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  • Moimenta da Beira investe 11 milhões em habitação condigna

    Moimenta da Beira investe 11 milhões em habitação condigna

    O diagnóstico foi feito e a estratégia local aprovada na última reunião do Executivo Municipal ocorrida no dia 13 de setembro. São 132 habitações onde residem 355 pessoas, a maior parte em alojamentos de habitação social a necessitarem obras de reabilitação ou substituídos por construções novas, casos do Bairro da Formiga, Corujeira, Quinta do Salvador, em Moimenta da Beira; casos ainda dos Arcozelos da Torre e do Cabo, Toitam, Nagosa, entre outros.

    O levantamento abrangeu todas as 16 freguesias e uniões de freguesia do concelho. “Ninguém ficou de fora! Foi um trabalho feito em parceria com o Ministério das Infraestruturas e da Habitação, através do Instituto da Habitação e da Reabilitação Urbana (IHRU), o organismo que tem por missão garantir a concretização, coordenação e monitorização da política nacional de habitação e dos programas definidos pelo Governo para as áreas da habitação, do arrendamento habitacional e da reabilitação urbana”, sublinha uma nota de imprensa da autarquia.

    Ao todo, a estratégia local de habitação em Moimenta da Beira vai custar cerca de 11 milhões de euros. É um valor histórico no âmbito da política urbana local. As obras de construção novas, de reabilitação ou aquisição e de apoios financeiros diretos aos proprietários devem começar ainda este ano e ficar concluídas em 2026. “O objetivo é não apenas pôr fim aos núcleos pouco dignos e precários existentes no concelho como também garantir habitação condigna à generalidade das famílias carenciadas”, explica José Eduardo Ferreira, Presidente da Câmara Municipal de Moimenta da Beira.

    Para a prossecução dos trabalhos, o Município Moimentense assinará acordos de colaboração com o IHRU, no âmbito do 1.º Direito – Programa de Apoio ao Acesso à Habitação, que visa apoiar a promoção de soluções habitacionais para pessoas que vivem em condições habitacionais pouco dignas e que não dispõem de capacidade financeira para suportar o custo do acesso a uma habitação adequada. O Programa assenta numa dinâmica promocional predominantemente dirigida à reabilitação do edificado e ao arrendamento. Aposta também em abordagens integradas e participativas que promovam a inclusão social e territorial, mediante a cooperação entre políticas e organismos setoriais, entre as administrações central, regional e local e entre os setores público, privado e cooperativo.

     

  • Piaget estende ensino superior a Mangualde

    Piaget estende ensino superior a Mangualde

    O Município de Mangualde e o Instituto Piaget celebraram um Protocolo de Cooperação para introdução do Ensino Superior em Mangualde, visando o desenvolvimento de Cursos de Pós-Graduação, formações especializadas e contínuas.

    A seleção dos docentes/formadores dos Cursos de Pós-graduações e de Formação serão aprovados pelos órgãos estatutariamente competentes do Instituto Piaget. A lecionação dos referidos cursos terá lugar nas instalações designadas pelo Município de Mangualde.

    O Instituto Piaget é a entidade responsável pela gestão pedagógica-científica e administrativa dos Cursos de Pós-graduação e de Formação, sendo que o Município de Mangualde disponibilizará o apoio logístico necessário para a concretização dos Cursos de Pós-graduação e de Formação.

  • Feira do Míscaro regressa a Sátão a 6 e 7 de novembro

    A XIV edição da Feira do Míscaro, em Sátão, já tem data marcada para 6 e 07 de novembro de 2021. O Largo de São Bernardo em Sátão tem tudo a postos para receber vendedores de míscaros, de produtos regionais e artesanais. Para os os visitantes está ainda reservado um programa recheado de animação, cultura e gastronomia.

    No dia 6 de novembro, às 16h30 decorre a abertura oficial da Feira. Às 22h00 atua o grupo The Brothers.

    No dia 07 de novembro, o certame inicia às 10h00 com a Banda Musical e Recreativa de Penalva do Castelo, seguindo-se às 11h30 o Show Cooking com o Chef Paulo Cardoso. Às 15h00 sobe ao palco o grupo Zaatam, seguindo-se uma prova de míscaros. Às 16h00 é a vez da artista Rebeca animar o evento, culminando o certame com o tradicional magusto de São Martinho.

