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  • EDP continua a apostar na instalação de LED´s

    EDP continua a apostar na instalação de LED´s

    A EDP Distribuição, em resultado da ação da Área de Rede e Clientes Viseu (D-DRCM-AVS), concretizando o definido no Plano de Eficiência Energética previamente aprovado e, consequentemente, reforçando a sua aposta numa área tão impactante no dia-a-dia das populações como é a da iluminação pública, deu por concluída, ou tem em fase de conclusão, a instalação de cerca de 4.000 luminárias LED nos concelhos de Viseu, Castro Daire, Santa Comba Dão, Tarouca, Oliveira de Frades e Tabuaço.

    A instalação, naqueles seis concelhos, das 4.000 novas luminárias LED, representa um investimento global de cerca de 480.000 euros. E visou, “por imperativo da natural aproximação do fim de vida útil”, a substituição de igual número de equipamentos cuja tecnologia já não se coadunava com os níveis de eficiência, técnica, económica e, fundamentalmente, ambiental, que a EDP Distribuição impõe ao serviço por si prestado.

    Concluindo, a EDP Distribuição, ao dar por terminada a instalação deste muito significativo número de luminárias LED, “garante mais um relevante contributo no reforço da qualidade da iluminação pública que assegura às populações daqueles seis concelhos”.

  • Luís de Carvalho dá à estampa 8 anos de história do Hospital de Viseu

    Luís de Carvalho dá à estampa 8 anos de história do Hospital de Viseu

    Correia de Campos, que prefaciou a apresentou a obra, fala com conhecimento de causa, e não tem dúvidas: “Este livro («História do Hospital de Viseu 1988-1996») interessa, não apenas aos nele nomeados e honrados, mas também aos atuais e futuros dirigentes de hospitais”.  E o ex-ministro da Saúde e actual presidente do Conselho Económico e Social, vai mais longe: “(…) alguns dos casos nele relatados poderiam enfileirar numa publicação de moderna gestão pública”, entenda-se hospitalar.

    Editado pela «Edições Esgotadas», o livro agora dado à estampa por  Luís Neves de Carvalho, médico de Saúde Pública e antigo presidente do Conselho de Administração do Hospital de São Teotónio (também pintor nas horas vagas com vários exposições individuais e coletivas), foi apresentado no Salão Nobre da Santa Casa da Misericórdia de Viseu. Revela, segundo o autor, atos e factos de um período (1988-1996) que marcou a transição pacífica do velho para o novo Hospital. “Neste período, foi possível programar, dimensionar e construir o Novo Hospital, criando condições para as suas novas funcionalidades e dotando-o dos recursos suficientes ao seu normal funcionamento”, recorda Luís de Carvalho, para quem este “foi o primeiro Hospital totalmente digitalizado da Europa”.

    Tempos que Correia de Campos tem bem presente na memória. “Luís de Carvalho conseguiu o milagre de gastar apenas 48 meses entre a adjudicação e receção da obra, apesar de todo o peso dos procedimentos administrativos e de correções importantes que houve que imprimir para a melhorar. (…) Conseguiu não apenas ter um edifício moderno e exemplar, com casos de excecional atualização tecnológica, mas também entusiasmar as equipas de jovens diretores, chefes de clínica e assistentes para se organizarem no seu novo hospital, elevando-o rapidamente às alturas da melhor qualidade nacional”.

    Para o ex-ministro, colega de Luís de Carvalho nos bancos da escola, o livro agora dado à estampa revela “autenticidade em cada episódio e em cada mensagem”.

    Na apresentação, testemunhada e vivida por antigos colegas e centenas de amigos de todos os quadrantes político-partidários, Luís de Carvalho assumiu que o livro é “um tributo aos funcionários do Hospital” que com ele trabalharam, e um contributo para a preservação da “memória de um tempo marcado por grandes transformações na política hospitalar, que teve em vista dotar o interior do país com recursos iguais aos do litoral”. Foram “tempos memoráveis”, assegura o autor.

