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  • Mais de 10 milhões transacionados em 2019 em imóveis no Centro Histórico de Viseu

    Mais de 10 milhões transacionados em 2019 em imóveis no Centro Histórico de Viseu

    Depois de em 2018 terem sido batidos todos os recordes no que diz respeito a transações de imóveis no Centro Histórico de Viseu, o ano de 2019 manteve um “forte investimento nesta área”, tendo sido investidos mais de 10 milhões de euros, valor que supera o de 2018 (cerca de 9 milhões).

    De acordo com os dados da Sociedade de Reabilitação Urbana – Viseu Novo, foram aprovadas em reunião de Câmara, durante o ano de 2019, 79 transações de imóveis abrangidos pela Área de Reabilitação Urbana (ARU) de Viseu, no valor global de cerca de 10 milhões de euros.

    “Depois da dinâmica sem precedentes revelada em 2018, o ano de 2019 manteve um elevado grau de investimento, o que revela por um lado a atratividade do nosso Centro Histórico, e por outro a confiança que os investidores depositam na política de regeneração que temos vindo a implementar”, observa o Presidente da Câmara Municipal, Almeida Henriques.

    Através dos dados estatísticos verifica-se que, desde setembro de 2013 – início do primeiro mandato deste Executivo Municipal – até ao final de 2019, foram realizadas 380 transações de imóveis, correspondentes a um valor global de venda de 37,6 milhões de euros, cuja área bruta a reabilitar equivale a 87.256 m2.

    Paralelamente, foram atribuídos 153 incentivos financeiros para a reabilitação de alçados, num valor total de comparticipação de 185 mil euros, correspondentes a 32 mil m2 de área de fachada a reabilitar e, ainda, 34 pedidos de comparticipação para a correção acústica, que corresponde a um apoio monetário global de cerca de 38 mil euros.

    O volume de transações, conjugado com os apoios atribuídos pelo Município, desde que o atual Governo Municipal desempenha funções, determinaram que 530 edifícios foram ou estão em fase de reabilitação, num universo atual de cerca de 1.120 edifícios existentes na ARU, ultrapassando já os 47% de edifícios reabilitados ou em processo de reabilitação.

    Importa referir que em 2019, os limites da ARU foram reajustados, passando a integrar o Fontelo e parte da Avenida Capitão Homem Ribeiro (junto às antigas instalações da Comissão Vitivinícola Regional do Dão e Bairro de S. José), permitindo que novas áreas sejam envolvidas neste processo de reabilitação e regeneração desta importante zona da cidade.

    “Temos um Centro Histórico cada vez mais dinâmico, com o programa Viseu Viva a ser concretizado nos parâmetros definidos aquando da sua aprovação, que foi precedida de debate público”, conclui o Presidente da Câmara.

     

    BENEFÍCIOS CHEGAM ÀS 25 FREGUESIAS

    O Município de Viseu vai alargar os benefícios à reabilitação do edificado, até agora exclusivos da ARU, às 25 freguesias do Concelho. Para tal, criou o programa Reabilitar no Rural – uma das medidas mais estruturantes da Estratégia Local de Habitação -, que incentiva à reabilitação de edifícios com mais de 30 anos, localizados preferencialmente nas freguesias mais rurais. Esses benefícios poderão traduzir-se na redução e/ou isenção de taxas municipais, apoios financeiros, isenção de IMI e IMT e isenção total ou parcial de taxas e licenças de construção.

    “Pretende-se com estas medidas a criação de um clima favorável, facilitador e motivador da reabilitação do edificado degradado e o combate ao despovoamento das zonas mais rurais e periféricas do concelho, garantindo um forte contributo para a coesão territorial”, explica o presidente da Câmara, Almeida Henriques.