  • «IR e VIR» leva transporte flexível e a pedido às zonas mais carenciadas

    «IR e VIR» leva transporte flexível e a pedido às zonas mais carenciadas

    A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões já tem no terreno o Projeto-piloto de Transporte Flexível a Pedido «IR e VIR». Apresentado no Parque Urbano de Tondela, numa sessão que contou com a presença da Senhora Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, o projeto assume-se como “um dos mais estruturantes até agora desenvolvido” como reconheceu o vice-presidente da Comunidade Intermunicipal, Paulo Almeida.

    O Projeto-piloto de Transporte Flexível a Pedido IR e VIR é uma solução desenvolvida pela Comunidade Intermunicipal Viseu Dão Lafões que tem como principal objetivo alargar e reforçar a oferta de transporte público de passageiros, garantindo uma cobertura adequada em zonas de menor densidade demográfica, nomeadamente, nos concelhos de Aguiar da Beira, Nelas, Oliveira de Frades, Santa Comba Dão, Tondela e Vouzela, conferindo, uma nova mobilidade a populações que residam em áreas que não dispõem de um serviço regular de transporte público de passageiros.

    À semelhança do transporte coletivo regular, o «IR e VIR» tem (20) circuitos com horários e paragens pré-definidas, sendo que as deslocações apenas podem ser efetuadas nesses circuitos.

    Desta forma já é possível (desde 4 de outubro) viajar, em dias úteis pré-definidos, dentro dos concelhos abrangidos, mediante reserva efetuada até às 12h (meio dia) do dia útil anterior à viagem, através do número 800 10 20 30 (chamada gratuita).

    om tarifas que podem oscilar entre os 1,05 euros e os 4,05 euros, dependendo do percurso, este projeto inovador contempla, para já, 20 circuitos, distribuídos pelos seis concelhos.

    Segundo o Vice-Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, Paulo Almeida, “Este é um projeto ambicioso da CIM na medida em que permite anular, de uma forma definitiva, carências do transporte público de passageiros nas zonas mais isoladas do nosso território, assegurando assim uma maior coesão territorial. Com esta proposta, procuramos garantir que setores da população mais isolados e com maior dificuldade de deslocação possam aceder de forma cómoda e economicamente justa aos serviços disponíveis na sede do seu concelho”.

    De acordo com a Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, “Este é um bom exemplo de utilização dos fundos europeus das regiões para promover a coesão e a qualidade de vida da população, já que assegura um serviço público mais próximo e eficiente para os cidadãos deste território, independentemente de onde vivam. Queremos apoiar projetos como este em todas as CIM do Interior. Para isso precisamos que as nossas autarquias continuem a trabalhar em conjunto pelos seus objetivos comuns, como fez, neste caso, a CIM Viseu Dão Lafões”.

    Para o Presidente do Município de Tondela José António Jesus (anfitrião da apresentação), “o ato que hoje aqui testemunhamos é um dos mais fortes contributos para a coesão. Garantir mobilidade, acesso a serviços essenciais, como aos serviços públicos, à saúde, é uma obrigação resultante do modelo de desenvolvimento que conjuntamente desejamos aprofundar.”

     

    Para mais informações, os potenciais utentes podem telefonar para o número 800 10 20 30, todos os dias úteis das 09h às 13h e das 14h às 17h, ou, em alternativa, consultar o site: https://irevir.cimvdl.pt

     

  • Fernando Ruas (PSD) regressa à presidência com maioria absoluta

    Fernando Ruas (PSD) regressa à presidência com maioria absoluta

    Se dúvidas ainda houvesse no regresso de Fernando Ruas à presidência da Câmara Municipal de Viseu, elas foram totalmente dissipadas na longa noite de 26 de Setembro. Com 46,68 por cento dos votos entrados nas urnas, o candidato do PSD (a escolha da estrutura laranja ditada pelo falecimento de Almeida Henriques), confirmou uma vitória há muito anunciada, e volta a sentar-se numa cadeira que já tinha ocupado durante 24 anos (1989 a 2013).

    Na noite do triunfo, Fernando Ruas continuou igual a si próprio. Sem perder o poder reivindicativo que o caracterizou e esgrimiu durante décadas em defesa do desenvolvimento do seu concelho, garantiu que vai exigir ao Governo as obras prometidas em Viseu ao longo dos últimos seis anos. “Vou pedir o comboio, vou pedir a autoestrada (Viseu / Coimbra), vou pedir o centro oncológico. Não os deixarei, nem um bocadinho, enquanto não explicarem aos viseenses como é que se faz política, ou se esta política é apenas para alguns”.

