Categoria: Educação

  • Seminário Maior de Viseu vai acolher estudantes do ensino superior

    Seminário Maior de Viseu vai acolher estudantes do ensino superior

    Depois de rescisão, por incumprimento de prazos, do contrato com a empresa responsável pela reabilitação dos três edifícios na Rua do Gonçalinho, inicialmente destinados a acolher estudantes do ensino superior, Município e Diocese de Viseu concretizaram agora um “acordo histórico” que permitirá disponibilizar no Seminário Maior, 75 camas, a custos acessíveis. Para o efeito, foi já lançado o concurso para a adaptação funcional dos pisos 3 e 4 do Seminário, num investimento de cerca de 1.633 milhões de euros.

    O acordo entre o Município e a Diocese de Viseu permitirá aproveitar, em tempo útil, as verbas provenientes do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) e, assim, assegurar que os estudantes que escolhem o concelho para prosseguir com a sua formação académica têm um local digno onde residir, a preços acessíveis.

    “Este é um acordo histórico com a Diocese de Viseu, a quem agradeço, publicamente, toda a disponibilidade e envolvimento demonstrados para com este projeto”, destaca o Presidente da Câmara Municipal, João Azevedo. “Os prazos estão em curso e não temos tempo a perder. Se não podemos concretizar o plano A, pomos em prática o plano B. Foi isso que fizemos ao abordar a Diocese de Viseu para levar a cabo este projeto”.

    Uma vez que a parte do edifício do Seminário Maior vocacionada para este alojamento não exige uma intervenção profunda e estruturante, “conseguimos aproveitar os fundos e concretizar uma alternativa igualmente digna para os jovens estudantes. Aliás, inclusive, vamos passar de uma oferta de 52 camas, que era o inicialmente estipulado com a obra da Rua do Gonçalinho, para 75 camas, o que é excelente”, conclui João Azevedo.

     

  • Docente do IPV no top mundial pelo segundo ano

    Docente do IPV no top mundial pelo segundo ano

    Vítor João Pereira Domingues Martinho, Professor Coordenador com Agregação do Instituto Politécnico de Viseu, foi colocado, novamente em 2025, entre os 0,05% melhores investigadores académicos mundiais, pela plataforma ScholarGPS nos seguintes domínios da ciência: Geral (todos os campos); Ciências da Vida; Ecologia e Biologia Evolutiva; e União Europeia.

    Esta plataforma classifica os investigadores com base nos seus resultados académicos, no impacto das suas publicações na comunidade científica e na qualidade do trabalho realizado.

    Vítor João Pereira Domingues Martinho é também Membro Integrado do CESAM (Centro de Estudos do Ambiente e do Mar), uma Unidade de Investigação da Universidade de Aveiro que tem obtido a classificação máxima de Excelente desde 2014.

  • Renovação da Escola Azeredo Perdigão consignada por 3,5 milhões

    Renovação da Escola Azeredo Perdigão consignada por 3,5 milhões

    Com um investimento de cerca de 3,5 milhões de euros, montante cofinanciado pelo PRR – Plano de Recuperação e Resiliência e pela União Europeia – Next Generation EU, acaba de ser consignada a empreitada de renovação da Escola Dr. Azeredo Perdigão, em Abraveses, Viseu. A intervenção, que abrange os quatro blocos do estabelecimento de ensino, irá agora para o terreno com um prazo de execução de 546 dias.

    “Este momento é de regozijo e procuramos sempre estar atentos às necessidades das escolas. É um esforço do Município que, apenas em duas entidades escolares (Vil de Souto e Abraveses), investe cerca de 8 milhões de euros”, destacou o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, Fernando Ruas, no ato de consignação da obra de requalificação da Escola.

    Globalmente, a empreitada contemplará a melhoria a nível de conforto, acessibilidades, funcionalidade, orientação e identificação: a interligação exterior entre os quatro blocos será reformulada com a criação de um teto falso com iluminação. As coberturas de acesso ao Bloco A e C serão aumentadas, por forma a acompanhar as novas rampas.

    O Diretor do Agrupamento de Escolas Viseu Norte, Marco Rodrigues agradeceu o apoio do Município de Viseu “na requalificação profunda de uma escola com mais de 40 anos”.

     

  • Mais de meio milhão de euros para residência de estudantes em Moimenta da Beira

    Mais de meio milhão de euros para residência de estudantes em Moimenta da Beira

    Daqui a sete meses, em setembro, no arranque do ano lectivo 2024/2025, a residência de estudantes do ensino superior, no Largo do Tabolado, já vai poder acolher os primeiros ‘inquilinos’ que frequentam o ensino superior em Moimenta da Beira.

