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  • Estratégia de Habitação prevê resolução de 435 residências de carência em Viseu

    Estratégia de Habitação prevê resolução de 435 residências de carência em Viseu

    A Estratégia Local de Habitação (ELH), prevê a resolução de 435 situações de carência habitacional em Viseu, num esforço financeiro estimado de 45 milhões de euros, 37 milhões dos quais respeitantes ao programa nacional “1º Direito”, e à implementação do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR) financiado pelo Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana (IHRU).

    Numa visita a duas habitações, uma já reabilitada ao abrigo daquele programa, em Travassós de Orgens, e outra em processo de reabilitação, em Queirela de Bodiosa, o presidente da Câmara Municipal de Viseu, Fernando Ruas destacou “o empenho da Autarquia em tudo fazer para que, em todas as freguesias do concelho, os munícipes possam ter acesso a uma habitação mais justa e adequada”.

    Fernando Ruas esclareceu ainda que o financiamento extraordinário aplicado na habitação, veio fortalecer o investimento neste setor, “mas não o criou de raiz”. “Esse é  um trabalho de muitos anos e muita responsabilidade da autarquia para com a comunidade”, concluiu.

    Foi nesse sentido, e após diagnóstico e identificação das principais carências habitacionais do concelho de Viseu, que foi definida a Estratégia Local de Habitação de Viseu para o período temporal 2019/2025. Nesta, fica vincado que a resposta a essas carências se deve apoiar em programas municipais como o “Viseu Habita” e o “Viseu Solidário”, e ainda fortalecida com programas nacionais, de onde se destaca o “1º Direito”.

    Resultados deste esforço são a reabilitação do Bairro Municipal da Cadeia, a melhoria da eficiência energética em habitação social, a construção de nova habitação social e a transformação de espaços de serviços em fogos de habitação social. Mas, sobretudo, o Município pretende abandonar o estereótipo de habitação em contexto de bairro social e garantir novas e diferenciadas respostas, através da aquisição e reabilitação de edifícios, na Área de Reabilitação Urbana e, principalmente, nas freguesias periféricas, “contribuindo assim, de forma indelével, para a coesão social e territorial do concelho”.

    O Município de Viseu “assume, assim, um papel determinante no cumprimento e melhor execução de políticas que garantam o cumprimento do artigo 65º da Constituição da República Portuguesa, que consagra o princípio fundamental de que todos têm direito, para si e para a sua família, a uma habitação de dimensão adequada, em condições de higiene e conforto e que assegure a intimidade pessoal e privacidade familiar”.

  • Lobby ibérico quer comboio em Viseu

    Lobby ibérico quer comboio em Viseu

    Incentivar o Transporte Ferroviário do Corredor Atlântico no Lanço Ibérico (Aveiro – Viseu – Guarda – Salamanca) e a sua ligação a Madrid, foi o motivo que juntou ontem Viseu, várias entidades portuguesas e espanholas. Todas movidas pelo objetivo expresso de impulsionar um projeto que afirmam ser absolutamente decisivo para os dois países.

    A declaração conjunta resultante deste encontro alargado, exorta ambos os governos nacionais a três decisões fundamentais: impulsionar a via de conexão daquele corredor atlântico com a respetiva ligação a Madrid, “por forma a facilitar uma mobilidade eficiente de passageiros e mercadorias por transporte ferroviário entre Espanha e Portugal; garantir a implementação de comboios de alta velocidade nesta conexão ferroviária que permita o desenvolvimento económico regional e gere oportunidades para novas iniciativas empresariais que favoreçam umas perspectivas de futuro renovadas para atrair e fixar população; e, avançar neste projeto decisivo que beneficiará, não apenas as nossas empresas, mas também o desenvolvimento sustentável e a prosperidade dos nossos territórios”, sublinharam.

    O Encontro de ontem sucedeu a um primeiro, realizado a 9 de Janeiro, em Salamanca, durante o qual as mesmas entidades portuguesas e espanholas discutiram acaloradamente o mesmo tema.

