Autor: admin

  • G.D- «Os Ribeirinhos» dá nome a rotunda de Viseu

    G.D- «Os Ribeirinhos» dá nome a rotunda de Viseu

    Por: O. Coelho

    Depois da inauguração de várias avenidas na cidade, também o «Grupo Desportivo «Os Ribeirinhos» têm agora gravado o nome na rotunda localizada junto do supermercado Continente. O clube com 55 anos de história vê assim, o “presente de aniversário” de todos estes anos. Até porque se trata de uma avenida muito movimentada e escolhida para a passagem dos atletas em treino diário ou “domingueiro”.
    Este projeto foi apresentado em reunião da Freguesia de Viseu, a 4 de maio de 2017 e aprovado em A.G. no dia 19 de junho por unanimidade.
    O Clube cujo lema é «presuntus et vinus tintus», tem como objetivo principal a captação de jovens para a modalidade / atletismo e “enriquecer” a Escolinha do GDR.

  • Rede Cultural Viseu Dão Lafões: Reagendar é palavra de ordem

    Rede Cultural Viseu Dão Lafões: Reagendar é palavra de ordem

    A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões está a investir mais de 250 mil euros na realização, no âmbito da Rede Cultural e até ao final de Setembro, de mais de 40 eventos culturais nos 14 municípios do território. Na apresentação dos eventos, a CIM tranquilizou os parceiros e garantiu que a pandemia não será pretexto para cancelar espectáculos. A alternativa será sempre o reagendamento.

    “Era mais fácil baixar os braços e não fazer nada, porque estamos em pandemia. Mas não quisemos isso. Trabalhámos com os agentes culturais e cada concelho fará a sua avaliação para a realização do espectáculo de acordo com a agenda, privilegiando sempre os reagendamentos”, assegurou o secretário executivo da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho.

    A mesma convicção foi reiterada por alguns presidentes de câmara presentes na sessão de apresentação do Programa. “A palavra «cancelado», não faz parte do vocabulário. O que poderá acontecer é suspender e/ou reagendar o espectáculo”, garantiram.

    Nuno Martinho destacou ainda o facto de cerca de 90 por cento dos espectáculos serem pensados e trabalhados para ocorrerem ao ar livre. Pelo que “o controlo nos acessos e a obrigatoriedade da higienização individual não se limitam apenas às sedes dos concelhos mas também às diferentes freguesias”.

    Cruzando diversas linguagens e conteúdos, a Programação Cultural em Rede da Região Viseu Dão Lafões, através de cinco propostas culturais, “procura celebrar a vida e os espaços do território, tirando melhor partido dos dias longos”.

    Resultado de um trabalho de colaboração entre a CIM e os agentes culturais e artísticos da região e das propostas apresentadas, o programa procura ainda dar continuidade à rede cultural de cooperação intermunicipal que tem vindo a ser implementada no território e que tem permitido promover a itinerância de conteúdos artísticos, bem como contribuir para a estruturação de um produto regional de características ímpares.

    Cofinanciada por fundos comunitários através do Programa Operacional Centro 2020, os mais de 40 espectáculos programados envolvem cinco entidades culturais: a Contracanto Associação Cultural («Só queria que me saísse…Dão”!) Teatro do Montemuro («Mentir a quanto obrigas»); ACERT («Desafios»); AMAD – Associação de Músicas e Artes do Dão («Bandas Filarmónicas Lab»); e o Zé Mágico com «Le Magicien», um espectáculo a solo pelas aldeias do território “na esperança de recuperar a glória de outros tempos”. O primeiro foi realizado em Santa Comba Dão.

    Porque alguns dos eventos são apresentados fora da sede do concelho, as datas e os locais serão sempre actualizadas na página da internet da Rede Cultural Viseu Dão Lafões.