    O edifício, comprado recentemente pela Câmara Municipal e atualmente em obras de reabilitação e a cumprir o plano de intervenção que está a ser executado de forma faseada, garantirá, depois de todos os trabalhos concluídos, as melhores condições de conforto e habitabilidade à comunidade académica do ensino superior que dele usufruirá.

    Trata-se de um investimento, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), superior a meio milhão de euros (550.617 euros) que a Câmara Municipal de Moimenta da Beira está a gerir.

    “A disponibilização de alojamento para os estudantes do ensino superior que se encontram deslocados do local da sua residência, de forma condigna, é essencial para o alargamento e a democratização do acesso ao ensino superior”, sublinha o Presidente da Câmara Municipal de Moimenta da Beira, Paulo Figueiredo.

     

  • 11 milhões para residências de estudantes no Politécnico de Viseu

    11 milhões para residências de estudantes no Politécnico de Viseu

    A nova residência (150 camas) e a requalificação das três existentes (320 camas) do IPV, das quais foi lançado o concurso num investimento de cerca de 11 milhões (com iva incluído), será de enorme importância para a vida dos estudantes, Campus Politécnico e da Cidade. “Uma concretização extraordinária para apoio aos estudantes bolseiros e todos os estudantes que, de outra forma, teriam muita dificuldade em estudar em Viseu”, reconhece em comunicado a instituição de ensino superior.

    Só possível com esforço e empenho do IPV e das verbas disponibilizadas através do PRR, o investimento é assumido como uma oportunidade única de se construir e renovar algo que já há muito tempo era desejado: uma nova residência, requalificação das residências existentes, edificação de sala de estudos 24 horas e requalificação da Pérgola do Campus (espaço de estudo).

    Será, simultaneamente mais “um motor da atratividade do IPV e da região, que contribuirá para a captação de novos estudantes nacionais e de países diferentes de todo o mundo”, acrescenta o IPV.

    Nas edificações existem normas técnicas de localização e mobilidade, de adequação ao uso, de conforto ambiental, de instalações e equipamentos, e de sustentabilidade e inovação, que têm de ser seguidas no projeto e na construção de alojamentos para estudantes do ensino superior.

    As residências estarão equipadas com bibliotecas, salas de estudo, cozinhas e salas de refeições, acesso à rede wireless, salas de convívio entre outras características que visam favorecer a estada e a experiência académica dos nossos estudantes. Espaços favorecedores da convivialidade e do ensino presencial, um desafio enorme para o sucesso e a saúde global dos estudantes do ensino superior.

    O IPV recorda que estão a decorrer, nas diferentes localidades onde o IPV tem cursos a serem lecionados, uma melhoria das condições de alojamento acessível, “condição essencial para que mais pessoas possam frequentar o ensino superior”.

    “O distrito de Viseu, apesar de algumas dificuldades em termos residenciais, não apresenta a mesma gravidade de outras regiões do país. Espera-se que a edificação da nova residência do IPV e a renovação/requalificação de espaços em Viseu e Lamego, com a colaboração das respetivas câmaras municipais, e Moimenta da Beira diminuam os constrangimentos existentes”, conclui a Instituição de ensino superior.

  • Politécnico de Viseu celebrou 44 anos focado nas futuras gerações

    Politécnico de Viseu celebrou 44 anos focado nas futuras gerações

    “Perspetivar o futuro, honrando o passado e dignificando o presente”, foi o mote que presidiu à sessão solene de comemoração do 44.º aniversário do Instituto Politécnico de Viseu (IPV). A atravessar uma fase significativa de investimentos, nomeadamente com os projetos de construção do novo edifício da Escola Agrária e da nova residência de estudantes no Campus Politécnico, o IPV continua a projetar o futuro, “o mesmo é dizer-se, a pensar nas futuras gerações”, assumiu o president José Santos Costa, que sublinha ainda o alargamento da oferta letiva a mais concelhos da região, preparando-se para assunir futuramente a designação de universidade politécnica.

    “Hoje, com cerca de 6.300 estudantes no total das cerca de 100 formações que são ministradas no IPV, desejamos continuar a crescer de forma sustentada. E oportunidades existem. Seja no ensino secundário ou profissional, seja no mundo das empresas e instituições, seja nas profissões liberais, ou outras. Para isso, precisamos de estar disponíveis, procurar conhecer melhor os nossos autarcas, as nossas empresas e os nossos concelhos, estudar em conjunto com os responsáveis quais as áreas e competências necessárias para o desenvolvimento contínuo”, justificou José Santos Costa, na intervenção que proferiu na sessão solene de comemoração do 44,º aniversário do IPV.