    Fernando Ruas, presidente da Câmara Municipal de Viseu, que participou no “Encontro para o Impulso do Transporte Ferroviário do Corredor Atlântico – tramo Ibérico – Aveiro – Viseu – Salamanca”, admitiu então aos jornalistas que “este é um assunto importante, e sensível, dado o interesse de outras autarquias, ou comunidades do país interessadas nesta passagem ferroviária. Mas demarca uma posição afincada na luta pela garantia do regresso da ligação ferroviária à cidade de Viseu, materializada numa declaração conjunta de incentivo à criação do corredor ferroviário”. O aconteceu esta semana em Viseu.

    Ainda na reunião, em Salamanca, foram discutidas as escassas ligações ferroviárias entre Portugal e Espanha, o impacto destas limitações na mobilidade de pessoas e mercadorias, e o obstáculo criado que impede o crescimento económico de ambos os países.

    Nesse sentido, foi realçado a importância e preponderância que o corredor ferroviário Aveiro – Viseu – Salamanca pode ter na resolução destas dificuldades, fortalecendo a competitividade das linhas já existentes, otimizando os traçados e eletrificando a rede, melhorando as infraestruturas de circulação, tornando-a fluida e regular entre Portugal e Espanha.

    Na reunião de ontem realizada na Quinta da Cruz, para além do presidente da Câmara Municipal de Viseu, participaram no Encontro os presidentes das Câmaras Municipais da Guarda e de Almeida, Sérgio Costa e António Machado e dos Alcaldes de Ciudad Rodrigo e Salamanca, Marcos Iglesias Caridad e Carlos Garcia Carbayo.

    Entre outros oradores, a manhã prosseguiu com as intervenções do vice-presidente executivo do Conselho de Administração da AEP, Paulo Vaz; do presidente do Conselho de Administração dos Portos de Aveiro e da Figueira da Foz, Eduardo Feio; do Vogal do Conselho de Administração da APDL SA, Joaquim Gonçalves: do Delegado del Corredor Atlántico y Redes Complementarias, Luis Fuentes Rodríguez;  do presidente da Associação Empresarial de Viseu (AIRV), João Cota; e do vice-presidente da CCDRC, Eduardo Anselmo Castro.

     

  • Teatro Viriato celebra 50 anos do 25 de Abril

    Teatro Viriato celebra 50 anos do 25 de Abril

    No ano em que assinala 25 anos, o Teatro Viriato celebra também, através de uma temporada “inclusiva, diversificada e acessível”, os 50 anos do 25 de Abril de 1974.  De fevereiro a julho, a programação, assinada por Henrique Amoedo, conta com quase 50 projetos, das mais variadas áreas artísticas, que incluem música, teatro, circo contemporâneo, dança e cruzamentos disciplinares, onde temas semelhantes podem ser discutidos de formas distintas. Uma temporada que enaltece os principais eixos de atuação da liberdade programática.

    “Procurei retribuir a liberdade de programar que me é concedida dando palco à liberdade artística, à diversidade e à inclusão”, diz Henrique Amoedo, diretor artístico do Teatro Viriato.

    “Pensada e delineada meticulosamente”, tendo sempre por base a premissa de liberdade, a temporada vai ficar marcada por duas estreias de duas companhias do distrito: «Mãe», da Mochos no Telhado, a 23 de Fevereiro, e «Corpo título» da Amarelo Silvestre, a 10 e 11 de maio -. e dois espetáculos internacionais com datas únicas em Portugal, numa programação que inclui onze residências e 13 coproduções.

    Nos destaques internacionais e depois do concerto, a 3 de Fevereiro, da cantora venezuelana La Chica, vem aí outro espectáculo com data única em Portugal, agendado para 27 de abril: «Sonoma», de Marcos Morau e da companhia espanhola La Veronal, uma das principais companhias de dança do Mundo.

