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  • Planalto Beirão recolhe, porta-a-porta, resíduos urbanos de doentes infectados

    Planalto Beirão recolhe, porta-a-porta, resíduos urbanos de doentes infectados

    Atendendo à evolução do número de casos de infeção por SAR-CoV-2 (COVID-19) e às preocupações de saúde pública associadas à gestão dos resíduos resultantes de tratamento no domicílio de doentes infetados por este vírus, a Associação de Municípios do Planalto Beirão (AMRPB) está a garantir um serviço de proximidade que permita a recolha destes resíduos no próprio domicílio.

    Para esse efeito, a AMRPB, através dos seus prestadores de serviços e em coordenação com os municípios associados, está a disponibilizar um serviço de recolha porta a porta, em domicílios e alojamentos locais que solicitem esse serviço de proximidade, de forma a contribuir para a garantia da proteção da saúde pública.

    Atendendo aos riscosassociados à contaminação e propagação da pandemia epidemiológica por COVID-19, este serviço de proximidade obedece a um conjunto de princípios e normas, de modo a garantir a segurança de todas as partes envolvidas e a saúde pública em geral da comunidade.

    Para solicitar o serviço de recolha de resíduos de proximidade, devem os doentes no domicílio ou quem lhes presta assistência contactar a Câmara Municipal do seu município e seguir as seguintes normas:

    – Todos os resíduos devem ser colocados em saco de resíduos resistente e descartável, com enchimento até 2/3 (dois terços) da suacapacidade;

    – Todos os sacos devem ser posteriormente colocados no interior de um segundo saco, de cor branca (50 micron), fornecido continuadamente pela AMRPB/Ferrovial Serviços, e ser devidamente fechado;

    – Todos os resíduos produzidos devem ser encaminhados sem qualquer tipo de separação, não havendo neste período de exceção segregação de materiais recicláveis;

    – A entrega/recolha porta a porta será efetuada 3vezesporsemana:2ª feira,4ª feirae6ª feira, semprenoperíododatarde. Os sacos devidamente fechados devem aguardar a recolha no exterior do domicílio.

    Em cada dia de execução, o circuito de recolha a realizar será redefinido de modo a incluir os novosprodutoresaderentes e comunicar previamenteahoraderecolha por via telefónica.

     

  • Louça preta de Molelos e Festas das Cruzes nomeadas “7 Maravilhas de Portugal”

    Louça preta de Molelos e Festas das Cruzes nomeadas “7 Maravilhas de Portugal”

    A louça preta de Molelos e a Festas das Cruzes foram nomeadas para as “7 Maravilhas de Portugal”, tendo sido recentemente certificadas com o selo oficial de nomeadas. O tema da edição deste ano do concurso “7 Maravilhas de Portugal” é a Cultura Popular, tendo como grande objetivo a promoção do património cultural imaterial do país, nomeadamente o artesanato, as feiras e romarias, músicas e danças, e outras tradições populares.

    Neste contexto, a Câmara Municipal de Tondela candidatou às 7 Maravilhas de Portugal, na categoria Procissões e Romarias, a Festa das Cruzes, que se realiza no Guardão, 40 dias após a Páscoa. Trata-se de uma celebração que acontece no Dia da Ascensão do Senhor e que tem como propósito a devoção e preces para proteção dos campos agrícolas.
    As 4 ladainhas – a dos anfitriões (Freguesia do Guardão) e as forasteiras (Santiago de Besteiros, Castelões e Santa Eulália de Besteiros- refletem exatamente essas súplicas. Estas juntam-se, com as cruzes devidamente engalanadas e proporcionam o momento alto da festividade, o abraço das cruzes e dos pendões.

    As referidas comemorações têm registo bibliográficos com mais de 300 anos, e realizam-se em todas as quintas-feiras da Ascensão, ano após ano, juntando as populações das Terras de Besteiros numa manifestação de fé e, em simultâneo, associando festejos profanos de convívio e partilha dos célebres “farnéis”.