    Hoje, com cerca de 6.300 estudantes no total das cerca de 100 formações que são ministradas no IPV, desejamos continuar a crescer de forma sustentada. E oportunidades existem. Seja no ensino secundário ou profissional, seja no mundo das empresas e instituições, seja nas profissões liberais, ou outras. Para isso, precisamos de estar disponíveis, procurar conhecer melhor os nossos autarcas, as nossas empresas e os nossos concelhos, estudar em conjunto com os responsáveis quais as áreas e competências necessárias para o desenvolvimento contínuo.»

    “Memória, ligação à comunidade e transferência de conhecimento, investigação, internacionalização, infraestruturas e missão”, são para o presidente do IPV, “as prioridades de uma instituição de ensino superior já implementada em vários concelhos da região.”O ensino superior é fundamental para o desenvolvimento de uma cidadania bem informada e autonomia do pensamento, assumindo um papel muito importante na promoção dos valores democráticos e no desenvolvimento da geração de líderes e pensadores que nos ajudam a solucionar problemas, construindo e reconstruindo o futuro da nossa sociedade”, enfatizou.

    A este propósito, acrescentou: Enquanto Instituição de Ensino Superior, o Instituto Politécnico de Viseu tem como objetivo primordial a qualificação de alto nível, a produção e difusão do conhecimento, bem como a formação cultural, artística, tecnológica e científica dos seus estudantes, orientada para diferentes públicos e áreas de formação, sendo a Educação e Formação um dos seus eixos estratégicos nucleares”.

     

  • Ensino Superior chega a Moimenta da Beira

    Ensino Superior chega a Moimenta da Beira

    É uma evolução verdadeiramente histórica a criação do Ensino Superior em Moimenta da Beira. O protocolo que estabelece a entrada em funcionamento de dois cursos CTeSP (Curso Técnico Superior Profissional), já a partir do próximo ano letivo, setembro de 2022, foi assinado no Salão Nobre dos Paços do Concelho, entre a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego (ESTGL) e o Município de Moimenta da Beira, representados pelos respetivos presidentes, Miguel Ângelo Mota e Paulo Figueiredo.
    Esta colaboração tem como principal objetivo alargar e aproximar o Ensino Superior à região, aumentando as oportunidades para quem queira prosseguir o seu percurso académico. Há 30 anos, uma tentativa nesse sentido quase chegou a concretizar-se, quando o então autarca Alexandre Gomes Cardia quis criar no concelho um pólo do Instituto Superior Douro Sul (ISDUL). O intento seria porém chumbado pelo Governo de Cavaco Silva.
    O protocolo garante períodos de formação prática a desenvolver em contexto de trabalho nas empresas locais, na forma de estágio. “Estou certo de que o desenvolvimento do Ensino Superior em Moimenta da Beira será uma mais-valia e um valor acrescentado para o tecido empresarial do concelho e da região. Também os futuros licenciados, em quem apostamos muito, terão aqui oportunidades de uma enorme valorização profissional”, afirmou o Presidente da Câmara Municipal, Paulo Figueiredo.
    “Informática Industrial” e “Assessoria e Comunicação Organizacional” são os dois cursos superiores que serão lecionados (em regime diurno e/ou pós-laboral) naquela que deverá ser a futura Escola Superior Externato Infante D. Henrique, a atual escola cor-de-rosa, antigo Externato, em Moimenta da Beira.

  • Politécnico de Viseu é sede do Observatório Nacional para a Qualidade de Vida

    Politécnico de Viseu é sede do Observatório Nacional para a Qualidade de Vida

    O Observatório Nacional da Qualidade de Vida, que ficará com sede no Instituto Politécnico de Viseu, arrancou com a assinatura da minuta de um consórcio, cujo projeto funcionará em co-promoção entre cinco entidades com ação vocacionada para o efeito.

    Como signatários, naquele ato solene que ocorreu na Sala do Conselho Geral da instituição de ensino superior viseense, estiveram representantes das entidades envolvidas, concretamente, Associação Portuguesa da Qualidade de Vida (APQV), Instituto Politécnico de Viseu (IPV), Associação para o Desenvolvimento e Investigação de Viseu (ADIV), Gestão, Inovação e Serviços, Lda (INOV360O) e Associação para o Fórum da Energia e Clima – Guardiões da Vida.