  • Carlos Lopes dá nome à pista de atletismo do Fontelo

    Carlos Lopes dá nome à pista de atletismo do Fontelo

    A nova pista de atletismo de Viseu, que se encontra ainda em construção, já tem designação aprovada. O Executivo municipal decidiu hoje, em reunião de Câmara, atribuir do nome do antigo campeão de atletismo Carlos Lopes àquela estrutura. A pista de atletismo está incluída na obra de requalificação do Estádio Municipal de Viseu, um investimento global de 1,4 milhões de euros.

    “Carlos Lopes é o eterno campeão olímpico português. É um atleta viseense, nascido em Vildemoinhos há 74 anos, que levou muito longe o nome de Viseu. Tenho a certeza que esta é a escolha mais acertada para a designação da nova pista de atletismo e serve também como uma homenagem justa e merecida”, explica Conceição Azevedo, Presidente da Câmara Municipal de Viseu.

    Carlos Lopes foi um dos melhores atletas da sua geração e uma referência mundial do atletismo de longa distância. A 12 de agosto de 1984, venceu a prova da maratona nos Jogos Olímpicos de Los Angeles, tornando-se o primeiro português a receber uma medalha de ouro no mais importante evento desportivo a nível mundial.

    Recorde-se que a intervenção de requalificação envolve também a instalação de um novo relvado no estádio municipal e respetivas infraestruturas de drenagem de águas pluviais, rede de abastecimento de água e rede de rega. A construção das novas pistas de atletismo em tartan, incluirá todos os equipamentos para a prática das diversas disciplinas de atletismo.

    Com estas obras, reforça-se um ciclo de investimento no Complexo Desportivo do Fontelo, nomeadamente no Pavilhão Gimnodesportivo, a requalificação e eficiência energética nas piscinas, para além dos novos relvados e melhoramentos no Campo 1º Maio, Futebol de 7, José Alves Madeira e Futebol de 5. A estas, junta-se ainda a requalificação dos dois campos de ténis, a ampliação do sistema de iluminação do espaço de Rugby, bem como múltiplas melhorias efetuadas, que incluíram novas cadeiras, casas de banho e bares, entre outras.

    Acresce ainda o Skate Park, que está a ser alvo de intervenção, e integra também o complexo.

  • As quatro subidas épicas do Viseu Dão Lafões Riders Challenge

    As quatro subidas épicas do Viseu Dão Lafões Riders Challenge

    Após o sucesso da primeira edição, a Comunidade Intermuncipal (CIM) Viseu Dão Lafões tem em marcha a segunda edição do Viseu Dão Lafões Riders Challenge. Neste desafio de ciclismo de estrada, a decorrer até 15 de setembro, os participantes são desafiados a cumprir quatro circuitos, cujos percursos integram as quatro Subidas Épicas| Viseu Dão Lafões: S. Pedro do Sul – Arada (S. Pedro do Sul); Castro Daire – Montemuro (Castro Daire); Campo de Besteiros – Caramulinho (Tondela); Vouzela – Adsamo (Vouzela).

    Embora as componentes de superação e de descoberta continuem a ser os condimentos principais de atração, a componente competitiva está presente, através do registo do tempo que os participantes demoram a percorrer cada uma das etapas.

    Este desafio foi desenvolvido num formato que permite incrementar a dinâmica de descoberta do território, potenciando o tempo de permanência dos atletas, causando um impacto direto nos agentes locais ligados ao turismo.

    Procurando dinamizar a atratividade deste evento para os agentes turísticos da região e para os atletas, a CIM Viseu Dão Lafões deu uma especial atenção à estruturação de parcerias com as unidades de alojamento e de restauração, exemplo disto é a criação do “Rider Card” (cartão digital), que promove, junto dos atletas e acompanhantes, o acesso a condições especiais nas reservas de alojamento e restauração

    Para o Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho, “Este desafio surge no âmbito da estratégia que a CIM  delineou, de ativação da região enquanto destino de turismo natureza e desportivo, através do desenvolvimento de um produto compósito no domínio do Walking & Cycling que alia percursos pedestres, Ecopistas, Centros de BTT e Trail às Subidas Épicas, com o objetivo de atrair para o território uma dinâmica e animação permanente.”