    Para Adelino Costa, provedor da Santa Casa da Misericórdia de Viseu, e anfitrião da apresentação, era necessário um escritor dos nossos dias para dar a conhecer parte da história do Hospital de Viseu. “E ninguém melhor do que Luís de Carvalho o poderia fazer. Estamos perante uma pesquisa que irá certamente aproveitar às futuras gerações”, concluiu.

    Teresa Adão, das «Edições Esgotadas» sublinha que o livro contém “histórias para pessoas e com pessoas. É um «menino» muito rico que temos agora nas nossas mãos”, garantiu.

  • Cave da Igreja Madre Rita vai concentrar Arquivo Municipal de Viseu

    Cave da Igreja Madre Rita vai concentrar Arquivo Municipal de Viseu

    Em cerimónia realizada na cave da Igreja da Madre Rita, o Município de Viseu consignou à empresa Irmãos Almeida Cabral a obra de adaptação da cave da Igreja Madre Rita para Arquivo Municipal. O investimento de 692 mil euros vai permitir concentrar ali todo o arquivo da Câmara Municipal disperso por vários espaços da cidade. A empreitada tem um prazo de execução de 245 dias.

    A intervenção consiste na reconversão do interior da segunda cave do edifício, adaptando-a com as características que permitam acolher o depósito dos documentos, áreas de trabalho para funcionários e para os requerentes que pretendam consultar os documentos ali existentes.

    “Este era um problema que agora fica resolvido para os próximos 50 anos. Trata-se de uma obra devidamente estruturada, que permitirá ter um arquivo de toda a documentação da autarquia e, desta forma, prestar um melhor serviço ao cidadão”, refere o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, adiantando que “o investimento é 100% municipal”.

    O projeto contempla ainda instalações elétricas e de telecomunicações, sistemas de climatização e ventilação e sistema de controlo de incêndios. A que se junta o arranjo de toda a área envolvente. Pela proximidade com os munícipes, pela dimensão do espaço, e pelas acessibilidades, esta foi a melhoropção que encontramos para instalar o Arquivo Municipal.

  • Filmes de Viseu premiados em festival internacional de cinema de turismo

    Filmes de Viseu premiados em festival internacional de cinema de turismo

    O Município de Viseu e VISEU MARCA foram galardoados com dois prémios do Festival Internacional de Cinema de Turismo ART&TUR, que decorreu em Torres Vedras. Os filmes premiados são o “EUROPEADE 2018” e o “Festival de Street Art de Viseu 2018”, ambos produzidos e realizados no âmbito dos respetivos eventos, no ano passado.

    O filme “EUROPEADE 2018” ficou em 2º lugar na categoria “Eventos e Congressos – Internacional”. Já o “Festival de Street Art de Viseu 2018” ficou em 2º lugar na categoria “Eventos e Congressos – Nacional”.

    O vereador Jorge Sobrado, que este presente na gala de atribuição dos prémios, sublinhou a importância deste reconhecimento público na estratégia de marketing e desenvolvimento turístico de Viseu. Para o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques, “estas distinções independentes são uma confirmação da qualidade do trabalho realizado na promoção de Viseu e um estímulo para o futuro.”

    O Festival Internacional de Cinema de Turismo ART&TUR é um evento organizado pelo Centro Portugal Film Commission, com o apoio da Entidade Regional do Turismo do Centro. O ART&TUR assume-se como um evento pioneiro e um centro de criatividade e inovação no campo da promoção do turismo em Portugal.

    Em 2020, o Festival ART&TUR realizar-se-á em Viseu.

  • «Ritual Domingo» leva histórias da linha para o palco

    «Ritual Domingo» leva histórias da linha para o palco

    “Em Viseu, comboio é memória, história e saudade”. Foi este o mote que levou o grupo de teatro «Ritual Domingo» a produzir uma peça que vai circular, não só pelas localidades confinantes com as antigas estações de Farminhão, Torredeita e Figueiró, mas também por outras cidades e localidades portuguesas. O título é poético e apelativo: «O Meu Amor Virá de Comboio». Com encenação e dramaturgia de Sónia Barbosa e produção de Cristóvão Cunha, o espectáculo tem estreia marcada para o dia 20 deste mês de Novembro na Sala Estúdio da Incubadora do Centro Histórico de Viseu.

