Autor: admin

  • Não quero maçar-vos!…

    Não quero maçar-vos!…

     

    Folha em branco e não quero escrever.

    Que tempos estes que vivemos. Não existem assuntos para refletir. Existe O assunto! Este que tanto preocupa e irrita. Como é possível termos chegado a este ponto?!

    Só tenho perguntas. Não tenho respostas. Não consigo expressar-me.

    Não quero deixar-me consumir pela raiva. Quero acreditar que estamos todos juntos. Que o silêncio ensurdecedor está para acabar.

    “Os segredos do Mundo escondem-se dentro do silêncio”
    Erling Kagge, Silêncio na era do ruído

    Agora é apelar, mais do que nunca, à união. À responsabilidade de cada um de nós. Este é tempo de combater um vírus que mata. E nada é mais importante do que a vida.

    Aos profissionais de saúde, toda a gratidão e uma palavra de reconhecimento pela dedicação à causa pública. Que exemplo. Que excelente exemplo, estes homens e mulheres têm dado. A todos os que diariamente trabalham para que possamos continuar a nossa vida, em quarentena ou recolhimento, com comida na mesa, o meu obrigado.

    Aos familiares das vítimas desta epidemia, os meus sentimentos. A todos que estão na luta para “expulsarem essa coisa” do corpo, muita força e coragem.

    Espero que, na próxima crónica, já tenhamos saído do recolhimento e aí possa partilhar convosco o que gostava de ver e não vejo. O que vejo e não gostava de ver.

    Por agora não quero mais maçar-vos. É que só tenho perguntas. Não tenho respostas. Não consigo expressar-me. Já vos tinha dito? Talvez. Mas estas horas e estes dias são assim: repetitivos.

    Protejam-se. Fiquem em casa.

    Boa sorte. Vai ficar tudo bem.

    Vítor Santos

  • COVID-19: Município de Viseu disponibiliza linhas de apoio psicológico gratuito

    COVID-19: Município de Viseu disponibiliza linhas de apoio psicológico gratuito

    Depois de ter lançado a linha de emergência social VISEU AJUDA, destinada exclusivamente e a pessoas e famílias residentes no concelho, carenciadas, em isolamento, mobilidade reduzida ou outra situação de emergência social, que necessitem de uma resposta imediata para um conjunto de bens e serviços básicos, urgentes e inadiáveis, o Município disponibiliza, a partir de hoje, um serviço complementar, também ele gratuito.

    A funcionar 7 dias por semana, entre as 10h00 e as 18h00, o Município de Viseu disponibiliza linhas telefónicas de apoio psicológico, que permitem dar respostas a carências de apoio psicológico, escuta e aconselhamento especializados à população de Viseu, realizados por profissionais com formação. Parte da equipa de psicólogos colabora com o Município a título de voluntariado.

    Como gerir o isolamento, a separação social ou a ansiedade da crise são algumas das questões que poderão ser expostas, com confidencialidade, através destes números de telefone.

    O serviço de apoio psicológico VISEU AJUDA funciona através das seguintes linhas:

    969 077 584: Dias úteis, das 10h00 às 13h00, e fins-de-semana, das 10h00 às 18h00.

    969 077 611: De segunda a sexta-feira, das 14h00 às 18h00.

    Depois de ter lançado a linha de emergência social VISEU AJUDA, destinada exclusivamente e a pessoas e famílias residentes no concelho, carenciadas, em isolamento, mobilidade reduzida ou outra situação de emergência social, que necessitem de uma resposta imediata para um conjunto de bens e serviços básicos, urgentes e inadiáveis, o Município disponibiliza, a partir de hoje, um serviço complementar, também ele gratuito.

    A funcionar 7 dias por semana, entre as 10h00 e as 18h00, o Município de Viseu disponibiliza linhas telefónicas de apoio psicológico, que permitem dar respostas a carências de apoio psicológico, escuta e aconselhamento especializados à população de Viseu, realizados por profissionais com formação. Parte da equipa de psicólogos colabora com o Município a título de voluntariado.