     

  • Incubadora artística de Viseu acolheu mais de 50 artistas

    Incubadora artística de Viseu acolheu mais de 50 artistas

    Em 2019, o Coletivo Cava realizou, a partir da Incubadora de Indústrias Criativas do Centro Histórico de Viseu, oito peças de teatro com um total de 30 apresentações, 15 oficinas de música, teatro, fotografia, dança e artes plásticas. E ainda 21 sessões de cinema com mais de 90 filmes e 40 convidados e duas exposições com mais de 20 artistas participantes.

    O balanço, segundo o vereador da Cultura, Jorge Sobrado “é positivo e excedeu mesmo as expetativas”. Ao todo, foram mais de 50 os artistas envolvidos, e três mil os visitantes e espetadores que passaram pela Incubadora.

    Em conferência de imprensa para «prestar constas» do trabalho desenvolvido em 2019, Inês Flor, Luís Belo, Carlos Salvador, Bruno Pinto, Sónia Barbosa e Graeme Pulleyn, que constituem o coletivo Cava, a que se juntou a empresa EON Indústrias Criativas, contabilizaram em mais de 60 as atividades desenvolvidas “gratuitamente”, para a comunidade. O que cumpriu, segundo Jorge Soabrado, os pressupostos dos acordos celebrados há um ano com os seis artistas e com a empresa de turismo cultural.

    “As contrapartidas que havíamos previsto e fixado nos acordos com o município não apenas foram cumpridas, como foram multiplicadas, nalguns casos por dois e, noutros casos, por três”, reconheceu o vereador, para quem a Incubadora de Indústrias Criativas do Centro Histórico “está hoje transformada num pequeno porta-aviões de atividades, de projetos e de atores culturais. “É também um travão ao esvaziamento natural porque passam todos os centros históricos do país e, simultaneamente, um acelerador de novas atividades, de novas dinâmicas, e de novos públicos”

    Para 2020, o Coletivo Cava está a ultimar candidaturas para financiamento de novos projetos. Sem prejuízo de algumas atividades já calendarizadas, nomeadamente as oficinas de música “Tatabitato” e “Corpo de Som”, com Bruno Pinto e Ana Bento, e uma oficina infantil de arranjo floral, com Amaro Figueiredo.

    Destaque também para o o espetáculo de teatro ecológico “Plastikus Artistikus”, encenado por Graeme Pulleyn, a apresentar em setembro

  • Lamego apoia petição em defesa da Linha do Douro

    Lamego apoia petição em defesa da Linha do Douro

    Lamego esteve representado pelo Vice-Presidente da Câmara Municipal, António Alves da Silva, na entrega da petição em defesa da reativação da Linha do Douro que decorreu na Assembleia da República. Subscrito por 13500 pessoas, o documento defende a “completa requalificação e reabertura da Linha Ferroviária do Douro até Barca d’Alva e Espanha”.

    Os promotores da iniciativa – a Liga dos Amigos do Douro Património Mundial, a Fundação Museu do Douro, a CIMDOURO, entre outras entidades da região Norte -, foram recebidos, em audiência, pela Vice-Presidente da Assembleia da República, Edite Estrela, a quem entregaram pessoalmente o abaixo-assinado.

    A reabertura da Linha do Douro vai agora ser debatida em plenário da Assembleia da República. O texto da petição afirma que esta via estruturante  “poderá ser um vetor fundamental no turismo na região por ligar quatro patrimónios da Humanidade: o Porto, o Alto Douro Vinhateiro, Foz Côa e Salamanca” e pede aos deputados para ponderarem que este investimento seja contemplado na versão final do Programa Nacional de Investimentos 2030 ou em outro instrumento público adequado.

    A petição pública reclama a requalificação e a abertura da Linha Ferroviária do Douro pela relevância no contexto da classificação do Douro como Património Mundial pela UNESCO, o contributo direto para a dinamização da economia e consequente fixação de população, a garantia de maior atividade turística e a promoção de uma vertente transfronteiriça que interessa a Portugal, Espanha e à Europa.