    Já a candidatura da louça preta de Molelos, na categoria Artesanato, foi promovida pela ADICES, em estreita colaboração com o Município de Tondela. Esta candidatura tem na “bilha do segredo” a sua peça mais emblemática.

    Depois destas duas nomeações, segue-se agora um período em que as candidaturas serão avaliadas por um grupo de especialistas, devidamente qualificados e independentes, sendo posteriormente votadas pelo público em geral.

  • Testes à Covid-19 já são feitos na ADC de Moimenta da Beira

    Estão disponíveis  todas as condições para a realização de testes, nos termos definidos pela DGS, na ADC de Moimenta da Beira, que serve os concelhos de Moimenta da Beira, Penedono, Sernancelhe e Tabuaço, para toda a respetiva população.

    “Conclui-se assim um processo longo de agregação de vontades de pessoas e entidades, desde a ARS Norte que o permitiu, após uma primeira fase em que estava determinada a existência de apenas uma área de rastreio por ACES, passando pelo próprio ACES e respetivos profissionais, sem cujo empenhamento tudo seria muito mais difícil, até ao Laboratório Germano de Sousa, que também se empenhou na rápida criação de condições para que esta ADC, e as populações que serve, possam usufruir das melhores condições, no seu território, evitando assim deslocações penosas, inúteis e até perigosas, para a saúde e a segurança de todos. Estão todos de parabéns, especialmente os utentes da ADC de Moimenta da Beira”, sublinha o presidente da Câmara de Moimenta da Beira, José Eduardo Ferreira.

    A Área Dedicada à COVID (ADC-COMUNIDADE) funciona no Centro de Saúde de Moimenta da Beira, em espaços que foram convenientemente preparados para o efeito. O acesso é feito por uma porta lateral, devidamente sinalizada.

     

  • Viseu 2001 apoia criação da Segunda Divisão de Futsal Feminino

    Os Clubes Campeões Distritais de Futsal Feminino uniram-se, e solicitaram à Federação Portu­guesa de Futebol a criação de uma Segunda Divisão Nacional. Esta é a Competição que falta no Futsal Nacional, já que nas várias vertentes de Futebol existe Segunda Divisão Nacional.

    A principal razão que fundamenta esta sugestão passa por contribuir para o desenvolvimento do Futsal Feminino, esbatendo o grau de competitividade com que as equipas se deparam entre os Campeonatos Distritais e a Primeira Divisão De Futsal Feminino.

    “Seria ainda uma forma de premiar as equipas que se sagraram Campeãs Distritais e que, peran­te a actual pandemia, não puderam participar na Taça nacional de acesso à Primeira Divisão Nacional”, acrescenta o Clube em comunicado.

  • Ventiladores dos Politécnicos de Viseu e Leiria à espera de Certificação

    Ventiladores dos Politécnicos de Viseu e Leiria à espera de Certificação

    O ministro da Ciência e Ensino Superior, Manuel Heitor, esteve em Viseu para conhecer, in loco, dois protótipos de ventiladores, um pneumático e outro eléctrico, que os Institutos Politécnicos de Viseu e Leiria estão a desenvolver com a colaboração de uma rede de Politécnicos e empresas de todo o país. Objectivo, “dar resposta à escassez destes equipamentos” no combate à pandemia do COVID-19.

    Segundo o presidente do Politécnico de Viseu, João Monney Paiva, os protótipos, “que poderão ser agora fabricados em série depois de obtido o necessário licenciamento”, foram desenvolvidos no curto espaço de uma semana. A partir do momento que ele próprio lançou este desafio aos intervenientes no projecto, foi possível mobilizar uma equipa de cerca de 15 a 20 pessoas dos Politécnicos e Viseu e Leiria.

    O projecto foi desenvolvido com base num modelo de acesso livre disponibilizado pelo MIT (Massachusetts Institute of Technology), e sempre com o acompanhamento de médicos. Um protótipo de ventiladores de emergência é baseado num motor eléctrico e o outro funciona com ar comprimido pneumático. João Monney Paiva adiantou ainda que está ainda a ser desenvolvido um terceiro sistema.