    Fernando Ruas reconhece que, desta vez, o combate (autárquico) foi diferente em Viseu. “Esta foi uma vitória suada e de muita gente. Mas este é o caminho. Os ministros vão aprender que têm de respeitar mais os viseenses. É isso o que esperamos para o futuro” garantiu ainda, acrescentando que as reivindicações vão ser apresentadas logo “no dia seguinte” ao da tomada de posse do novo executivo camarário.

    “Seguramente, a partir de agora o Governo vai-me ter à perna. Com elevação, como sempre procurei ter, mas vai-me ter à perna”, dixit.

    Em 2017, então liderada por Almeida Henriques, que então partiu para o segundo mandato, a lista do PSD à Câmara Municipal de Viseu conquistou 51,74% dos votos (seis mandatos), e o PS 26,46% (três mandatos).

    Contas feitas, nos próximos quatro anos o executivo municipal de Viseu passa a ser constituído por 5 eleitos do PSD (Fernando Ruas, João Paulo Gouveia, Leonor Barata, Mara Almeida e Pedro Ribeiro), e por 4 do PS (João Azevedo, Marta Rodrigues, Miguel Pipa e José Chaves). Já para as juntas de freguesia, o PSD garantiu a presidência de 21, enquanto o PS se ficou pelas quatro autarquias.

    No «campeonato» dos mais pequenos, para a Câmara Municipal, o Chega e o Iniciativa Liberal obtiveram percentagens superiores (2,95% e 2,20%) ao CDS (2,02%), BE (2,01%), PAN (1,26%) e CDU (1,17%). No entanto, nem o CDS, nem o IL conseguiram eleger representantes em nenhum órgão autárquico no concelho de Viseu, tendo o BE sido o Partido com mais eleitos (um na Assembleia Municipal e um na Freguesia de Viseu).

     

    PS CHEGA A “RESULTADO HISTÓRICO”

    A lista do Partido Socialista (PS), liderada por João Azevedo, ficou em segundo lugar na corrida à Câmara de Viseu, obtendo 38,26% dos votos.”É um resultado histórico” (…) e o reflexo de um voto de confiança dos Viseenses, a quem deixo o compromisso de que continuaremos a lutar pelo futuro e desenvolvimento do nosso concelho, para fazer ouvir Viseu junto dos centros de decisão. Porque Viseu merece mais e melhor, reclama Azevedo. Galvanizado pelos resultados, garante que daqui a 4 anos volta a candidatar-se… para ganhar.

    Para o candidato socialista, esta foi a primeira vez, em democracia, que o PS obteve 19.968 votos, tendo elegido quatro vereadores e vencido em quatro juntas de freguesia. Esta subida de 36,5% “é a maior que o PS alcança nas capitais de distrito neste ato eleitoral”, reclama João Azevedo, para quem o PS /Viseu “saiu mais forte destas eleições”.

    João Azevedo garante que as propostas que foram apresentadas para Viseu “são um desígnio”da equipa que liderou. E apontando baterias às estruturas do PSD/Viseu, sintetizou: “não serão (os elementos socialistas), nunca, daqueles que sempre disseram que as nossas propostas não iam acontecer, porque querem sempre tudo na mesma. Seremos nós a continuar a construir as soluções junto dos centros de decisão”.

     

    BLOCO PRONTO PARA MAIS QUATRO ANOS

    “Numas eleições autárquicas que repetem maiorias absolutas e soluções do passado, seremos a voz do Futuro: pela ferrovia, pelos transportes coletivos públicos, pelos direitos dos animais, pela defesa do ambiente e contra a política do betão”, sublinhou em comunicado a concelhia do Bloco de Esquerda (BE), no rescaldo do ato eleitoral.

    A eleição de uma deputada na Assembleia Municipal (Carolina Gomes), e de uma na Assembleia de Freguesia de Viseu (Catarina Vieira), assume, para o BE, “especial significado tendo em conta que, neste novo cenário, somos, em todo o concelho de Viseu, a única força de esquerda com representação nos órgãos autárquicos”.