  • «Acasos Objetivos» na Quinta da Cruz

    «Acasos Objetivos» na Quinta da Cruz

    A Quinta da Cruz – Centro de Arte Contemporânea de Viseu, tem patente a exposição fotográfica “Acasos Objetivos” do jornalista e cronista Carlos Magno. Com a curadoria da Bairro dos Livros, é composta por imagens de semiótica urbana produzidas em cidades como Porto, Aveiro e Viseu, que documentam para o futuro a efémera voz dos cidadãos, escrita e desenhada nas paredes, nas estradas ou nos cartazes.

    As imagens patentes constituem testemunhos do carácter humano das paisagens urbanas e da sua expressão humana, assim como da cultura contemporânea e de seus comportamentos.

    Esta iniciativa marca a abertura do programa cultural anual “VISEU 2020. Luz, Câmara, Ação”, em que Viseu se assume enquanto cidade e destino de fotografia e cinema. Do roteiro fotográfico do autor pelo concelho de Viseu, resultam na exposição 15 fotografias que documentam Viseu na convivência pacífica de tempos antigos e novos.

    Para Carlos Magno, “Viseu vem dar currículo a este conjunto de imagens, feitas sobretudo num período de seis anos em que fui presidente da ERC. Como regulador dos media, estava impedido de fazer jornalismo. Refugiei-me, por isso, na máquina fotográfica. Pus as paredes a falar por mim. (…) Nunca deixei de ser jornalista. E esta exposição é uma reportagem. Pura e dura.”

    Já para o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques, “no ano em que Viseu celebra a fotografia como exercício do olhar, este trabalho é um importante contributo para o estabelecimento de uma nova experiência de ver Viseu, um olhar livre, sem formatos ou regras pré-estabelecidas.”

    No ver do Vereador da Cultura, Jorge Sobrado, “Magno perde-se e diverte-se, interpreta e exprime-se no magnetismo dos símbolos e histórias, dos desencontros e ironias das paisagens urbanas, muito mais do que nas tecnicalidades da arte fotográfica. Este projeto é antes de mais um ato de amor às cidades e à liberdade que as define”.

  • Município de Viseu transfere mais 1,3 milhões para as freguesias

    O Executivo Municipal aprovou os protocolos de delegação de competências para 2020 nas Juntas de Freguesia, cujo valor total é superior a 1,3 milhões de euros. Face a 2019, o Município aumenta o montante a transferir em quase 8%. Nesta delegação de competências está prevista a manutenção de espaços verdes, limpeza de vias, espaços públicos, sarjetas e sumidouros. As freguesias ficam ainda responsáveis pela manutenção de espaços envolventes a estabelecimentos do pré-escolar a 1.º ciclo, assim como por pequenas reparações nesses espaços de ensino.

    A delegação de competências compreende ainda gestão e reparação de equipamentos desportivos e percursos pedestres e a colocação de placas de toponímia. Destaque para o facto de a Junta de Freguesia de Viseu ficar, a partir de agora, responsável por um conjunto de tarefas mais alargado, no que diz respeito à limpeza de vias e espaços públicos.

    “Acredito que o que é feito na proximidade é muito melhor e é por isso que delego nas Juntas de Freguesia este conjunto de competências”, explica o Presidente da Câmara, Almeida Henriques.

    Ainda segundo o autarca, o Município de Viseu tem vindo a fazer “um investimento de proximidade sem precedentes”, que “promove a coesão social e nos permite crescer ainda com maior homogeneidade”.

  • Escritores de prestígio internacional no Festival Literário de Viseu

    Escritores de prestígio internacional no Festival Literário de Viseu

    Em 2018 atingiu o patamar de edição mais internacional de sempre. Em 2019, cinco anos depois de ter sido lançado, o Festival Literário de Viseu «Tinto no Branco» renova a sua reputação e apresenta prestigiados nomes da literatura lusófona, inglesa e ibérica, oferecendo aos visitantes uma oportunidade de conhecer grandes percursos de vida e histórias. É o cartaz maior da sexta edição dos «Vinhos de Inverno», evento que regressa ao Solar do Vinho do Dão, de 6 a 8 de Dezembro. Cuja “estabilidade” é sublinhada pelo presidente da Câmara Municipal, Almeida Henriques. “É importante para o marketing territorial e só assim se consegue implementar a nível nacional e internacional”, reconhece.

