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  • Município de Viseu não aceita minas de lítio

    Município de Viseu não aceita minas de lítio

    Realizou-se em Viseu, no Solar dos Peixotos (Assembleia Municipal), um Encontro/Debate promovido pela AZU – Associação Ambiente em Zonas Uraníferas, com uma mesa constituída pelo vereador do Ambiente no executivo viseense, Pedro Ribeiro; pelo presidente da Junta deFreguesia de Viseu, Diamantino Santos; por Renata Almeida, do Movimento Contra Mineração Beira Serra; pelo cónego Arménio, em representação do Bispo de Viseu; e em representação da AZU, João Dinis e o seu presidente, António Minhoto que moderou o debate.

    Usaram ainda da palavra, para além de pessoas do público presente, alguns convidados, como o presidente da Assembleia Municipal de Viseu, José Manuel Mota Faria, o coordenador do Núcleo de Viseu da associação Olho Vivo, Carlos Vieira; o Administrador das Termas de Alcafache, Jorge Leal; e representantes de partidos como Manuela Antunes do BE, Miguel Martins do PEV e António Vilarigues do PCP.

    António Minhoto lamentou a ausência de outros autarcas convidados, mas destacou o facto de todos os autarcas ouvidos pela AZU estarem contra esta mineração. E destacou: “Mangualde, fustigada pelas minas de urânio, ainda tem uma das sete minas por recuperar ambientalmente”. A mineração a céu aberto, disse, “irá rebentar com o que ficou dos fogos florestais”.

    O vereador Pedro Ribeiro foi peremptório na recusa de minas de lítio a céu aberto: “A área de prospecção em Viseu foi reduzida para uma área pequena [Vila Corça], mas o ambiente não tem fronteiras e há áreas vizinhas com eco-sistemas ameaçados”; ainda por cima, próxima de linhas de água (barragem de Fagilde), com necessidade de “enormes quantidades de água numa zona de seca extrema”, torna-se imprudente e irresponsável admitir a exploração em bacias hidrográficas cuja água vai para a captação para abastecer populações”. São ainda “uma ameaça para a biodiversidade, devido à abertura de estradas e à desflorestação” para além dos perigos para a saúde pública com as “poeira libertadas pela moagem da rocha, lamas e areias finas”.

    Renata Almeida enfatizou a transitoriedade do lítio, com outras soluções a serem investigadas, como as baterias de sódio e de hidrogénio. Chamou a atenção para os impactos das minas que podem atingir 850 metros de diâmetro e 450 mts de profundidade, na “destruição dos solos e da paisagem (a matéria-prima do turismo) e do património, em troca de muitos poucos empregos especializados e em detrimento dos produtos endógenos, queijo, vinho, maçãs, lã e madeiras”.

    João Dinis deu o exemplo da Serra d’Arga, Minho, onde a unidade das populações, dos autarcas e dos ambientalistas contra estas minas a céu aberto, em modo de produção superintensivo e em grande escala que só servem os interesses das multinacionais e não os das regiões, conseguiu que fossem retirados quase 50% das áreas englobadas em 8 perímetros aprovados pelo governo.

    Jorge Leal falou não apenas como empresário afectado pelos previsiveis impactos na barragem de Fagilde, mas também “como técnico que tem acompanhado a evolução das baterias”, alertando para o facto de a aposta no lítio levar ao desinvestimento em alternativas tecnológicas cuja evolução soçobrará.

    O cónego Arménio, transmitiu a mensagem do bispo de Viseu no sentido de que “a economia não pode sobrepôr-se à vida com a qualidade a que todos têm direito”.

    Mota Faria, presidente da AM de Viseu, começou por agradecer a António Minhoto a sua “voz incómoda, mas reivindicativa dos interesses da região”. Reconheceu que as contrapartidas para a exploração mineira não são transparentes nem dão garantias de defesa do interesse público”, até porque “temos legislação avançada, mas problemas de monitorização, fiscalização e acompanhamento com responsabilidades diluídas”.

    O nosso activista Carlos Vieira disse que o problema não era a mineração em si (que existe desde a idade da pedra e dos metais) mas da exploração intensiva, tal como aconteceu com os eucaliptos (o “petróleo verde” com que incendiámos o país) e com o olival intensivo no Alentejo que destrói a paisagem e o modo de vida das populações. E apontou a necessidade de um consumo mais sustentável, para melhor saúde e para não atingirmos o “ponto de não retorno” da crise climática.