     

     

     

  • PSD lidera 13 câmaras (7 em coligação) e PS lidera 10 no distrito

    Nos 24 concelhos do distrito de Viseu, o Partido Socialista (PS), continuou a ser o mais votado nestas eleições, apesar de ter perdido as câmaras de Lamego e Nelas para o Partido Social Democrata (PSD), recuperando, entretanto a Câmara de Mortágua. As maiores surpresas aconteceram em Lamego, com o regresso de Francisco Lopes a liderar a coligação PSD/C DS à presidência da Câmara, que «destronou» o socialista Ângelo Moura. E em Nelas, onde se candidatou a o terceiro mandato, Borges da Silva (PS) foi ultrapassado pela mesma coligação, liderada pelo ex-vereador Joaquim Amaral.

    Contas feitas, o PS venceu as autárquicas 2021 no distrito de Viseu, passando a liderar 10 (Carregal do Sal, Cinfães, Mangualde, Moimenta da Beira, Mortágua, Penalva do Castelo, Resende, Santa Comba Dão, S. Pedro do Sul e Vila Nova de Paiva) das 24 autarquias. No total, os candidatos socialistas obtiveram 40 por cento dos votos.

    Sozinho, o PSD fica a liderar as câmaras de Penedono, Sátão, Sernancelhe, Tarouca, Tondela, Viseu e Vouzela e, em coligação com o CDS-PP: Armamar, Castro Daire, Lamego, Nelas, Oliveira de Frades e Tabuaço. Em São João da Pesqueira o Movimento Independente «Pela Nossa Terra» continua a liderar os destinos da autarquia, com 58% dos votos.

    As «lutas» mais renhidas aconteceram em Lamego e Tondela. No primeiro concelho, a coligação liderada por Francisco Lopes (deixou a presidência da Câmara em 2017 por limitação de mandatos) venceu por uma diferença de 198 votos a lista liderada pelo recandidato socialista, Ângelo Moura.

    Já em Tondela, o social-democrata José António Jesus conseguiu resistir ao «ataque» do candidato socialista Joaquim Coutinho, e partiu para o terceiro mandato obtendo 45,57% dos votos no concelho, contra os 40,68% dos socialistas. Uma diferença de apenas 771 votos, naquela que foi a sua mais difícil eleição na presidência da Câmara Municipal.

    Surpresa houve também em Oliveira de Frades, onde o independente e recandidato Paulo Ferreira, a liderar a lista «Nós Cidadãos», viu a presidência da Câmara passar para a coligação PSD-CDS, liderada por João Valério.

    Surpresa (ou talvez não) também na eleição de Alexandre Vaz em Sátão. Depois de já ter liderado a Autarquia ao longo de três mandatos (2005 a 2017), passando depois a ser o vice de Paulo Santos, Vaz aceitou encabeçar em 2021 a lista do PSD e obteve 48% dos votos contra os 40,41% do candidato socialista Vítor Figueiredo. Uma diferença de 577 votos.

    Em Mangualde, onde o Partido Socialista, agora liderado por Marco Almeida, manteve a presidência, o Chega conseguiu eleger um vereador. Foi o terceiro Partido mais votado com 11,39%, enquanto o PS obteve 54.82% e o PSD/CDS-PP 25,67%. O movimento «Nós, Cidadãos» a conseguir o mesmo feito em Vila Nova de Paiva.

  • José Costa toma posse e anuncia “novo ciclo” no Politécnico de Viseu

    José Costa toma posse e anuncia “novo ciclo” no Politécnico de Viseu

    José dos Santos Costa tomou posse do cargo de Presidente do Instituto Politécnico de Viseu (IPV), na sequência da sua eleição, em 29 de junho último. Desenvolvimento, cooperação e mais investimento, são as áreas que o novo presidente, que sucede no cargo João Luís Monney Paiva, vai privilegiar no mandato que agora iniciou (2021/2025).

    No discurso de tomada de posse, no qual recordou e enalteceu todos os que contribuem para o “engrandecimento da instituição”, não esquecendo os que “fizeram parte desta família institucional”, José Costa prometeu “um novo ciclo” na Instituição a que agora preside. Destacou, como pontos fundamentais o contributo do IPV para o desenvolvimento da região em que se insere, a internacionalização e cooperação, bem como o investimento em infraestruturas, nomeadamente das escolas superiores de Educação e Agrária e do próprio campus Politécnico.