    Na edição deste ano, Viseu acolhe no Festival Literário «Tinto no Branco» o escritor e romancista inglês Jonathan Coe, autor da mais recente obra «O Coração de Inglaterra»; a premiada escritora uruguaia (residente em Madrid), Carmen Posadas, autora de vários livros infantis e romances, considerada uma das melhores da sua geração; mas também outros dois grandes galardoados da lusofonia – o cabo-verdiano Germano Almeida, Prémio Camões 2018 (ao abrigo da parceria com o festival cabo-verdiano Morabeza); e o jovem português Afonso Reis Cabral, cujo seu segundo romance “Pão de Açúcar” foi distinguido com o Prémio José Saramago 2019. O cartaz musical do evento conta com um concerto dos The Black Mamba.

    De regresso a Viseu está também o «padrinho» do evento, Francisco José Viegas e outros nomes marcantes como o também cabo-verdiano Samuel Gonçalves, Frei Bento Domingues, Justa Nobre ou Mário Augusto.

    Neste eclético leque de convidados ganham ainda destaque o viseense e «Embaixador» Diogo Rocha (Chef do Mesa de Lemos), que irá lançar o seu segundo livro, aos quais se juntam outros nomes da «prata” da casa» como Henrique Almeida, Carlos Almeida, Fausto Reis e Olinda Beja.

    Literatura e vinhos, gastronomia e workshops vínicos, concertos e performances literárias, artesanato regional e exposições, espetáculos infantis e visitas guiadas fazem as propostas deste evento em dose dupla, na cidade vinhateira do Dão. Com o estatuto assumido de “um dos principais festivais literários do país, sem perder o cariz familiar”, o objectivo, segundo Almeida Henriques, “é atingir, ou mesmo ultrapassar, os 5.000 visitantes registados o ano passado”.

    Das mesas redondas às «conversas de vida» e espetáculos de poesia, o “Tinto no Branco” reinterpreta-se na forma como se apresenta aos seus visitantes, ganhando um toque especial inspirado no ano de Viseu como “Destino Nacional de Gastronomia”. “É também mais um momento marcante na promoção da marca Viseu, e um especial e magnético pretexto para atrair mais turistas à cidade, destino cultural e turístico de inverno no país”, reconhece o gestor da «Viseu Marca» e vereador da Cultura, Jorge Sobrado.

     

    MENU PARA TODOS OS GOSTOS E GÉNEROS

    Entre momentos de entrada, pratos principais e sobremesas, o menu servirá todos os gostos e géneros, com a gastronomia a destacar-se como temática principal, sem esquecer os vinhos, o património ou a religião. “Momentos haverá onde a degustação de sabores irá reconfortar a alma do público”, sublinha a organização.

    Numa programação que se pretende para toda a família, não faltarão sessões infantojuvenis, com horas do conto e workshops de gastronomia, o espaço «Dão Petiz», com oficinas criativas, mas também espetáculos infantis de teatro pela Cativar e Tenda Produções. A performance de abertura é garantida pelo Grupo OFF/Teatro AFTA. Visitantes de todas as idades poderão ainda viajar pelo imaginário criativo do ilustrador Paulo Galindro, na exposição permanente «O morcego bibliotecário».

    Ao longo de três dias, o Solar do Vinho do Dão não estará apenas na rota do universo literário, mas também como grande palco para a mostra, prova e valorização dos vinhos do Dão, com o regresso do Salão de Vinhos e a presença de produtores e enólogos da Região Demarcada. Por outro lado, estão ainda garantidos os sabores típicos locais e o artesanato regional. Para todos os winelovers, integram a agenda dois workshops vínicos com João Paulo Martins (jornalista especializado na área dos vinhos) e Carlos Silva (produtor e enólogo).