    Para Júlia Alves, Presidente da Direção do Centro de Artes do Espectáculo de Viseu (CAEV) – Teatro Viriato, “a Direção está empenhada em aumentar a proximidade do Teatro Viriato com o seu público natural: a população da região. Queremos que mais pessoas venham ao teatro e usufruam de um espaço de liberdade e de criatividade. Não pouparemos o nosso esforço em contribuir para a formação e atração de novos públicos, mas também de novos artistas, em especial artistas da região.”

    Na formação jovem, o Teatro Viriato destaca-se com “K Cena – Projeto Lusófono de Teatro Jovem”, que levará, pela primeira vez, o seu espetáculo a outros pontos do país. É também uma casa que se preocupa com a aproximação de públicos através de atividades como a nova oficina de circo contemporâneo “Casa Aberta/Open House”, orientado pela companhia Oliveira & Bachtler, ou da já conhecida oficina de música, “Tatabitato”, de Ana Bento e Bruno Pinto.

    O Teatro Viriato aposta, também, em quatro espetáculos que rompem com os palcos convencionais, ocupando diferentes espaços da cidade de Viseu — o Prado do Parque de Santiago será palco para “B.O.B.A.S”, da Companhia Jimena Cavalletti (22 de junho) e A Cidade e as Serras (não é Eça)”, uma cocriação do Teatro do Montemuro e Teatro da Palmilha Dentada (06 de julho), bem como a mata do Fontelo servirá de espaço para a apresentação dos espetáculos “Paisagens Inúteis”, de Vanda Rodrigues (26 e 27 de junho) e da edição comemorativa de “Noite Fora – 1 Tarde na Floresta – Criação, Leitura e Conversas Teatrais” de Sónia Barbosa (13 de julho).

    A programação desta temporada é, ainda, marcada pelo regresso de mais de 20 artistas que têm vindo a marcar a história do Teatro, como é o caso de Rui Horta, Aldara Bizarro ou Formiga Atómica, e também pela aposta em novos criadores, como Sara Inês Gigante ou Bela Noia.

    A acessibilidade não deixa de ser uma preocupação na programação e é por isso que, em conjunto com a Dançando com a Diferença, o Teatro Viriato tem como foco a acessibilidade em relação com os projetos artísticos. Exemplos visíveis desta intervenção são o recurso à Audiodescrição (AD) e à presença da interpretação em Língua Gestual Portuguesa (LGP), em espetáculos como “Mãe”, “Guião Para Um País Possível”, “Migraaaantes” e “Paisagens Inúteis”. O espetáculo “Agora Nascíamos Outra Vez” terá recurso a audiodescrição.

    A Direção Artística do Teatro Viriato estabeleceu como meta a atingir em 2024 o aumento da afluência do público em 15%. “Aumentar o nosso público habitual em 15% já este ano é possível. Mas não é só trazer novas pessoas ao Teatro. Queremos que venham e que fiquem por muitos anos”, acrescenta Henrique Amoedo.

  • Feira do Pastor e do Queijo de Penalva tem «Domingão» na SIC

    Feira do Pastor e do Queijo de Penalva tem «Domingão» na SIC

    Nos dias 17 e 18 de Fevereiro, Penalva do Castelo volta a animar-se para oferecer e promover, junto de visitantes e apreciadores, um dos produtos endógenos mais emblemáticos, com a realização da 33.ª edição da Feira do Queijo Serra da Estrela. Um certame que o executivo municipal, presidido por Francisco Carvalho, tem vindo a promover e a dinamizar, afirmando-o hoje como uma inquestionável mais-valia económica do concelho.

    A decorrer ao longo de dois dias, junto ao edifício da Câmara Municipal, a Feira do Queijo de Penalva do Castelo terá acompanhamento direto, no dia 18 (domingo), no programa «Domingão» da SIC.

    À «boleia» da Feira do Queijo, a Câmara Municipal promove ainda outros produtos endógenos do concelho, como doçaria, fumeiro, maça bravo de Esmolfe, artesanato e vinho Dão de Penalva.