    “Com esta iniciativa, a CIM pretende assegurar a  ativação do destino Viseu Dão Lafões enquanto referência para o Turismo Desportivo, em particular para o Ciclismo de Estrada, em torno das quatro Subidas Épicas traçadas nas encostas das Serras do Caramulo, Arada e Montemuro”, concluiu o Secretário Executivo.

    De acordo com o Presidente da Câmara Municipal de Castro Daire, Paulo Almeida, “Estas iniciativas são importantes para o território na medida em que  dinamizam a economia e ajudam a promover a atratividade, ao longo de todo o  ano, junto de novos públicos.

     

     

  • Cine Clube de Viseu conquista prémio em Festival na Flórida

    Cine Clube de Viseu conquista prémio em Festival na Flórida

    O VALE DO AUROTNI é uma curta-metragem de animação inspirada na Arte Rupestre do Vale do Côa, realizada por crianças e jovens numa iniciativa conjunta entre o Cine Clube de Viseu e Museu do Côa. A 6.ª edição do Florida Animation Festival atribuiu ao filme desenvolvido em Vila Nova de Foz Côa o 1º prémio na categoria de filmes realizados por crianças e jovens!

    O Florida Animation Festival realizou-se em formato online e no histórico All Saints Cinema, em Tallahassee, capital da Florida. Este pequeno filme, orientado pela realizadora Graça Gomes e concluído em 2020, é fruto do projecto educativo Cinema para as Escolas, criado no ano-lectivo 1999/2000 pelo Cine Clube de Viseu, num passo pioneiro a nível nacional nos projectos de sensibilização de novos públicos para o cinema e audiovisual, e que persiste, em 2021, na sua missão de dinamizar propostas educativas na área do cinema, o pensamento crítico e a cultura artística.

    O Vale do Aurotni pode ser visto online, sem custos, no canal YouTube do Cine Clube de Viseu, onde também estão disponíveis dezenas de outros pequenos filmes realizados com crianças e jovens de escolas de Viseu e não só – como Mar-me-Quer, realizado nas escolas inscritas no Projecto Pequeno Cinema no ano lectivo 2018/19, ou a Magia do Ferro (2019), criado pelos alunos da EB Arnaldo Malho.

  • Direção da Cultura do Norte abre delegação em Lamego

    Direção da Cultura do Norte abre delegação em Lamego

    O concelho de Lamego vai receber um novo serviço da Direção Regional de Cultura do Norte (DRCN). De acordo com o protocolo celebrado entre esta entidade e a Câmara Municipal, o novo serviço (o primeiro em muitos anos), terá como principal objectivo acolher uma equipa de trabalho especializada que passará a dispor de um espaço exclusivo para desenvolver as suas atividades, nomeadamente as relativas à área da conservação e do restauro.

    Para Ângelo Moura, presidente da Câmara Municipal de Lamego “trata-se de um passo muito importante em termos da aproximação dos serviços do Estado que desta forma conseguirão assegurar todas as suas valências, num local próprio e permanente, e com condições dignas e adequadas à realização das suas funções”.

    O acordo estabelecido vem também permitir “uma maior proximidade entre todas as partes envolvidas assim como implementar uma nova dinâmica em termos da dinamização e promoção do património histórico e cultural de Lamego”.

  • José Costa é o novo presidente do Politécnico de Viseu

    José Costa é o novo presidente do Politécnico de Viseu

    Em reunião do Conselho Geral, que decorreu a 29 de junho, o professor José dos Santos Costa foi eleito Presidente do Politécnico de Viseu (PV) para o quadriénio 2021/2025. A eleição começou com a audição pública dos dois candidatos a efetuaram a apresentação dos seus programas de ação, seguindo-se um período de esclarecimentos e, finalmente, a votação.

