vila do Caramulo, que ronda os 2,3 milhões de euros, bem como a expansão e reabilitação de infraestruturas da zona Industrial municipal (ZIM) de Tondela, que se encontra para submissão. Três obras que representam cerca de 10 milhões de euros de investimento. Para requalificação “profunda” do balneário Termal de Sangemil, está alocado um investimento de perto de um milhão de euros.

    No domínio do Plano Estratégico de Desenvolvimento Urbano (PEDU), a par do início da construção do Centro Tecnológico e de Empreendedorismo, “também será possível desenvolver o concurso da Frente Ribeirinha, depois de concluídas com sucesso as demoradas negociações inerentes à aquisição de terrenos para executar a obra”, explica José António Jesus.

    “A nossa aposta no desenvolvimento económico do concelho mantém-se clara para o ano de 2020, em que desejamos continuar a construir a confiança que se manifesta no contínuo grau de investimento privado, na criação de emprego qualificado, na fixação de quadros e no fortalecimento dos ‘clusters’ e da forte componente empreendedora das

  • FUJITSU instala-se e cria 30 postos de trabalho em Viseu

    FUJITSU instala-se e cria 30 postos de trabalho em Viseu

    A Fujitsu assinou com o Município de Viseu um protocolo que tem como objetivo aumentar as suas competências digitais nesta cidade. A empresa nipónica vai ficar instalada na na Vissaium XXI – Centro de Incubação Tecnológica onde, de acordo com o protocolo, vai criar, numa primeira fase, 30 postos de trabalho qualificado.

    “Viseu tornou-se, nos últimos seis anos, um ponto incontornável na rota do investimento. Acompanhámos, através do Gabinete do Investidor, 87 processos de investimento, que proporcionaram a criação de 2.619 novos postos de trabalho, que se traduziram num valor global de investimento superior a 226 milhões de euros. A Fujitsu é mais uma marca de referência que conseguimos atrair para o nosso território”, congratulou-se o presidente da Câmara de Viseu, Almeida Henriques, na cerimónia realizada no Salão Nobre dos Paços do concelho.

    Já Carlos Barros, Diretor Geral da Fujitsu Portugal, diz que “para a Fujitsu é fundamental captar talento local nas áreas de cloud, transformação digital, inteligência artificial e data science. Para que isso aconteça é necessária uma presença concreta e a construção de uma rede de parceiros e start ups locais, capazes de endereçar os clientes da Fujitsu em modelo de co-criação. Além de recrutar localmente, a Fujitsu pretende desenvolver uma relação construtiva em maior profundidade com o Município de Viseu”.

    O projeto visa inserir Viseu no circuito do conhecimento tecnológico, e colocar a cidade como um Living Lab na área da Internet of Things (IoT) e da valorização do património. Para além de contribuir para a criação de um ecossistema regional e transfronteiriço de empreendedorismo, de promover a criação e organização de infraestruturas de gestão e acolhimento empresarial, e de capacitação tecnológica e de valorização económica e social de resultados das atividades de I&D.

    IBM COM MAIS PROJETOS

    Face à necessidade manifestada pela IBM em aumentar a capacidade para 300 postos de trabalho, o Executivo Municipal aprovou a abertura de um concurso para a requalificação do piso -1 do edifício onde está instalada a Softinsa/IBM, em Coimbrões. Este aumento da capacidade instalada visa o desenvolvimento de novos projetos.

    “Aqui está a resposta aos que afirmavam que as grandes empresas apenas iram abrir pequenos escritórios em Viseu”, observa o Presidente da Câmara Municipal, Almeida Henriques.

    A Softinsa/IBM conta atualmente em Viseu com 170 colaboradores, a grande maioria com formação superior e com uma média de idades a rondar os 31 anos. Nos seus quadros conta com 86 colaboradores formados no Instituto Politécnico de Viseu.

    Recorde-se que só nos últimos 3 anos, as empresas tecnológicas instaladas em Viseu recrutaram 463 quadros superiores.