    O projecto baseou-se, segundo o «Ritual Domingo», em histórias contadas e recolhidas precisamente nas localidades de Figueiró, Farminhão e Torredeita, junto de autarcas, de quem trabalhou e lidou com os comboios, de pessoas que neles viajaram, e na literatura relacionada com essas viagens. À boleia de um modelo de comboio à escala, a peça de teatro convida “à descoberta da Linha do Dão, um fio de memória que desvenda uma história de amor. Que também é um poema dedicado ao caminho-de-ferro”.

    Dirigido ao público em geral, familiar e infanto-juvenil, o espectáculo teatral “é um mergulho na magia dos comboios”, sublinhou Cristóvão Cunha, na apresentação do projecto aos jornalistas. Para quem “há toda uma memória à volta dos comboios” que o «Ritual Domingo» entendeu ser “importante investigar”, até para “deixar marcas para o futuro”.

    A estreia de «O Meu Amor Virá de Comboio», às 14,30 horas do dia 20, é dedicada às escolas. Ainda na Sala Estúdio irão decorrer os espectáculos dos dias 21 e 22 (10,30 e 14,30), dirigido a escolas e instituições; e dos dias 23 (sábado às 16,30 e 21,30) e 24 (domingo às 11 horas) para todo o público. As apresentações em Figueiró (14,30 na Escola Primária), Farminhão (Clube) e Torredeita (Clube), às 21,00 horas, estão marcadas para os dias 5, 6 e 7 de Dezembro, respectivamente.

    “Viseu (ainda) pode ser uma cidade de comboios”. Assim o entende o produtor da peça. Jorge Sobrado, vereador da Cultura da Câmara Municipal de Viseu, que se congratula com a “descentralização deste projecto” financiado pelo programa «Viseu Cultura», tem a mesma convicção. “À sua dimensão, Viseu é a única cidade da Europa que não tem comboios. E se esta peça contribuir para manter vivo o sonho do regresso, vem apenas confirmar que a arte é sempre, e em certa medida, um acto político. E neste caso será um bom acto político”, conclui Jorge Sobrado.

    O vereador da Cultura reconhece também que são projectos como este que justificam o lançamento do programa «Viseu Cultura». Porque abre a janela a novas criações culturais e artísticas. E que, como neste caso, salvaguardam também um património e uma memória que é colectiva”.

  • Investigação do IPV potencia aproveitamento de zângãos para uso alimentar

    Investigação do IPV potencia aproveitamento de zângãos para uso alimentar

    Uma equipa de estudantes e docentes do Politécnico de Viseu e da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro desenvolveu um projeto de investigação – “zDrone Flour” – que visa contribuir para a diminuição dos prejuízos provocados pelo ácaro Varroa destructor e pelo uso de medicamentos veterinários, através da técnica de remoção de quadros de zângãos, e proceder ao aproveitamento e valorização destes insetos para uso alimentar.

    Desta forma, é possível aumentar o rendimento da atividade apícola e proporcionar no futuro um conjunto de novos produtos à base de farinha de zângão rica em proteína animal.

    A equipa do projeto, constituída por três estudantes da Escola Superior Agrária (ESAV) do Politécnico de Viseu – Ana Rodrigues, Mariana Rosário e Manuela Costa – e um da Escola de Ciências Agrárias e Veterinárias da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro – Sebastião Machado – e pelas docentes da ESAV, Paula Correia e Cristina Amaro da Costa, apresentou na audição final alguns dos produtos em estudo à base de farinha de zângão.

    Com o projeto “zDrone Flour”, tivemos a oportunidade de apresentar com sucesso um projeto multidisciplinar e multi-institucional, que propõe uma dupla solução em benefício dos apicultores: combater uma doença grave das abelhas, remunerar os apicultores através da adoção desta medida e valorizar um novo produto da colmeia”, reconhece a equipa investigadora.