  • Tondela: Cadernos de Dom Jaime encheram Orfeão na Foz do Douro

    Tondela: Cadernos de Dom Jaime encheram Orfeão na Foz do Douro

    O auditório do Orfeão da Foz do Douro, no Porto, foi pequeno para todos aqueles que assistiram à apresentação do mais recente número dos Cadernos de Cultura D. Jaime, uma revista cultural dedicada à história do concelho de Tondela. A publicação é editada pela Câmara Municipal e pelo Centro de Estudos Tomaz Ribeiro.

    Na sessão, a presidente da autarquia tondelense, Carla Antunes Borges, agradeceu ao diretor dos Cadernos D. Jaime, José Valle de Figueiredo, “tudo aquilo” que este “tem dado a Tondela e deixado aos tondelenses”, realçando o seu “empenho e perseverança ao longo destes anos”. A autarca explicou depois que a revista cultural é publicada para “deixar consignado” aquilo que Tondela “é hoje e para que as gerações futuras se lembrem daquilo que fomos e conheçam aquilo que somos”.

    Carla Antunes Borges aproveitou ainda a oportunidade para convidar todos os presentes para visitarem Tondela, um concelho que, defendeu, “pautou sempre por estar na frente do desenvolvimento económico e social”..

    Referindo-se à publicação, João Carlos Figueiredo, vereador da Cultura na Câmara Municipal de Tondela, defendeu que os cadernos “são um boletim cultural que transporta ao longo dos tempos a alma do nosso território, a sua história, as suas gentes”, sendo ainda um “legado que fica para as gerações futuras”.

    O oitavo número dos Cadernos de Cultura D. Jaime é composto por 104 páginas e mais de uma dezena de artigos dedicados a figuras como Tomaz Ribeiro Colaço, Pedro de Figueiredo, Rodrigo de Melo, Jorge ReyCalaço e António Quadros, entre outros.

     

  • Estudo revela “evolução positiva” na saúde oral das crianças

    Estudo revela “evolução positiva” na saúde oral das crianças

    O projeto ‘Comer Bem, Sorrir Melhor’, permitiu corrigir problemas de higiene oral e de obesidade identificados nas crianças dos 6 aos 10 anos, matriculadas nas escolas públicas de Viseu Dão Lafões. Desenvolvido pela Comunidade Intermunicipal (CIM), em parceria com a Ordem dos Médicos Dentistas e a Ordem dos Nutricionistas, o projeto permitiu observar, entre maio de 2022 e maio de 2023, 4887 alunos, tendo sido realizadas 11 221 consultas: 5851 de Medicina Dentária e 5370 de Nutrição.

    Os resultados, apresentados na Casa do Adro, em Viseu, revelaram que 73,3 por cento das crianças observadas, com risco moderado de desenvolverem cárie dentária, melhoraram os comportamentos alimentares e de higiene oral evoluindo para risco baixo. Na avaliação nutricional, 51,5 por cento das crianças diagnosticadas com obesidade diminuíram o seu Índice de Massa Corporal (IMC) para pré-obesidade.

    Na mesma avaliação global, e numa análise dos dados foi realizada em parceria com a Universidade Católica Portuguesa, o mesmo estudo concluiu também que em quase metade das crianças foram identificadas cáries (43,7%) e excesso de peso (44,5%).

    O presidente da CIM Viseu Dão Lafões, Fernando Ruas, elogia os resultados alcançados pelo projeto ‘Comer Bem, Sorrir Melhor’. “Estamos extremamente satisfeitos com os resultados positivos alcançados por esta iniciativa, que demonstra o compromisso da nossa comunidade em promover hábitos saudáveis desde tenra idade”, destaca Fernando Ruas. “Os números revelam uma notável transformação nas condições de saúde das crianças participantes. É um exemplo claro de como podemos criar impacto duradouro ao enfrentar desafios de saúde pública, especialmente no que diz respeito à cárie dentária e à obesidade infantil”, acrescenta.