    Miguel Martins (PEV) alertou para a água necessária para a mineração do lítio: 5.200 m3 diários, igual ao consumo diário de cidades como Viana do Castelo, Maia, Loures ou Portimão. E. que os carros eléctricos não são solução, mas sim os transportes públicos

    Manuela Antunes (BE) felicitou a posição da CMV e defendeu a aposta nos transportes públicos e numa economia circular, mais durabilidade dos eletrodomésticos e um outro modo de vida sem o consumo excessivo que levou à crise climática, ambiental e social.

    António Vilarigues (PCP) confessou que ficou “em estado de choque ao ver na TV uma máquina de extracção de lítio com 200m de comprimento por 100 metros de largura” e os impactos que tal mineração tinham para a vida das populações serranas.

    Seguiu-se um animado debate com elementos do público presente.

  • Arrancou a segunda fase da «Águas de Viseu»

    Arrancou a segunda fase da «Águas de Viseu»

    Adjudicada em 9 de Junho de 2021 e cumpridas que estão todas as formalidades legais do processo, incluindo o visto do Tribunal de Contas, acaba de ser consignada, e já com os trabalhos em curso, a segunda fase de reabilitação do edifício que será a nova sede do SMAS, Águas de Viseu. Segundo o caderno de encargos, a empreitada ficou com um prazo de execução de 546 dias, e representa um investimento que ronda os 2 milhões de euros.

    A nova sede da Águas de Viseu vem restituir à cidade, depois de décadas de degradação, um dos edifícios mais emblemáticos da zona histórica, constituindo, ao mesmo tempo, um importante ponto de atractividade em toda a sua envolvente. Com fachada para a Rua Dr. Luís Ferreira (rua do Comércio), o edifício confina ainda com a Travessa de S. Domingos e Rua D. Duarte.

    Para além de trazer melhores condições de trabalho aos funcionários do SMAS e uma melhor acessibilidade e funcionalidade aos utentes, a localização no centro histórico da futura sede da empresa Águas de Viseu, representa ainda a implantação de mais uma âncora na estratégia de revitalização que o Município de Viseu está a levar a cabo naquela zona da cidade.

    “É uma obra com algum significado em termos de investimento. Ultrapassa os dois milhões de euros, mas a intenção fundamental é que queremos albergar bem os serviços municipalizados mas, ao mesmo tempo, requalificar o património que é municipal numa zona urbana da cidade. Seguramente da mais sensíveis e que exige mais requalificação. Por um lado, aproveitamos e requalificamos o património, damos melhores condições aos serviços e podemos atrair mais gente no centro histórico”, sublinhou Fernando Ruas, na sessão que assinalou a consignação da empreitada.

    Embora tenha admitido que este “é um problema nacional”, Fernando Ruas aproveitou para recomendar ao empreiteiro um esforço no sentido de não haver atrasos na conclusão da obra. “Estamos a atravessar um momento sensível para o sector das obras públicas, sobretudo ao nível da escassez de materiais e de mão-de-obra, e resposta teria que ser dada a nível nacional”, reconheceu o autarca.

  • Barragem do Paúl vai ter capacidade para mais 300 mil metros cúbicos

    Barragem do Paúl vai ter capacidade para mais 300 mil metros cúbicos

    A Associação de Municípios da Região do Planalto Beirão (AMRPB) e a Águas do Planalto chegaram a acordo para aumentar a capacidade da Barragem do Paúl no correspondente a um mês de consumo no Verão. A decisão foi tomada numa reunião realizada em Tondela, onde estiveram presentes representantes da AMPB e da Águas do Planalto, assim como os cinco presidentes dos concelhos que são abastecidos pela empresa: Carregal do Sal, Mortágua, Santa Comba Dão, Tábua e Tondela.

    O aumento da capacidade da Barragem do Paúl é um desejo antigo da AMRPB e da Águas do Planalto, já que permite ampliar a resiliência do sistema de abastecimento de água aos cinco concelhos que fazem parte da concessão. Uma segurança para os mais de 68 mil utilizadores servidos pela Águas do Planalto, numa altura em que as alterações climáticas estão a causar cada vez mais problemas no abastecimento de água em todo o mundo. Recorde-se que, de acordo com o IPMA – Instituto Português do Mar e da Atmosfera, mais de 66% do país estava em seca severa no passado mês de fevereiro.

    A decisão agora tomada levará a um reforço de 300 mil metros cúbicos de capacidade da Barragem do Paúl (cerca de 12,5%) através do aumento de aproximadamente um metro da infraestrutura de contenção de água. A AMRPB irá dar entrada com o projeto de obras junto das entidades competentes, provavelmente, ainda no primeiro semestre deste ano.