    Como gerir o isolamento, a separação social ou a ansiedade da crise são algumas das questões que poderão ser expostas, com confidencialidade, através destes números de telefone.

    O serviço de apoio psicológico VISEU AJUDA funciona através das seguintes linhas:

    969 077 584: Dias úteis, das 10h00 às 13h00, e fins-de-semana, das 10h00 às 18h00.

    969 077 611: De segunda a sexta-feira, das 14h00 às 18h00.

  • VISEU AJUDA já respondeu a 124 pedidos de apoio

    VISEU AJUDA já respondeu a 124 pedidos de apoio

    Em apenas 10 dias, a linha municipal de emergência social VISEU AJUDA alcançou já 84 famílias carenciadas ou em situação de vulnerabilidade no contexto da crise da pandemia por COVID-19. Essas 84 famílias representam 124 pedidos de apoio.

    A agilidade e celeridade da resposta são uma das marcas do serviço: à data, 88 por cento dos pedidos de apoio estão executados (concluídos), estando apenas 12 por cento em fase de execução.

    Praticamente metade dos pedidos de ajuda foram executados por equipas de intervenção rápida da linha VISEU AJUDA, sendo a outra metade realizada através de parceiros da rede social concelhia e por Freguesias.

    “Estes números confirmam a oportunidade do lançamento deste serviço, mas também a sua operacionalidade”, considera o Vereador Jorge Sobrado, que coordena o projeto, em articulação estreita com a Vereadora com o pelouro da Ação Social, Cristina Brasete.

    “O município está a fazer o que lhe cabe, potenciando a rede social e local, mobilizando voluntariado e suprindo lacunas e insuficiências. Temos registado novos casos de isolamento e carência social que justificam esta resposta de carácter extraordinário”, explica Jorge Sobrado.

    Em apenas 10 dias, 15 das 25 Freguesias do concelho estão já abrangidas pelo projeto. 48 por cento dos pedidos de apoio dizem respeito à Freguesia de Viseu e 52 por cento às demais 14 freguesias.

    O tempo médio de resposta, no conjunto dos pedidos, é de 24 horas.

    A Linha Municipal de Emergência Social “VISEU AJUDA” é um serviço de apoio extraordinário que o Município de Viseu disponibiliza durante o período de pandemia (COVID-19), 7 dias por semana, das 9h00 às 20h00. É destinado a pessoas e famílias residentes no concelho, carenciadas, em isolamento ou outra situação de emergência social, que necessitem de uma resposta imediata para um conjunto de bens e serviços básicos, urgentes e inadiáveis: aquisição e/ou entrega de refeições ao domicílio, de medicamentos e de compras de supermercado ao domicílio (nomeadamente alimentares e outras essenciais), assim como reparações domésticas urgentes e inadiáveis.

    Desde ontem, o serviço conta também com uma extensão de “Apoio Psicológico”, prestado por quatro psicólogos (dois em regime de voluntariado), 7 dias por semana, das 10h00 às 18h00. Como gerir o isolamento, a separação familiar ou a ansiedade da crise são algumas das questões que poderão ser expostas, com confidencialidade, através deste atendimento.

     

  • Executivo Municipal de Viseu avaliou combate à pandemia por videoconferência

    Na sequência da gestão medidas impostas pelo estado de emergência nacional, o Executivo Municipal de Viseu reuniu esta quinta-feira, 2 de abril, pelo sistema de videoconferência, cumprindo-se desta forma as recomendações de isolamento social por parte das autoridades de saúde.

    A sessão ficou marcada pela apresentação das múltiplas medidas de combate ao COVID-19 que têm vindo a ser gradualmente implementadas pelo Executivo. Medidas que incidem, sobretudo, na criação de respostas nas áreas da saúde, social e económica.

    No período que antecedeu a ordem de trabalhos, o Presidente da Câmara Municipal, António Almeida Henriques, detalhou a estratégia municipal de combate a esta pandemia, em estreita colaboração com instituições diversas.