    O cartaz musical compõe o trio de pretextos para participar deste evento. Como cabeças de cartaz estão confirmadas as bandas portuguesas The Happy Mess (sexta-feira, dia 6) e The Black Mamba (sábado, dia 7). Este último será um concerto de entrada paga, com um valor simbólico de 5 euros, cuja receita reverterá para uma instituição social.  Deste cartaz fazem ainda parte nomes como Pedro Castilho, STéP e os DJ’s Nuno Couto e Arede, que irão garantir a animação de final de tarde e noite.  A eles junta-se o viseense Carlos Peninha, que no palco dos «Vinhos de Inverno» irá lançar o seu mais recente álbum «Ponto de Vista», uma obra musical que conta com o apoio do Município de Viseu, no âmbito do programa VISEU CULTURA.

    Neste cenário de inverno, reconfortantes jantares e almoços serão servidos no restaurante Palace durante os três dias do evento.

    O Município de Viseu é responsável pela organização da 6ª edição dos «Vinhos de Inverno» e a VISEU MARCA pela organização do Festival Literário “Tinto no Branco”. A iniciativa tem como patrocinador a Comissão Vitivinícola Regional do Dão, para além de várias empresas. A Book Company/Booktailors assegura a produção executiva do “Tinto no Branco”.

  • Restaurante «Mesa de Lemos» conquista Estrela Michelin

    Restaurante «Mesa de Lemos» conquista Estrela Michelin

    O Turismo Centro de Portugal (TCP) congratula-se com a distinção atribuída ao restaurante Mesa de Lemos, na Quinta de Lemos, Silgueiros, Viseu, que acaba de receber a sua primeira Estrela Michelin. Um restaurante da região Centro de Portugal volta assim a integrar a lista exclusiva do Guia Michelin, que elege os melhores do mundo.

    A apresentação do Guia Michelin Espanha & Portugal 2020, com os restaurantes distinguidos na Península Ibérica, ocorreu esta quarta-feira, em Sevilha.

    O Mesa de Lemos, cuja cozinha é dirigida pelo chef Diogo Rocha, é uma das novidades da restrita seleção da equipa de inspetores Michelin. Na edição deste ano, apenas 27 restaurantes portugueses mereceram este privilégio: 10 na Região de Lisboa, 7 no Porto e Norte, 7 no Algarve, 2 na Madeira e 1 no Centro de Portugal.

    “Foi com grande satisfação, e também com sentimento de justiça, que recebemos a informação de que o Mesa de Lemos foi agraciado com uma estrela Michelin. O chef Diogo Rocha há muito que merecia ombrear entre os melhores. A estrela agora conquistada, apesar de tardia, representa a consolidação de um trabalho incansável de defesa da gastronomia do Centro de Portugal”, sublinha Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal.

    “A gastronomia é uma das apostas em que o Centro de Portugal tem vindo a superar-se. Espero que esta conquista do Mesa de Lemos, que demonstra a mais-valia de se tratar com requinte os produtos regionais, aliando a tradição à modernidade, constitua um exemplo a seguir por outros restaurantes do Centro de Portugal”, conclui o presidente do TCP.

     

    DIOGO ROCHA “É UM DOS MAIS

    TALENTOSOS CHEF´S DA ATUALIDADE”

    O presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques, considera a distinção com Estrela Michelin ao jovem Chef do restaurante Mesa de Lemos “de importância extrema” para a cultura e gastronomia locais. E decidiu por isso promover, já amanhã, uma recepção ao também Embaixador de Viseu, o Chef Diogo Rocha, no Salão Nobre dos Paços do Concelho

    “O Município não poderia deixar de receber nos Paços do Concelho aquele que é um dos mais talentosos Chef’s da atualidade e, acima de tudo, um defensor acérrimo da cultura e sabores locais”, justifica o Presidente da Câmara, observando que “a atribuição de uma Estrela Michelin ao Diogo Rocha era previsível, mais ano menos ano”.