    Na mesma cerimónia, o novo presidente do IPV anunciou a criação do Centro de Transferência e Dinâmica do Conhecimento”, uma valência que visa “melhorar e contribuir para o desenvolvimento, o bem-estar e harmonia da população, através da partilha de informações com entidades da sociedade civil, municípios, indústria e comércio”. “O centro será o rosto do IPV na zona da CIM Viseu Dão Lafões, CIM Douro, CIM Tâmega e Sousa, CIM Beiras e Serra da Estrela e CIM Coimbra, podendo estender-se para outras regiões”, acrescentou.

    José Costa reclamou ainda a realização de obras “necessárias e prementes”, quer na Escola Superior Agrária, quer na Escola Superior de Educação. A primeira porque continua em instalações “inadequadas” e a necessitar de um novo espaço de ensino e, a Superior de Educação, a funcionar na antiga Escola do Magistério Primário, porque está a precisar de um novo teto.

    “Apesar de ser um edifício emblemático, com uma história fantástica, entendemos que já não corresponde de forma adequada à exigência da academia e da comunidade que a visita e frequenta. Estaremos determinados junto do poder central e do local para conseguirmos financiamento para edificarmos um novo espaço para a Escola Superior de Educação de Viseu”, garante José Costa.

    No decurso das cerimónias foram ainda empossados os Vice-Presidentes que completam a nova equipa dirigente do Instituto Politécnico de Viseu, para os próximos quatro anos: Professora Helena Vala, Professor João Vinhas, Professor João Paulo Balula.

     

    DE VÁRZEA DE CALDE PARA A PRESIDÊNCIA

    Natural de Várzea de Calde, no concelho de Viseu, José dos Santos Costa tem dedicado o seu percurso profissional ao ensino e às Ciências da Saúde, área na qual é doutorado pela Faculdade de Medicina da Universidade de Salamanca. Obteve o grau de mestre em Ciências de Enfermagem pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto, e é licenciado em Medicina Dentária pela Universidade Católica Portuguesa. Docente da Escola Superior de Saúde de Viseu, desde 1991, foi Vice-Presidente do Politécnico de Viseu de 2009 a 2017.

  • Centro Hospitalar com mais 12 camas no serviço de Medicina Intensiva

    Centro Hospitalar com mais 12 camas no serviço de Medicina Intensiva

    O Centro Hospitalar Tondela-Viseu (CHTV) está a ampliar o Serviço de Medicina Intensiva, aumentado de 8 para 20 o número de camas disponíveis. As obras, já em curso, num investimento superior a três milhões de euros, têm conclusão prevista até ao final do ano.

    Para Nuno Duarte, presidente do Conselho de Administração do CHTV, “trata-se de uma obra essencial para melhorar o acesso da população aos cuidados de saúde. Portugal está abaixo da média europeia em número de camas de medicina intensiva, com este projeto estamos a criar as condições necessárias para responder às necessidades dos utentes”.

    Para além do aumento do número de camas, a intervenção prevista vai dotar o Serviço de Medicina Intensiva de uma maior capacidade no tratamento dos doentes com doença aguda, através da dotação de melhores equipamentos.

  • Viseu homenageou personalidades e entidades no Dia do Município

    Viseu homenageou personalidades e entidades no Dia do Município

    João Caiado, Capitão Arnaldo Costeira, Ernesto Paes de Almeida, Manuel Almeida Lucas e António José Marques de Matos Almeida, foram as personalidades galardoadas no Dia do Município de Viseu. Às individualidades, juntam-se três coletividades do concelho, nomeadamente o Dínamo Clube Estação, a Casa de Saúde de São Mateus e o Centro de Apoio a Deficientes de Santo Estevão, também estas aprovadas em sessão camarária para atribuição de galardões municipais.

    João Caiado tem um longo percurso na área Educativa e, nos últimos 30 anos destacou-se como Diretor do Agrupamento de Escolas Infante D. Henrique, em Repeses. Ernesto Paes de Almeida é homenageado em virtude da recente doação ao Museu Nacional Grão Vasco de uma coleção de obras de arte de grande valor. Já no caso de Manuel Almeida Lucas, o Município vem reconhecer o percurso empreendedor e inovador que fez no concelho e na região, onde se dedicou à área da restauração. António José Marques de Matos Almeida é distinguido pela carreira como cavaleiro, durante a qual conquistou vários prémios e vitórias para Viseu.