    A proposta “zDrone Flour” conquistou recentemente o 2.º prémio do “Concurso Universitário & Politécnico CAP – Cultiva o teu futuro”, edição de 2019, dedicada à inovação em apicultura. A iniciativa que a Confederação dos Agricultores de Portugal (CAP) promove, pelo oitavo ano consecutivo, procura desafiar os estudantes do ensino superior a proporem projetos inovadores relacionados com a atividade agrícola.

  • «Viseu Educar» disponibiliza 210 bicicletas no ensino básico e pré-escolar

    «Viseu Educar» disponibiliza 210 bicicletas no ensino básico e pré-escolar

    Já está em marcha, para se prolongar ao longo do ano escolar, o programa «Viseu Educar para a Mobilidade Sustentável». Um projecto de educação ambiental dinamizado pelo Município no âmbito da Estratégia Nacional de Educação Ambiental (ENEA 2020) e financiado pelo Fundo Ambiental. Ao todo, estão a ser envolvidas mais de 5 mil crianças das escolas municipais, sendo 1.344 do pré-escolar e 3.819 do ensino básico“.

    Na apresentação do projecto, que representa um investimento de 55 mil euros, o vereador João Paulo Gouveia disse esperar que através das acções de sensibilização que estão a decorrer nas escolas e a envolverem toda a comunidade, desde pais, encarregados de educação e professores, e da disponibilização de 210 bicicletas (105 de rodas 20 e 24 e 105 «balance bike», sendo algumas destinadas a alunos com necessidades educativas especiais) seja possível “contribuir para uma redução de 41 mil toneladas de emissão de carbono para a atmosfera”.

    Para João Paulo Gouveia, os objectivos a atingir pelo projecto apresentado na Escola Aquilino Ribeiro, passam, entre outros, pela “redução máxima possível do transporte individual com motores de combustão; pelo estímulo, promoção e adopção de comportamentos individuais e colectivos que contribuam para a sustentabilidade ambiental, através do uso de transportes eléctricos e não poluentes; e pela educação para a segurança rodoviária”.

    O projecto contempla, para o pré-escolar, o «Programa Criativo para Mobilidade Sustentável; para o 1.º ciclo o «Programa Pedalar» e, para toda a comunidade, um «Plano de Comunicação e Sensibilização».

  • Lamego é sede da nova entidade que gere sistema de água no Douro Sul

    Lamego é sede da nova entidade que gere sistema de água no Douro Sul

    A cidade de Lamego vai acolher a sede da nova entidade intermunicipal, criada esta semana, com o objetivo de explorar e gerir os sistemas públicos de captação, tratamento e distribuição de água e de drenagem e tratamento de águas residuais. O edifício da antiga Escola Primária Nº1, em frente à Escola Secundária de Latino Coelho, receberá as instalações da associação “Águas do Douro Sul” que passará a ser responsável pela gestão da distribuição da água em baixa e também do saneamento básico de 10 municípios da região.

    Integram a nova entidade os concelhos de Lamego, Armamar, Moimenta da Beira, Penedono, Resende, S. João da Pesqueira, Sernancelhe, Tabuaço e Tarouca, no distrito de Viseu, bem como o concelho de Vila Nova de Foz Côa, do distrito da Guarda. Os associados acordaram na convergência tarifária nos próximos cinco anos e que será criado, pelo menos, um posto de atendimento no território de cada um dos municípios associados. Como é o concelho mais populoso, Lamego terá a maior quota (19%) de unidades de participação da nova entidade constituída pela Associação de Municípios do Vale do Douro Sul.

    “A criação da “Águas do Douro Sul” permitirá a apresentação de candidaturas destinadas ao Ciclo Urbano da Água e a obtenção de financiamento comunitário. Além disso, está prevista a melhoria da qualidade do serviço prestado em consequência dos ganhos de eficiência decorrentes desta agregação”, afirma o Presidente da Câmara Municipal de Lamego, Ângelo Moura.