    “Nas últimas 3 semanas, tomámos um conjunto de medidas preventivas, mas também de resposta aos efeitos que esta situação de exceção tem provocado na comunidade. Temos cooperado com as entidades ligadas à saúde, com instituições administrativas e militares e com os vários agentes da Proteção Civil, no âmbito da Comissão Municipal de Proteção Civil”, resumiu.

    De entre as medidas já adotadas, o Presidente da Câmara Municipal destacou a instalação do centro de rastreio ao COVID-19, no Pavilhão Multiusos, a criação da linha de emergência social VISEU AJUDA, agora complementada com um serviço de apoio psicológico, e o pacote de 24 medidas de apoio, aprovado nesta sessão de Câmara.

    “Este pacote de medidas, que designamos de VISEU AJUDA +, visa mitigar os efeitos da crise social e económica gerados pelo efeito da pandemia e é destinado a famílias, empresas e instituições em dificuldade”, explicou.

    O autarca disse ainda que os serviços essenciais à segurança e bem-estar da população continuam a ser garantidos, sejam os de fornecimento de água e saneamento, limpeza urbana (com reforço da higienização no espaço público), recolha dos resíduos sólidos urbanos, tratamento de jardins e informação ao público.

    Os efeitos da pandemia que enfrentamos fazem-se sentir igualmente nas instituições ligadas à proteção civil, que nesta fase estão na primeira linha de combate.

    Sensível a esta situação, o Executivo Municipal aprovou a atribuição de um apoio de 15 mil euros ao Centro Humanitário Vale do Dão da Cruz Vermelha Portuguesa, tendo em vista manter completamente operacional o dispositivo de socorro e ajuda da instituição no contexto da pandemia. A instituição regista por esta altura uma redução de receitas na ordem dos 80%, associadas ao transporte de doentes e transferências hospitalares, estando agora vocacionada sobretudo para operações relativas à pandemia.

    Para fazer face à quebra de receitas resultante do momento complexo que atravessamos, foi também aprovada a antecipação da entrega de um apoio financeiro de 55 mil euros à Associação Humanitária de Bombeiros Voluntários de Viseu.

    “Numa altura em que todos somos poucos para combater esta pandemia do COVID-19, as instituições têm que estar munidas das condições necessárias para efetuar o seu trabalho. E à frente de todas, estão as instituições de saúde e proteção civil, como é o caso da Cruz Vermelha e dos Bombeiros”, sustenta o Presidente da Câmara Municipal, António Almeida Henriques.

    Na sessão desta quinta-feira, na qual todos os pontos da ordem de trabalhos foram aprovados por unanimidade, o Município de Viseu aprovou também um apoio de quase 50 mil euros em bolsas de estudo para 60 jovens provenientes de famílias carenciadas e numerosas.

    “Se numa situação normal, apoios como este podem fazer a diferença e influenciar a decisão das famílias apostarem na formação superior dos seus filhos, numa altura de exceção como a que vivemos, ainda mais”, explicou ainda o Presidente da Câmara Municipal, destacando que este “é mais um estímulo ao rendimento disponível dos munícipes necessitados ou com maiores encargos educativos, mas é também um incentivo para o progresso dos nossos jovens no Ensino Superior”.

    Recorde-se que a atribuição destas bolsas implica que o agregado familiar resida pelo menos há três anos no Concelho de Viseu e que os estudantes em causa ingressem ou frequentem estabelecimentos de ensino superior no território nacional, para obtenção do grau académico de licenciado.

     

  • Município de Vouzela paga testes a funcionários e utentes de instituições

    Município de Vouzela paga testes a funcionários e utentes de instituições

    A Câmara Municipal de Vouzela assume os encargos financeiros que se revelem necessários para que, com urgência, todos os funcionários das instituições sociais, bem como todos os utentes sejam rapidamente objeto de diagnóstico para identificarmos eventuais fontes de contágio do Covid-19, de forma a mitigar a possível contaminação e propagação.