    Entre as coletividades, foi homenageado o Dínamo Clube Estação que, ao longo de 50 anos de existência, formou milhares de jovens viseenses em diferentes modalidades desportivas. A Casa de Saúde de São Mateus, que este ano celebrou 60 anos de vida, recebeu a Medalha de Mérito por todo o trabalho desenvolvido em prol da saúde dos viseenses.

    Também na área da Saúde, foi ainda galardoado o Centro de Apoio a Deficientes de Santo Estêvão, pelo apoio e promoção da qualidade de vida de pessoas com deficiência profunda. Foi ainda aprovada a atribuição da Medalha de Valor e Altruísmo ao Capitão de Abril Arnaldo Costeira, responsável pelo comando da Companhia Operacional do Regimento de Infantaria 14, de Viseu, durante a revolução dos cravos.

    Saliente-se que o Dia do Município de Viseu será ainda marcado pela homenagem ao antigo Presidente da Câmara. António Almeida Henriques foi distinguido com a Medalha de Ouro do Município e com o Viriato de Ouro, a mais elevada condecoração de Viseu, aprovada em Assembleia Municipal.

  • «Ser ou não ser» inspira temporada no Teatro Viriato

    «Ser ou não ser» inspira temporada no Teatro Viriato

    Entre Setembro e dezembro, o Teatro Viriato, em Viseu, acolhe três estreias absolutas. “Filmitis vs. Reinitis”, um cine-concerto com Edgar Pêra e Rui Reininho, em parceria com o Cine Clube de Viseu, integrado na programação do ciclo vistacurta; “Aleksei ou a Fé”, com encenação, dramaturgia e interpretação de Sónia Barbosa; e “Flores em Ti”, um projeto do grupo residente Dançando com a Diferença.

    Da relação de cumplicidade com o Cine Clube de Viseu, surge também uma reedição em parceria do livro de poesia de Rui Reininho, “Sífilis versus Bílitis”. E no campo das parcerias, de salientar a participação no “MEXE – 6º Encontro Internacional de Arte e Comunidade”.

    A temporada abriu no dia 22 de setembro com concerto de Dino D’Santiago, e fecha em Dezembro, com Sara Barros Leitão.

    É sob o signo de Hamlet e do seu mais célebre excerto, “to be, or not to be” que decorre a última temporada de 2021 no Teatro Viriato. Se estamos habituados a olhar para a tradução desta passagem como “ser ou não ser”, “estar ou não estar” é também uma tradução possível no contexto (crise pandémica) em que foi programada. É, por isso, “uma síntese e uma conclusão do que foi este ano e meio, que agora fecha com chave de ouro: o solilóquio de Guilherme Gomes, tendo justamente como tema  o texto de William Shakespeare, justifica a directora artística, Patrícia Portela.

    Até 16 de dezembro, o Teatro Viriato irá ocupar uma loja no Forum Viseu: a “Meia Dose”. Aberta ao público de quarta-feira a domingo, das 12h às 18h, o espaço tem desde já uma programação semanal que inclui performances, apresentações de livros, conversas, vídeos, exposições.

    Esta iniciativa surge de uma parceria entre o Teatro Viriato, Forum Viseu e a Movecho e vai permitir, ao longo de quase quatro meses, conhecer outras perspetivas da programação do Teatro e acolherá também a exposição “Temporadas Desenhadas”, na qual será possível conhecer os trabalhos de Bárbara Assis Pacheco, Alice Geirinhas e Pedro Vieira, artistas que em 2021 criaram as imagens desta temporada.

    A produção musical nacional volta a estar em destaque com o ciclo de música Galeria Zé dos Bois, no qual Tristany apresentará no palco do Teatro Viriato o seu álbum, e Maria Reis irá apresentar o resultado da sua residência artística no Teatro Viriato com cordofones da Beira Alta e do Minho.

    A par com a programação regular, o Teatro Viriato continua a promover o projeto “Blind Book Date”, através do qual desafia os espectadores a marcarem um encontro às cegas com os livros escolhidos pelos artistas que integram a programação.

    O “K Cena – Projeto Lusófono de Teatro Jovem” irá decorrer de outubro de 2021 a março de 2022, em formato presencial e online, permitindo a quatro grupos de teatro separados por milhares de quilómetros ensaiar em conjunto e construir uma peça a partir dos “Gráficos da Cidade e das Coisas”, escritos por Gonçalo M. Tavares para o Teatro Viriato, durante 2020.