    Para Leonel Gouveia, Presidente da Associação de Municípios do Planalto Beirão e da Câmara Municipal de Santa Comba Dão, “esta obra estruturante é uma enorme mais-valia, não só para a população dos cinco concelhos servidos pela Águas do Planalto, mas para toda a região centro do País”.

    “Com o aumento da capacidade da albufeira da Barragem do Paúl, garantimos uma maior segurança no abastecimento de água às nossas populações”, afirmou ainda. Leonel Gouveia, para quem este projeto comum à AMPB, Águas do Planalto e às cinco autarquias é uma “prova da união e do esforço coletivo que estas entidades fazem em prol das populações que servem”.

    “Trabalhamos há 25 anos em conjunto com a AMRPB e com estas cinco autarquias, sempre com o objetivo de melhorar o serviço que prestamos. Este aumento da capacidade da Barragem do Paúl é um projeto pensado há muito, e que vai permitir assegurar a manutenção da qualidade do serviço mesmo em períodos em que se verifique maior escassez de água”, garante Paulo Oliveira, presidente da Águas do Planalto.

    Desde 1997 responsável pela exploração e gestão dos serviços municipais de abastecimento e de distribuição de água dos municípios de Carregal do Sal, Mortágua, Santa Comba Dão, Tábua e Tondela, a Águas do Planalto, concessão gerida pela Aquapor, foi sempre distinguida pela ERSAR – Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos pela qualidade da água para consumo com o Selo de Qualidade Exemplar de Água para Consumo Humano.

  • Moimenta da Beira com mais de seis milhões para soluções habitacionais

    Moimenta da Beira com mais de seis milhões para soluções habitacionais

    É o maior contrato financeiro jamais assinado entre a Câmara Municipal de Moimenta da Beira e o Governo Central. São quase 6.4 milhões de euros para a promoção de soluções habitacionais para pessoas que vivem no concelho em condições habitacionais indignas e que não têm capacidade financeira para suportar o custo do acesso a uma habitação adequada.

    O documento, assinado pelo Presidente da Câmara, Paulo Figueiredo, e cinco dias depois homologado simultaneamente por dois secretários de estado, no âmbito do Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, prevê obras de reabilitação, construção e aquisição de habitações para 68 agregados familiares, correspondentes a 201 pessoas, segundo um trabalho de diagnóstico feito em todo o concelho de Moimenta da Beira.

    Dos 6,4 milhões de euros, o Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU) prevê disponibilizar um financiamento de 5,8 milhões, sendo 3,5 concedidos sob a forma de comparticipações financeiras não reembolsáveis e 2,3 a título de empréstimo bonificado, e 561.473 euros de autofinanciamento.

    Os investimentos em obras estão programados para arrancar este ano e terminar no decurso do ano 2024.

    Para o ano de 2022, estima-se a aplicação financeira de 2,2 milhões de euros em habitações de 22 famílias; para 2023, o financiamento de 2.6 milhões de euros em habitações de 28 famílias; e para 2024, os restantes 1.6 milhões destinam-se a obras em habitações de 18 agregados familiares.

    “Estamos a cumprir um direito que está previsto no nosso texto fundamental, o direito à habitação condigna de todos, direito constitucional que deve ser assegurado por via do máximo de recursos disponíveis”, sustenta o Presidente da Câmara Municipal de Moimenta da Beira, reconhecendo que muitas habitações carecem de obras que assegurem melhores condições de habitabilidade. “Vamos agora conseguir proceder a muitos trabalhos de reabilitação e construção de habitações, devolvendo-as em condições de segurança, salubridade e condignas ”.

  • Politécnico de Viseu é sede do Observatório Nacional para a Qualidade de Vida

    Politécnico de Viseu é sede do Observatório Nacional para a Qualidade de Vida

    O Observatório Nacional da Qualidade de Vida, que ficará com sede no Instituto Politécnico de Viseu, arrancou com a assinatura da minuta de um consórcio, cujo projeto funcionará em co-promoção entre cinco entidades com ação vocacionada para o efeito.

    Como signatários, naquele ato solene que ocorreu na Sala do Conselho Geral da instituição de ensino superior viseense, estiveram representantes das entidades envolvidas, concretamente, Associação Portuguesa da Qualidade de Vida (APQV), Instituto Politécnico de Viseu (IPV), Associação para o Desenvolvimento e Investigação de Viseu (ADIV), Gestão, Inovação e Serviços, Lda (INOV360O) e Associação para o Fórum da Energia e Clima – Guardiões da Vida.

    Preside à Direção do ONQV – Associação Observatório Nacional da Qualidade de Vida, José dos Santos Costa, também Presidente do IPV.