    Almeida Henriques destaca a “feliz coincidência” desta distinção ocorrer no ano em que Viseu celebra a gastronomia. “Acaba por ser a cereja no topo do bolo, um Chef de Viseu receber uma Estrela Michelin no ano em que nos assumimos como Destino Nacional de Gastronomia, e em que elegemos o nosso património gastronómico e os seus atributos à mesa como mote de valorização cultural e desenvolvimento turístico”, sintetiza o autarca.

    Ainda de acordo com o Presidente da Câmara Municipal, “a cozinha beirã é genuína e esta nova geração de Chef’s está a trazer um apuramento à nossa cozinha, que é importante potenciar”.

    Aos 37 anos, Diogo Rocha soma já alguns prémios, entre as quais se destaca, já em 2019, o prémio Garfo de Ouro Boa Cama e Boa Mesa, atribuído ao restaurante Mesa de Lemos, situado em Silgueiros.

     

  • Cobertura ecológica do Mercado 2 de Maio em Viseu arranca em 2020

    Cobertura ecológica do Mercado 2 de Maio em Viseu arranca em 2020

    O presidente da Câmara Municipal, Almeida Henriques, levou para a Gala do Comércio que assinalou os 119 anos da Associação Comercial do Distrito de Viseu, “uma novidade em primeira mão”. Na hora de “prestar contas” a um parceiro com quem a Autarquia tem “assumido compromissos” e mantido uma “estreita ligação”, o autarca antecipou aos comerciantes presentes no Salão Nobre da ACDV, as imagens do que será a prometida cobertura do Mercado 2 de Maio. Um projecto, disse, “para votar e aprovar” já na reunião do executivo da próxima semana.

    Socorrendo-se da projecção de diapositivos, Almeida Henriques, explicou que a cobertura projectada “vai transformar o Mercado 2 de Maio num espaço ecológico”, ficando toda a área coberta por painéis fotovoltaicos que produzirão energia suficiente para abastecer não só o Mercado mas também os edifícios da empresa «Aguas de Viseu», na Rua do Comércio, e da Câmara Municipal.

    Aos comerciantes, o presidente da Câmara Municipal de Viseu anunciou que a cobertura ecológica do Mercado 2 de Maio deverá arrancar já no primeiro trimestre de 2020. O projecto, que ronda os 2 milhões de euros, vai ser “votado e aprovado” na reunião do executivo da próxima semana.

    Depois de concluído o procedimento concursal, a obra deverá ser lançada ainda no primeiro trimestre de 2020, terá um prazo de execução de 18 meses, “pelo que deve ficar concluída em meados de 2021”, revelou Almeida Henriques.

    Um espaço para a área da restauração com esplanada, ao nível intermédio entre o piso térreo e o piso superior, instalação de duas coberturas desniveladas entre os pisos; uma melhor acessibilidade que incluirá um elevador panorâmico; e a colocação de um piso mais atractivo, idêntico ao da Rua Formosa; foram alguns dos pormenores da requalificação do Mercado 2 de Maio. Um espaço, garante Almeida Henriques, que ficará transformado “numa grande praça de eventos, animação e muita actividade cultural. E mantendo a traça original que hoje tem”.

  • Fresenius Kabi é caso de sucesso na produção de genéricos

    Fresenius Kabi é caso de sucesso na produção de genéricos

    Em ambiente “informal mas informativo”, a Labesfal – Fresenius Kabi, em Santiago de Besteiros – Tondela, acolheu a segunda edição do Open Industry Day em Portugal, coorganizada pela Medicines for Europe e a APOGEN – Associação Portuguesa de Medicamentos Genéricos e Biosimilares. “Mostrar a qualidade e a segurança da produção de medicamentos genéricos, biossimilares e de valor acrescentado na Europa e discutir os desafios atuais e futuros do mercado”, foi o objetivo.