    A realização destes testes tem como grupos prioritários os funcionários dos lares e outras valências das instituições sociais bem como dos seus utentes, com o objetivo de minimizar a propagação do vírus e incrementar o restabelecimento das melhores condições de funcionamento destas instituições.

    Numa primeira fase, prevê-se a realização de mais de 350 testes, num valor de várias dezenas de milhares de euros que será inteiramente assumido pelo município.

    Trata-se de uma medida que vem reforçar outras já implementadas pela autarquia de forma a prevenir e mitigar os efeitos da pandemia no concelho, nas áreas da saúde, social e económica, mas sobretudo para proteger a população mais vulnerável e aqueles que estão na linha da frente.

     

     

  • Moimenta acolhe ainda doentes de Penedono, Sernancelhe e Tabuaço

    Moimenta acolhe ainda doentes de Penedono, Sernancelhe e Tabuaço

    Moimenta da Beira tem em funcionamento uma Área Dedicada ao COVID (ADC-COMUNIDADE) destinada a receber doentes dos concelhos de Moimenta da Beira, Penedono, Sernancelhe e Tabuaço. As consultas COVID operam no Centro de Saúde, em espaços que foram convenientemente preparados para o efeito. O acesso é feito por uma porta lateral, devidamente sinalizada.

    Esta ADC-Comunidade foi organizada na sequência da entrada de Portugal na Fase de Mitigação da Pandemia de Covid-19, cumprindo, assim, a Norma da DGS relativa a esta fase, por forma a garantir a prestação de cuidados de saúde e a implementação das medidas de Saúde Pública adequadas.

    A ADC-COMUNIDADE  de Moimenta da Beira recebe os doentes que tenham indicação para avaliação nos Cuidados de Saúde Primários, após encaminhados através da Linha SNS24 (808 24 24 24) ou da Unidade de Saúde da área de residência.

    Os utentes que tiverem tosse (persistente ou agravamento de tosse habitual), ou febre (igual ou superior a 38ºC) ou dificuldade respiratória, devem ligar para a Linha SNS24 (808 24 24 24) ou, caso não consigam atendimento, para a sua Unidade de Saúde.

    Consoante a avaliação da sua situação, serão encaminhados para:  autocuidados, em isolamento no domicílio e sob vigilância; avaliação médica em Áreas Dedicadas COVID-19 nos Cuidados de Saúde Primários; avaliação médica em Áreas Dedicadas COVID-19 nos Serviços de Urgência do SNS; CODU/INEM.

    Com a abertura das ADC COMUNIDADE (da responsabilidade da ACES Douro Sul II) pretende-se maior celeridade e eficácia na prestação de cuidados de saúde aos doentes infetados com o novo coronavírus.

  • COVID-19: Município de Lamego dinamiza Bolsa de Voluntariado

    COVID-19: Município de Lamego dinamiza Bolsa de Voluntariado

    O Município de Lamego criou uma plataforma digital – lamegoajuda.cm-lamego.pt -, através da qual dinamiza uma Bolsa de Voluntariado aberta a cidadãos disponíveis para ajudar o próximo nesta fase difícil de combate ao novo coronavírus.
    Após a recolha de candidaturas e a avaliação do perfil do candidato a voluntariado, a autarquia, enquanto entidade coordenadora, encaminha os cidadãos para as instituições e entidades, públicas e privadas, que atuam sobretudo nas áreas da saúde e do setor social. Estas indicam as suas necessidades e manifestam o interesse em acolher as pessoas, de acordo com as suas características e competências. Num momento de grave crise epidemiológica, o Município de Lamego apela à participação de todos. Os interessados podem fazer o seu registo através da plataforma ou do e-mail lamego.ajuda@cm-lamego.pt.A Bolsa de Voluntariado integra a nova medida “Lamego Ajuda”, um programa especial de auxílio e proteção às pessoas mais vulneráveis, em particular a população idosa.