    O presidente da Direção da APQV, José Barbosa Teixeira, frisou a importância que representa ter a sede do Observatório no interior do país, objetivo pelo qual sempre se pautou.

    O Consórcio tem por objeto a execução de projetos de investigação, promoção estratégica e desenvolvimento na área da investigação científica, educação, ambiente, energia, saúde, economia, social e tecnológica em copromoção” entre as entidades acima referidas, envolvendo um “esforço conjunto e concertado das capacidades complementares dos seus membros”.

     

     

  • «In Situ» é a nova designação do Festival de Imagem de Vouzela

    «In Situ» é a nova designação do Festival de Imagem de Vouzela

    Após dez edições, o Festival de Imagem de Natureza de Vouzela, renasce em 2022 para um novo ciclo, evolutivo, diferente, sustentável, mas que continua a ter na sua génese a valorização do património natural, paisagístico e da biodiversidade. Através da imagem de natureza, o Festival pretende continuar a passar uma mensagem de preservação dos ecossistemas, valorizando, em particular, o território que o acolhe, o Parque Natural Local Vouga Caramulo – Vouzela, a primeira área protegida com gestão local do país, criada em 2015.

    Apesar dos objetivos e dos valores do festival se manterem intactos, esta nova fase traz um novo fôlego ao evento que, a partir de 2022, passará a chamar-se «In Situ», expressão com origem no Latim, que remete para um contexto pleno de elementos únicos e intrínsecos de um determinado local, que no seu conjunto lhe conferem uma identidade própria.

    Aplicado ao território vouzelense, berço da XI edição do Festival de Imagem de Natureza de Vouzela, o In Situ pretende enaltecer os elementos identitários e endógenos do território, nomeadamente os seus abundantes valores naturais, promovendo a sua preservação e valorização. O poder da imagem dará o mote para a consagração da natureza mais bela e recôndita, percecionada através do olhar dos fotógrafos de natureza e vida selvagem, vetores essenciais na divulgação e promoção dos valores naturais junto do público e na transmissão do apelo conservacionista.

    Um dos eventos mais importantes e emblemáticos do concelho de Vouzela regressa, assim, em 2022, nos dias 6, 7 e 8 de maio, continuando a fazer parte do programa exposições, workshops, palestras com fotógrafos e o concurso Generg – Fotógrafo de Natureza do Ano.

    O Festival de Imagem de Natureza de Vouzela é uma organização da Câmara Municipal e da comissão In Situ, conta com o apoio do grupo Generg e Vouzelar e é co-financiado pelo PROVERE iNature.

  • Exposição «Economia Europeia» chega a Viseu Dão Lafões

    Exposição «Economia Europeia» chega a Viseu Dão Lafões

    Após a sua permanência no Centro de Documentação Europeia de Aveiro (CDE-Aveiro), na Universidade de Aveiro, a Exposição “Economia Europeia” vai agora percorrer a Rede Intermunicipal de Bibliotecas Viseu Dão Lafões (RIBVDL.

    Desenvolvida por estudantes da Licenciatura de Economia da UA e promovida pelo EUROPE DIRECT Viseu Dão Lafões, a Exposição conduz os visitantes através de um roteiro onde marcam presença os grandes temas e desafios com que o projeto de construção europeia se depara.

    Constituída por 13 painéis, percorre agora algumas das 14 bibliotecas que compõem a RIBVDL, com paragem em Mangualde, Carregal do Sal, Santa Comba Dão, Oliveira de Frades, São Pedro do Sul e Aguiar da Beira.

    De acordo com o responsável do Centro EUROPE DIRECT Viseu Dão Lafões, José Carlos Almeida, a exposição tem como objetivo “dar um contributo para o reforço e aprofundamento do conhecimento dos cidadãos relativamente aos grandes temas que estão na agenda da União Europeia.  E, ao mesmo tempo, é uma mostra da vitalidade e do empenho com que o EUROPE DIRECT tem cumprido a sua missão de ser o ponto de encontro entre a Europa e os cidadãos”, concluiu o responsável.

    A RIBVDL, tem como missão promover o trabalho em rede com vista à melhoria do serviço prestado pelas bibliotecas desta região aos cidadãos, contribuindo assim, para uma maior aproximação à comunidade em geral e a promoção da coesão e do desenvolvimento do conhecimento da região.

  • Protocolo com Município vale apoio de 150 mil euros ao Desportivo de Tondela

    Protocolo com Município vale apoio de 150 mil euros ao Desportivo de Tondela

    O Município de Tondela celebrou um protocolo de colaboração com o Clube Desportivo de Tondela (CDT), que prevê o apoio financeiro de 150 mil euros para a época desportiva 2021/2022.