    Votaram os 30 elementos que compõem o Conselho Geral do PV, com o resultado de 23 votos para o professor José dos Santos Costa e 7 para o professor João Monney Paiva.

    O professor José dos Santos Costa, que sucede no cargo ao professor João Monney Paiva, é doutorado em Ciências da Saúde pela Faculdade de Medicina da Universidade de Salamanca, tem o grau de mestre em Ciências de Enfermagem, atribuído pelo Instituto de Ciências Biomédicas Abel Salazar da Universidade do Porto, e é licenciado em Medicina Dentária pela Universidade Católica Portuguesa. Docente da Escola Superior de Saúde de Viseu, desde 1991, foi vice-presidente do Politécnico de Viseu de 2009 a 2017.

    O Conselho Geral do PV é constituído por 21 elementos internos: 16 são representantes dos professores e 5 representantes dos estudantes. O Conselho Geral completa-se com nove personalidades externas, membros de reconhecido mérito, representantes da comunidade

  • Aplicação «made in Viseu» revoluciona mobilidade no concelho

    Aplicação «made in Viseu» revoluciona mobilidade no concelho

    O Município de Viseu acaba de lançar a nova APP e o novo site do MUV. Com a nova aplicação e a entrada em funcionamento do «Telebus», os utentes dos transportes coletivos, têm agora, na palma da mão, novas ferramentas de consulta, informação e utilização. “O nosso sistema de transportes é agora mais simples, integrado e inovador, com funcionalidades que confirmam o posicionamento de Viseu como smart city”, sublinhou a Presidente da Câmara, Conceição Azevedo, na apresentação da aplicação e novo site do MUV.

    Marcar uma viagem de Telebus, saber a localização dos autocarros em tempo real, carregar passes e bilhetes pré-comprados, descobrir o melhor trajeto para realizar uma viagem de transportes públicos e saber previamente se há lugares vagos nos parques de estacionamento da cidade são algumas das funcionalidades agora à disposição dos viseenses.

    “O Telebus é a grande novidade da APP. É o sistema de transporte a pedido para as freguesias de baixa densidade”, sublnhou o vice-presidente da Câmara Municipal, João Paulo Gouveia.

    Com a APP e através do novo site do MUV, os utilizadores podem agendar viagens entre o centro da cidade e determinados pontos das Freguesias de Calde, Cavernães, Côta, Ribafeita, S. Pedro de France e União de Freguesias de Barreiros e Cepões. Selecionam o ponto de partida e de destino desejados, decidem se querem partilhar a viagem e dirigem-se ao ponto de partida na data marcada. No final da viagem, pagam ao condutor.

    O Telebus também está disponível para os utilizadores que não possuam acesso à internet ou um smartphone. Neste caso, devem solicitar a ajuda da respetiva Junta de Freguesia para efetuar o registo na plataforma do MUV. A partir do registo, os utilizadores passarão a poder agendar estas viagens via chamada telefónica.

    “Inicialmente, o serviço vai funcionar através dos nossos taxistas, que para integrarem o sistema devem contactar a Berrelhas, Empresa de Camionagem”, acrescentou João Paulo Gouveia.

    No que toca aos autocarros, a APP mostra aos utilizadores a localização dos veículos em tempo real. Também permite a consulta dos horários e das paragens de todas as linhas concelhias e urbanas. É também possível carregar passes e bilhetes pré-comprados na APP, função que promove a digitalização e simplificação deste procedimento.

    Na nova plataforma, o Município dá também “mais um passo na evolução do MUV Park”. A partir de agora é possível consultar a localização, lotação, horários e tarifas dos Parques e Zonas de Estacionamento do centro da cidade. No caso dos Parques fechados, é possível consultar os lugares disponíveis em tempo real.