     

  • Carrinha foi prenda de aniversário da Cooperativa «Vários» em Tondela

    Carrinha foi prenda de aniversário da Cooperativa «Vários» em Tondela

    O Município de Tondela entregou uma carrinha adaptada à Cooperativa Vários, que assinalou, a 25 de Outubro, 20 anos de existência e de apoio a pessoas portadoras de deficiência. Com um valor de cerca de 40 mil euros, o veículo vem colmatar uma grande necessidade desta cooperativa, que transporta diariamente um grande número de utentes, em longos percursos.

    No dia comemorativo, o presidente da Câmara Municipal de Tondela, José António Jesus, acompanhado pela vereadora da Ação Social, Sofia Ferreira, destacou o papel de todos quantos trabalham nesta instituição e que contribuem para que quem ali reside seja feliz e tenha uma vida que vai ao encontro dos seus desejos e expetativas.

    O momento serviu ainda para aludir às dificuldades sentidas pelas instituições particulares de solidariedade social (IPSS) do concelho, devido à falta de atualização de acordos por parte da Segurança Social. “Por muito que o Município de Tondela procure colaborar e estar presente nas dinâmicas destas instituições, não pode substituir-se ao papel do Estado”, referiu José António Jesus.

  • Escola de Pastores na Superior Agrária para combater a desertificação

    Escola de Pastores na Superior Agrária para combater a desertificação

    Dos 58 candidatos seleccionados, apenas 18 foram admitidos na primeira edição da Escola de Pastores que a Superior Agrária já tem a funcionar nas suas instalações. São provenientes de diferentes sectores, com habilitações que variam entre a escolaridade obrigatória e a licenciatura, com origens geográficas para lá da região DOP «Serra da Estrela», e têm entre os 18 e os 50 anos. As inscrições vieram de todo o país, mas a preferência foi dada aos candidatos que residem ou trabalham na região do Queijo Serra da Estrela.

    Na aula inaugural, o presidente do Politécnico de Viseu, João Monney Paiva, incentivou os novos formandos a prepararem-se para uma actividade que “apenas se tem mantido graças à resiliência de muito poucos, e que estava em risco de desaparecer”. E que contribui, segundo o mesmo responsável, “para a preservação da natureza e para a diminuição de desequilíbrios no país, sobretudo nas zonas que sofrem uma forte desertificação”.

    A formação está a ser ministrada pela ESAV do IPV e também pela Escola Superior Agrária do Politécnico de Castelo Branco, no âmbito do Programa de Valorização da Fileira do Queijo da Região Centro. Em Viseu é ministrada no âmbito da Denominação de Origem Protegida (DOP) “Serra da Estrela”, com a componente prática a abranger os concelhos de Viseu, Gouveia e Oliveira do Hospital.

    Para o presidente do IPV, a Escola de Pastores “tem uma profunda ligação telúrica à natureza e assenta em duas grandes vertentes: a necessidade de valorizar os nossos produtos, assegurando de igual modo a segurança alimentar, e a criação de condições de aprendizagem para actividades e profissões tradicionais, facultando conhecimentos práticos e científicos”.

    A Escola de Pastores, que registou cerca de 160 candidaturas, tem uma duração de 560 horas (410 para a componente prática e 150 para a componente teórica) e tem como propósitos: contribuir para o reforço e rejuvenescimento da actividade; promover a inovação e o conhecimento dentro da fileira dos queijos da Região Centro; qualificar empreendedores e dotá-los das competências necessárias para o desenvolvimento da actividade, de forma profissional e rentável.

    O presidente da Superior Agrária, António Monteiro, releva a importância da Escola de Pastores na valorização dos produtos endógenos e a esperança de que esta possa ser “um pólo renovador do sector e que contribua para valorizar o produtor, o pastor e a importância do trabalho que desenvolvem”.

    “Não vejam esta profissão como algo que, em termos sociais, não tem «status». Nada disso. Um pastor é um gestor, é a pessoa que gere um rebanho e que toma as decisões. Hoje podemos mesmo chamar-lhe um CEO. Um empresário que emprega pessoas”, concluiu o professor, em forma de incentivo, no final da primeira aula