    A assinatura foi feita no Salão Nobre dos Paços do Concelho, com a presença da presidente da Câmara Municipal de Tondela, Carla Antunes Borges, e do presidente do Clube, Gilberto Neves Coimbra.

    Este protocolo surge na sequência do esforço continuado da autarquia em apoiar e motivar iniciativas e projetos desenvolvidos pelas váriasassociações recreativas, culturais e desportivas do concelho.

    “Sabemos da importância do trabalho desenvolvido pelo CDT, que se tem revelado fundamental para os jovens do nosso concelho que praticam esta modalidade desportiva. O Município de Tondela está sempre disponível para apoiar as coletividades, ciente do impacto positivo que estas têm na comunidade, contribuindo para um futuro mais promissor”, realça a presidente da autarquia.

    Este protocolo reflete a posição que o Município de Tondela tem vindo a adotar, nos últimos anos, ao apoiar iniciativas e projetos, aos níveis financeiro, técnico e logístico.

  • Viseu: Prioridade aos peões na Alberto Sampaio e Rua do Comércio

    Viseu: Prioridade aos peões na Alberto Sampaio e Rua do Comércio

    A Câmara Municipal de Viseu tem em cima da mesa a possibilidade de transformar em zona pedonal o troço da Avenida Alberto Sampaio entre o Rossio e a Rua dos Casimiros. O autarca viseense, Fernando Ruas, aponta as mais-valias que deste projecto poderão resultar para a cidade em geral e para os comerciantes e peões em particular.

    “As zonas pedonais que queremos implementar vão ser em parte da Alberto Sampaio e na Rua do Comércio. Acho que toda a gente ganhará: os moradores, os comerciantes e a população”, enfatizou o autarca.

    A ir por diante o projecto que libertará do trânsito automóvel uma parte substancial da Avenida Alberto Sampaio e da Rua do Comércio – o que implicará o envolvimento da Associação Comercial de Viseu depois de auscultados os respectivos associados -, aquelas artérias consolidarão o poderio comercial que já hoje se lhes reconhece.

    Na mesma linha de optimização da mobilidade urbana, Fernando Ruas anunciou ser intenção do seu executivo concluir o projecto da segunda circular e promover o alargamento da Estrada do Caçador. O mundo rural, avisa o autarca, não será esquecido. Neste caso, realce para a intenção do Município corrigir e alargar substanciais troços da malha viária que serve os respectivos habitantes.

    “Não podemos duplicar as estradas todas até lá. Mas há uma coisa que podemos fazer que é corrigir obstáculos, nomeadamente curvas, pontes mais estreitas e tudo o que seja facilitador para que o tráfego escoe de uma forma mais normal, além de aumentar o espaço das vias”, concluiu.

    Por último, o presidente da Câmara Municipal de Viseu admitiu a intenção de dialogar com a Comissão de Trânsito, no sentido de retirar alguns semáforos instalados nas avenidas Doutor Alexandre Alves e Doutor António Almeida Henriques com o objectivo de evitar atropelamentos, mas que têm vindo a ser contestados por muitos automobilistas.

    “Vamos dizer à Comissão de Trânsito que aquela solução não deu resultado. E se a Comissão concordar, tiraremos sem problema. Nós vamos confrontar no bom sentido a Comissão de Trânsito, dizendo que a decisão era boa intencionada mas não deu resultado e temos de resolver. Persistir no erro é a pior coisa para se fazer”, justificou Ruas.

  • Centro Hospitalar Tondela-Viseu recebe 97 médicos internos

    Centro Hospitalar Tondela-Viseu recebe 97 médicos internos

    O Centro Hospitalar Tondela-Viseu (CHTV) recebeu 97 médicos internos, que escolheram o hospital para realizarem a formação e darem início à carreira profissional.

    A sessão de boas-vindas decorreu na Aula Magna do Instituto Politécnico de Viseu, e contou com a presença de Eduardo Melo, diretor clínico do CHTV.“Em nome do CHTV, dar-vos as boas-vindas e desejar-vos o maior sucesso pessoal e profissional, neste início de ano e também de início de ciclo formativo. Felizmente, todas as nossas vagas foram ocupadas. Obrigada por confiarem na nossa instituição”, afirmou.

    Para este ano, o CHTV preencheu todas as vagas disponíveis com 64 médicos de formação geral e 33 de formação especializada.

    O secretário de Estado Adjunto e da Saúde, António Lacerda Sales, e o professor João Ribeiro, presidente do Conselho Nacional do Internato Médico, participaram na sessão de boas vindas por videoconferência.