    No que toca ao MUV Bike, a aplicação mostra os troços da Rede Urbana de Ciclovias, cuja primeira fase de construção já se encontra a decorrer. Futuramente, o Município implementará o serviço de “Bike Sharing”, que também funcionará através da aplicação. Permite ainda consultar os pontos de interesse turístico da cidade e saber quais os que se encontram mais próximos da localização atual de quem a utiliza. O mesmo acontece para os postos de combustível da cidade, incluindo os respetivos horários.

    “A versatilidade da APP vê-se no facto de servir utilizadores e ‘não utilizadores’ do MUV, para além de turistas e visitantes. É útil a todos os públicos”, concluiu João Paulo Gouveia.

    Para utilizar a APP, o utilizador só precisa de a descarregar para o seu smartphone e registar-se. É gratuita e possui uma versão para Android e outra para iOS.

    O sistema foi desenvolvido pela Softinsa em estreita articulação com o Município de Viseu. A empresa é especialista em serviços de gestão e desenvolvimento de aplicações e é uma subsidiária da IBM, que possui um Centro de Inovação em Viseu.

  • Festival «Que Jazz é Este?» regressa de 21 a 25 de julho

    Festival «Que Jazz é Este?» regressa de 21 a 25 de julho

    A cumprir e 9ª edição, o Festival «Que Jazz É Este?» está de volta a Viseu, de 21 a 25 de Julho. Cinco dias, oito espaços para a apresentação de dezasseis concertos e ainda uma mão cheia de concertos ao domicílio, um workshop de jazz, conversas, oficinas e vinte horas de rádio num festival que pauta pela diversidade quer nas estéticas e linguagens musicais que integra quer nas diferentes possibilidades de práticas culturais e artísticas e nos espaços que ocupa.

    Promovido pela Gira Sol Azul, Que Jazz É Este? é um festival financiado pelo programa Viseu Cultura do Município de Viseu e conta com vários importantes parceiros e mecenas locais e nacionais que têm contribuído para a afirmação do festival como um projeto de relevo e prestígio na região centro.

    Privilegiando a ocupação de jardins e espaços exteriores, é nos claustros do Museu Nacional Grão Vasco que o contrabaixista e compositor Miguel Ângelo apresenta o seu novo projeto, MAU, com um trabalho político e conceptual que tem inspiração na obra imorredoura de Thomas More.

    Pelo Parque Aquilino Ribeiro, passam o trio virtuoso de Edu Miranda num concerto especial com a cantora irreverente Luanda Cozetti, o guitarrista Femi Temowo que partilha a sua música inovadora sob a influência das canções do povo Yoruba e outras sonoridades de origem africana, o colectivo Gira Sol Azul que reune músicos da região de Viseu e Tony Momrelle, um dos músicos da soul mais emocionantes e significativos do palco britânico moderno, e ainda os Carapaus Afrobeat num concerto que reverencia a música africana e promete não deixar ninguém parado.

    InnerVille, projecto emergente que se move entre HipHopLand, SoulBlock, RnBHill, JazzHeights e FunkPark apresenta-se no âmbito da parceria com o Carmo’81 nos jardins da Escola Profissional Mariana Seixas e o jardim da Casa do Miradouro, que é também palco Inatel, acolhe os concertos de ¡Golpe! em parceria com a Robalo Music, Vessel Trio sob o carimbo Porta Jazz e ainda Carlos Peninha Quarteto.

    A mais emblemática sala de espectáculos da cidade, o Teatro Viriato, acolhe um concerto que promete ficar na memória com Orquestra de Jazz de Espinho e o versátil e brilhante Mário Costa na bateria e composições. A Pousada de Viseu, situada no edifício histórico do antigo hospital da cidade, acolhe Luís Figueiredo num concerto intimista a solo onde a improvisação livre ocupa um lugar de destaque.

    As rúbricas Jazz na Rua e Jazz ao Domícilio que têm como principal objectivo fazer a música atravessar-se no caminho das pessoas, vêem renovadas as parcerias com escolas profissionais de música da região, contando com apresentações de combos de jovens músicos que vêm contagiar a cidade com a energia do jazz todos os dias do festival.