    Preside à Direção do ONQV – Associação Observatório Nacional da Qualidade de Vida, José dos Santos Costa, também Presidente do IPV.

    O presidente da Direção da APQV, José Barbosa Teixeira, frisou a importância que representa ter a sede do Observatório no interior do país, objetivo pelo qual sempre se pautou.

    O Consórcio tem por objeto a execução de projetos de investigação, promoção estratégica e desenvolvimento na área da investigação científica, educação, ambiente, energia, saúde, economia, social e tecnológica em copromoção” entre as entidades acima referidas, envolvendo um “esforço conjunto e concertado das capacidades complementares dos seus membros”.

     

     

  • Mais 3,4 milhões para o sucesso educativo em Viseu Dão Lafões

    A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões viu aprovada a sua candidatura “Planos Inovadores de Combate ao Insucesso Escolar II”, desenvolvida no âmbito do Programa Operacional Regional do Centro 2020, que prevê um investimento global de aproximadamente 3.4 milhões de euros.

    Em estreita cooperação com os 14 Municípios que a integram, assim como com os Agrupamentos de Escolas da região, a CIM Viseu Dão Lafões, ao longo dos últimos anos, tem vindo a assumir um papel ativo e dinâmico no que respeita à implementação de ações estruturadas, que visam a promoção do sucesso educativo na Região.

    A candidatura agora aprovada, cofinanciada pelo Centro 2020, Portugal 2020 e Fundo Social Europeu, procura dar continuidade ao trabalho já desenvolvido e consubstancia um plano integrado e inovador de combate ao insucesso e abandono escolar, sendo um instrumento de coordenação e planeamento intermunicipal capaz de potenciar as redes colaborativas de escolas e municípios, através da partilha de recursos e da convergência de ações orientadas para a superação das limitações e/ou problemas educativos comuns.

    Entre as principais atividades a dinamizar nas escolas do território, no âmbito desta candidatura, destacam-se projetos no domínio da literacia ambiental, como seja a exposição itinerante “O futuro é amanhã”, o “Laboratório Móvel das Ciências: Descobre e Explora em Viseu Dão Lafões”, o projeto “Wanted – Escolas Empreendedoras em Viseu Dão Lafões”, assim como o projeto “Descobrir e Aprender em Viseu Dão Lafões”, ou, ainda, o projeto de educação financeira “No Poupar Está o Ganho”.

    “A aprovação desta candidatura vem assegurar a continuidade de diversas iniciativas de capacitação e promoção da educação e da qualificação da região, que, a exemplo do projeto Valoriza-te, temos vindo a desenvolver, em articulação com os municípios, os Agrupamentos de Escolas e os Centros de formação de professores”, concluiu o Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, Fernando Ruas.

     

  • CIM Viseu Dão Lafões promove literacia financeira junto de 3.200 alunos

    A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões tem no terreno o projeto de literacia financeira “No Poupar Está o Ganho”. A iniciativa, que marca presença nos municípios de Viseu Dão Lafões, contempla 170 turmas, 170 docentes (entre professores das turmas e professores interlocutores do projeto), abrangendo um total de 3240 alunos do 3º ao 6º ano de escolaridade.

    Desenvolvido pedagogicamente pela Fundação Dr. António Cupertino de Miranda, o projeto irá decorrer ao longo de todo o ano letivo (2021/2022) e tem como objetivo promover a literacia em temas como a poupança, o consumo responsável, a gestão e importância do dinheiro.

    Contando com um vasto conjunto de atividades que pretendem capacitar crianças e jovens para assumirem comportamentos financeiros responsáveis, o programa inclui o acesso a uma plataforma virtual com materiais didáticos, planos de aula, vídeos, exercícios, jogos e desafios para os alunos e ainda uma visita online ao Museu do Papel Moeda, da Fundação Dr. António Cupertino de Miranda. Havendo, ainda, lugar para diversas sessões de formação dedicadas aos professores e interlocutores.

    De acordo com o Secretário Executivo, a CIM Viseu Dão Lafões “entende a educação como o pilar estrutural de qualquer sociedade e, consequentemente, como motor responsável pela evolução e transformação dos territórios. Nesse sentido, ao longo dos últimos anos, promovemos um conjunto de projetos que se afirmaram enquanto mais-valia pedagógica, em temas diversos como a literacia ambiental, a robótica ou as ciências experimentais”, reconhece Nuno Martinho