    Após uma visita a uma fábrica de Fresenius Kabi, que emprega mais de 600 colaboradores e é responsável pelo fabrico mais de 100 milhões de unidades de medicamentos genéricos por ano, especialistas reuniram-se para um debate focado em «Impulsionar a Excelência em Portugal para mais e melhor saúde na Europa».

    Para Glenn Luís, director geral da Fresenius Kabi Portugal, esta foi também mais uma oportunidade para a unidade de produção de Tondela, apesar de localizada num pequeno concelho, “mostrar que é um exemplo de sucesso na indústria nacional”.

    Entre os oradores  estavam Rui Santos Ivo, Presidente do INFARMED, Renata Silva Gomes, Especialista em Saúde da AICEP, Marc-Alexander Mahl, Vice-Presidente da Medicines for Europe, Paulo Lilaia, Vice-Presidente da APOGEN e Glenn Luís, Diretor Geral da Fresenius Kabi Portugal.

    Moderado por Fernanda Freitas, o debate discutiu os principais desafios que os medicamentos off patent enfrentam atualmente em termos de sustentabilidade industrial e de mercado e exploraram oportunidades de crescimento adicional em Portugal e na Europa.

    Paulo Lilaia, vice-presidente da APOGEN, destacou que entre 2011 até julho de 2019, os medicamentos genéricos, só em regime ambulatório, geraram para o Estado e utentes poupanças superiores a 3.639 milhões de euros. Mas alertou que “a mesma eficiência e qualidade, “não deve atingir preços exageradamente baixos”. Condição essencial, justificou, para manter a sua sustentabilidade e competitividade no mercado, garantindo ao mesmo tempo, a sua disponibilidade nos hospitais e nas farmácias”.

    “Sabemos que os medicamentos genéricos e biossimilares têm um papel central nas poupanças do setor da saúde em Portugal. Em ambiente hospitalar 75% dos medicamentos consumidos são off-patent, mas impactam apenas 26% da despesa.

    O debate destacou a importância de fortalecer sinergias entre os níveis nacional e europeu em questões relevantes, como combater a escassez de medicamentos e melhorar os sistemas de aquisição de medicamentos para garantir o acesso dos doentes aos medicamentos.

    Quase 70% dos medicamentos dispensados na Europa são genéricos

  • Centro Paroquial de São José requalificado

    Centro Paroquial de São José requalificado

    Estão concluídas e inauguradas as obras de requalificação do Centro Social e Paroquial de São José, em Viseu. A intervenção, orçada em mais de 1,5 milhões de euros, vem dar resposta às exigências legais impostas para o funcionamento deste tipo de instituições. Uma situação que obrigou o Centro a mudar para instalações provisórias onde funcionou ao longo de mais de dois anos. A falência do empreiteiro foi mais um percalço que teve de ser ultrapassado.

    A inauguração das obras de requalificação do Centro, em cerimónia presidida pelo Bispo de Viseu, foi vivida com particular emoção pela comunidade e sobretudo pelas mais de duas centenas de utentes que beneficiam das valências de creche, jardim de infância, ATL, centro de dia e apoio domiciliário.

    A requalificação da estrutura e do edifício com mais de 40 anos, foi parcialmente suportada por recursos próprios da Instituição, com a ajuda da comunidade e beneméritos. Resta agora liquidar, em prestações mensais, os cerca de 800 mil euros provenientes de um empréstimo bancário.

    Presente na cerimónia, o presidente da Câmara Municipal de Viseu, Almeida Henriques, garantiu um apoio da Autarquia no montante de 25 mil euros/ano, o que totalizará um montante de 50 mil euros até final do mandato. O autarca anunciou ainda que o Município vai homenagear o mentor e timoneiro do Centro, padre José Morujão, com a Medalha de Mérito Municipal.