  • Lamego: Famílias pedem auxílio ao novo programa “Lamego Ajuda”

    Lamego: Famílias pedem auxílio ao novo programa “Lamego Ajuda”

    Até ao momento, mais de duas dezenas de famílias do concelho de Lamego solicitaram apoio ao novo programa “Lamego Ajuda” que este Município criou para auxiliar as pessoas mais vulneráveis do concelho no contexto da atual situação de pandemia. Requerem a entrega de medicação e bens alimentares de primeira necessidade em suas casas, mas também apoio psicossocial à distância, através da linha de atendimento assegurada por uma técnica especializada que faz o despiste das principais necessidades.
    Durante os últimos dias, a população idosa é a franja populacional que mais tem procurado este programa especial de proteção, mas também há registo de munícipes em situação de isolamento social e sem retaguarda familiar que procuram esta ajuda suplementar em cenário de crise. “O programa “Lamego Ajuda” é uma medida que complementa e reforça o apoio social no nosso território e que apoia as pessoas mais vulneráveis que, por força da sua condição, não podem sair de casa. Não nos queremos substituir às IPSS’s e convidámos os autarcas para participar connosco neste projeto, uma vez que são elementos de ligação fundamentais para chegar a todos”, explica Ana Catarina Rocha, Vereadora da Ação Social. Três instituições de solidariedade social também pediram colaboração ao novo programa para potenciar a sua atividade.

    Os cidadãos que necessitam das novas medidas de auxílio devem contactar o Serviço Municipal de Proteção Civil (tel: 254 095 000/ email: lamego.ajuda@cm-lamego.pt), Esta linha de atendimento funciona, nos dias úteis, entre as 9h e as 12 horas e entre as 14h e as 16 horas.
    Com a missão de primordial de restabelecer o equilíbrio emocional dos cidadãos e avançar com a resolução dos seus problemas, o mais breve possível, o programa “Lamego Ajuda” não substitui o trabalho desenvolvido por outras equipas multidisciplinares a operar no concelho, nem o apoio social concedido pelas IPSS’s.

     

  • Município de Viseu encerra Ecopista do Dão no concelho

    Município de Viseu encerra Ecopista do Dão no concelho

    “Considerando a procura e utilização intensivas da Ecopista do Dão, no concelho de Viseu, em desrespeito do dever de recolhimento geral da população, no contexto do Estado de Emergência decretado em resultado da pandemia do Coronovírus (COVID-19) e tendo sido improdutivos os alertas lançados nos últimos dias para a redução da procura desta infraestrutura”, o Município de Viseu delibera encerrar temporariamente a Ecopista, na defesa dos interesses da saúde pública.

    A transgressão a esta deliberação é punível nos termos da lei

  • Autarcas da CIM Viseu Dão exigem quarentena profilática a emigrantes

    Autarcas da CIM Viseu Dão exigem quarentena profilática a emigrantes

    A CIM Viseu Dão Lafões reuniu em sede de Conselho Intermunicipal para fazer um ponto de situação sobre a evolução da situação epidemiológica da infecção do COVID-19. Nesta reunião, e face às indefinições reinantes nesta matéria, foi reiterada a exigência dos autarcas na necessidade de uma quarentena profilática por parte de emigrantes, ou de concidadãos que regressem ao território.

    “Considerando os sucessivos apelos dos autarcas que por si fizeram igual pedido, para que fosse feita uma quarentena profilática por parte de emigrantes, ou de concidadãos, que se dirigem aos nossos territórios, sem que até à data esta Comunidade Intermunicipal tenha recebido qualquer informação sobre esta pretensão, o Conselho Intermunicipal da CIM Viseu Dão Lafões, reitera a urgência em que as autoridades de saúde façam chegar a sua posição sobre esta matéria, para que a situação seja avaliada em sede de Coordenação Interministerial”, lê-se no comunicado enviado à comunicação social”.

    Esta posição surge na sequência de declarações da Directora Geral de Saúde, segundo as quais, “cabe às Entidades Locais e Regionais de Saúde, em função da avaliação da situação da evolução da pandemia COVID-19 nos seus territórios, a cada momento, sinalizar e solicitar essa pretensão, para que, do ponto de vista nacional, sejam articuladas soluções nacionais com iguais critérios de aplicação”.