    Para o Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho, salienta que a CIM tem promovido junto da comunidade escolar diversas iniciativas no âmbito das literacias, nomeadamente da literacia ambiental à literacia financeira, sem esquecer as ciências. “Com este projeto, tivemos a oportunidade de abordar as questões da saúde oral e da alimentação. O nosso objetivo é que todas estas iniciativas tenham um impacto positivo na vida dos alunos e das suas famílias”.

  • Mais de meio milhão de euros para residência de estudantes em Moimenta da Beira

    Mais de meio milhão de euros para residência de estudantes em Moimenta da Beira

    Daqui a sete meses, em setembro, no arranque do ano lectivo 2024/2025, a residência de estudantes do ensino superior, no Largo do Tabolado, já vai poder acolher os primeiros ‘inquilinos’ que frequentam o ensino superior em Moimenta da Beira.

    O edifício, comprado recentemente pela Câmara Municipal e atualmente em obras de reabilitação e a cumprir o plano de intervenção que está a ser executado de forma faseada, garantirá, depois de todos os trabalhos concluídos, as melhores condições de conforto e habitabilidade à comunidade académica do ensino superior que dele usufruirá.

    Trata-se de um investimento, no âmbito do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR), superior a meio milhão de euros (550.617 euros) que a Câmara Municipal de Moimenta da Beira está a gerir.

    “A disponibilização de alojamento para os estudantes do ensino superior que se encontram deslocados do local da sua residência, de forma condigna, é essencial para o alargamento e a democratização do acesso ao ensino superior”, sublinha o Presidente da Câmara Municipal de Moimenta da Beira, Paulo Figueiredo.

     

  • Primeira IPSS a receber a certificação Biosphere é de Santa Comba Dão

    Primeira IPSS a receber a certificação Biosphere é de Santa Comba Dão

    O Centro Social e Paroquial de São Joaninho (CSPSJ), em Santa Comba Dão, é a primeira Instituição Particular de Solidariedade Social (IPSS),a nível nacional, a receber o prestigiado Certificado Biosphere,como reconhecimento das práticas sustentáveis adotadas.

    O Certificado BiosphereSustainable foi entregue no dia 24 de Janeiro pela CEO da Biosphere Portugal, Patrícia Araújo, em cerimónia que contou com a presença do presidente do CSPSJ, padre Virgílio Rodrigues; da diretora técnica, Elisabete Costa; do presidente da Junta de Freguesia de São Joaninho, Daniel Gonçalves; e do presidente da Câmara Municipal de Santa Comba Dão, Leonel Gouveia.

    “Este momento histórico destaca o compromisso exemplar do Centro Social e Paroquial de São Joaninho com a sustentabilidade económica, social e ambiental”, referiu a diretora técnica, Elisabete Costa.

    Para a atribuição deste certificado foram tidos em conta 17 objetivos de desenvolvimento sustentável. “Cumprimos todos os critérios de orientação, de acordo com o que foi definido pelas Nações Unidas, previstos na agenda 2030, em termos de sustentabilidade, no âmbito da economia, meio social e ambiente. Cada um dos objetivos incorpora um conjunto de ações que têm de ser realizadas e que constam do nosso plano de ação relativamente à sustentabilidade que, devidamente auditado, deu origem a esta certificação, que reflete o nosso objetivo em termos de gestão”, explicou.

    O CSPSJ pretende ser um exemplo a seguir e incentivar outras pessoas e instituições a adotarem medidas sustentáveis. “Este certificado veio comprovar a importância das práticas que já estávamos a implementar na nossa instituição e queremos estimular outros a seguir esta dinâmica”, acrescentou o presidente da direcção, padre Virgílio Rodrigues.

    O Centro Social e Paroquial de São Joaninho, que este ano assinala 18 anos de existência, dispõe da valência de Estrutura Residencial Para Pessoas Idosas (ERPI), que conta com 80 utentes e 50 colaboradores.

    Fonte: Gabinete de Informação da Diocese de Viseu

  • Académico de Viseu entra no Padel

    Académico de Viseu entra no Padel

    O Académico de Viseu Futebol Clube estabeleceu uma parceria com a A.P.V. – Associação Padel Viseu formando, assim, as bases para a criação da equipa Académico de Viseu Padel. Trata-se de mais uma aposta forte por parte do clube numa modalidade de grande potencial de crescimento e aglutinadora em termos da diversidade de praticantes, tratando-se de um desporto desafiante para todas as idades.