    Para além da oferta eclética e de qualidade de concertos, o festival continua a ser um espaço de criação de dinâmicas e oportunidades de formação e profissionalização na área da música. Exemplo disso é a realização do 13.º Workshop de Jazz de Viseu, este ano sob a orientação dos MAU (Miguel Ângelo, Mário Delgado e Mário Costa), que propõem ‘cruzar ideias, inspirações e encontrar respostas difíceis para a longa mas gratificante aprendizagem do Jazz e da música improvisada’. O concerto de apresentação acontece no jardim do Hotel Grão Vasco. Acontecem também duas oficinas de música (uma em forma de orquestra de guitarras eléctricas outra que explora a ideia de rádio pirata) dirigidas ao público em geral.

    O Que Jazz É Este? apresenta ainda um ciclo de conversas que visam ser um espaço de partilha e reflexão sobre algumas questões importantes relacionadas com a gestão de carreira dos artistas e a Rádio Rossio, a improvisar desde 2015, este ano a partir da caravana instalada no Parque Aquilino Ribeiro, emite vários programas de autor de autor recheados com entrevistas, música e conversas inesperadas.

  • A Palavra e as Linguagens que inspiram os Jardins Efémeros 2021

    A Palavra e as Linguagens que inspiram os Jardins Efémeros 2021

    Estão de volta e marcam (re)encontro com a cidade de Viseu e as suas gentes, de 3 a 11 de Julho. São os Jardins Efémeros, que cumprem este ano a sua 9ª edição, e a oferecerem a viseenses e visitantes uma programação inclusiva, com eventos gratuitos e em espaço público, aos quais habitualmente não têm acesso.

    Artes Visuais, Arquitetura, Som, Cinema, Pólis, Oficinas, Mercados e Teatro & Dança”, são as categorias em que assenta uma programação inspirada este ano na Palavra e nas Linguagens, que tem Rui Reininho como um dos destaques.

    “Sob o tema «A Palavra e as Linguagens», não poderíamos encerrar da melhor maneira a nona edição dos Jardins Efémeros, com um concerto de Rui Reininho, acompanhado por instrumentistas soberbos, com quem apresentará o álbum, prestes a sair: o «20.000 Éguas Submarinas», revelou a directora do evento, Sandra Oliveira, que o classifica o álbum em estreia, “se não o melhor, seguramente um dos melhores feitos em Portugal”.

    Sandra Oliveira subinha ainda a presença, pela primeira vez em Portugal e em concertos a solo, de Lyra Pramuk, HeatherLeigh, Bendik Giske e Deena Abdelwahed, que se distribuem pelos palcos do Parque Aquilino Ribeiro (onde se concentra a maioria dos eventos) e do Teatro Viriato.

    “A utilização dos espaços icónicos do centro da cidade, este ano com maior incidência no belíssimo Parque Aquilino Ribeiro reconfigurado, possibilita aos cidadãos uma experiência singular. Os concertos, as exposições, as performances e outras atividades culturais propostas têm como objetivo sensibilizar a população e os visitantes para a cidadania e valorização do património natural e edificado, respeitando-o profundamente”, acrescenta Sandra Oliveira

    O Teatro Viriato será palco de espetáculos híbridos como Territoire Éphémères, da compositora, bailarina Dasha Rush, com a colaboração do bailarino Valentin Tszin e com o artista digital Alex Guevara. As quatro apresentações culminarão com a peça híbrida “NKSI”, sob a direção de Gil Mac.

    De forma a “impedir picos de loucura e de promover o encontro de pessoas saudavelmente, sem histerias”, os concertos prolongam-se até até à meia-noite e de forma segura. “O que nos permite trabalhar ainda melhor esse aspeto”, conclui a directora dos Jardins Efémeros.