    “Damos, ao mesmo tempo, um importante contributo para o ecletismo em Viseu, Capital Europeia do Desporto em 2024, cidade onde as mais variadas vertentes desportivas têm sido amplamente dinamizadas pelo município”, reconhece o Clube em comunicado.

    “Sendo o Académico de Viseu a instituição com mais força desportiva e história em Viseu, e que pretende igualmente abraçar todas as modalidades nos mais variados escalões, não poderíamos deixar de nos lançar em mais este desafio, formando o Académico de Viseu Padel”, acrescenta o comunicado.

    Académico de Viseu Padel já está a competir nas provas das Series Nacionais de Padel com três equipas, duas masculinas e uma feminina.

  • «Chuva» de estrelas na gala de abertura de Viseu Cidade Europeia do Desporto

    «Chuva» de estrelas na gala de abertura de Viseu Cidade Europeia do Desporto

    O Pavilhão Multiusos foi pequeno para acolher milhares de entusiastas que tiveram a oportunidade única de assistir a vibrar com o espetáculo proporcionado pela Gala de Abertura de Viseu Cidade Europeia do Desporto. Ao todo desfilaram, ao som de uma sinfonia desportiva multimédia, com quatro movimentos que mostraram o tempo, o espaço, a comunidade e o desporto, cerca de mil praticantes em representação dos vários clubes e associações desportivas do concelho, que fizeram demonstrações das várias modalidades praticadas em Viseu. Carlos (a mascote que homenageia o primeiro campeão olímpico português, Carlos Lopes, vencedor, há 40 anos, da histórica Maratona de Los Angeles), surgiu no palco para incentivar as várias iniciativas, cerca de 500, que irão pontificar na cidade ao longo deste ano.

    Momento alto, foi a homenagem conduzida pela jornalista e também embaixadora Ana Sofia Matos, aos 18 embaixadores de Viseu Cidade Europeia do Desporto 2024, em que pontificaram os futebolistas João Félix, António Silva e Maria Alagoa; a jogadora de voleibol Bárbara Gomes; o selecionador de futebol feminino, Francisco Neto; a jogadora de hóquei em patins, Beatriz Figueiredo;  o piloto Hugo Lopes; o atleta Mário Trindade; a nadadora Joana Cardeal; a atleta Rita Figueiredo; e os ciclistas Tiago Ferreira e Tiago Ladeira.

    Das várias mensagens dos embaixadores, destaque para Francisco Neto, selecionador nacional de futebol feminino, que destacou o “atrevimento” da candidatura, deixando votos para que a mesma contribua para o desenvolvimento do desporto, nomeadamente no setor feminino, e para que este seja “um ano repleto de atividades e de promoção da atividade física”.

    “Celebramos o melhor do desporto, dos nossos atletas, clubes e associações, mas também de todo o território e comunidade de Viseu. Estamos felizes e prontos para um ano de desafios, mas também de muitas conquistas”, regozijou-se o presidente da Câmara Municipal de Viseu, Fernando Ruas, numa alusão às mais de 500 iniciativas desportivas em mais de 40 modalidades que irão decorrer na cidade ao longo de 2024. É uma enorme empreitada, mas tenho a certeza que, com todos os viseenses, a Cidade Europeia do Desporto irá orgulhar-nos e, com este evento, a sociedade ficará melhor, mais justa e mais inclusiva”, garantiu.

    Também o vereador do desporto no Município, Pedro Ribeiro, assume que este “vai ser um ano de muita responsabilidade, mas promete um evento que “será sentido em todo o concelho, com atividades não só no centro da cidade, mas em todas as freguesias”.

    O Coro Mozart, que tem levado o nome de Viseu pelo país e pelo mundo, os Fingertips, e muito hip pop, animaram a Gala.