    “Pensámos no que seria possível fazer para ajudar as pessoas. Esperemos que nada disto seja necessário, mas, caso seja, que ajude a não passar por situações de falta de recursos e de se ter que escolher em que doente se aplicam”, sublinhou aos jornalistas o presidente do IPV na apresentação dos protótipos.

    Resta agora, segundo o responsável, que as empresas se mostrem interessadas em avançar com um processo de certificação junto do Infarmed e com disponibilidade de fabricar os ventiladores em série. “Queremos sensibilizar o Infarmed para que possibilite uma análise mais expedita e, se virem que este equipamento é crítico, que façam uma avaliação mais rápida”, salientou o responsável.

    Para isso, a equipa disponibilizou o email (emergencyventilatorpt@gmail.com) às empresas e instituições que pretendam envolver-se e ajudar no projecto. “Seja na melhoria dos protótipos, seja no fornecimento de componentes e equipamentos que serão necessários na sua produção em série, como por exemplo células de oxigénio”, concluiu João Monney Paiva.

    Para além de Viseu e Leiria, a rede abrange ainda os politécnicos de Beja, Bragança, Cávado e Ave, Guarda, Lisboa, Tomar e Viana do Castelo. Todos eles disponíveis em colaborar, nomeadamente com máquinas usadas em contexto de aulas ou de investigação para apoiar na produção dos ventiladores.

    O presidente do Politécnico de Viseu aproveitou a presença do ministro da Ciência e do Ensino Superior para sensibilizar o membro do Governo a estabelecer contactos que possibilitem as “cooperações possíveis”. Até porque, alertou, para além do processo de licenciamento “há ainda que ultrapassar eventuais problemas que poderão advir da falta de componentes”.

    No Politécnico de Viseu, Manuel Heitor assistiu ainda ao fabrico em 3D de viseiras de protecção, fabricadas por estudantes e antigos estudantes deste estabelecimento de ensino.

    Em declarações aos jornalistas, o governante reconheceu “o esforço notável” do de alunos, ex-alunos e docentes do Politécnico de Viseu. Não só em relação aos dois protótipos de ventiladores, mas também no fabrico de viseiras de protecção, através do recurso a impressoras 3D, e na adaptação de máscaras de mergulho, a pedido do Centro Hospitalar Tondela-Viseu, para serem usadas nos doentes ligados a ventiladores.

  • Águas de Viseu faz desconto de 15% nos consumos de abril, maio e junho

    Águas de Viseu faz desconto de 15% nos consumos de abril, maio e junho

    Na última reunião do executivo, a Câmara Municipal aprovou um pacote de medidas de apoio às famílias, empresas e instituições no âmbito da crise da pandemia do Coronavírus: o pacote “VISEU AJUDA +”. Entre essas medidas, está a atribuição de um desconto de 35% sobre os valores dos consumos de água e saneamento a quem demonstre ter passado a auferir 66% (ou menos) do seu rendimento, enquanto tal situação se mantiver.

    No mesmo pacote de medidas, “permite-se o pagamento faseado” das faturas de março, abril e maio de 2020, até 12 meses e sem juros, para famílias com quebra comprovada de rendimentos, desde que solicitado junto da Águas de Viseu – Serviços Municipalizados.

    Como medida adicional extraordinária, e tendo em vista para esbater o esforço das famílias e empresas no atual contexto social e económico, o Município irá aprovar a aplicação de um desconto de 15% sobre os valores de consumos nas faturas de abril, maio e junho. (Esse desconto é cumulativo ao desconto de 35% atribuído a famílias com quebra comprovada de rendimentos de pelo menos 33%).

    Adicionalmente, mantêm-se em vigor os tarifários especiais para famílias carenciadas e famílias numerosas.

    Os Serviços Municipalizados de Viseu apelam aos munícipes para que efetuem a comunicação do seu consumo todos os meses, para evitar acertos resultantes de leituras das contagens reais.

  • Município entrega material de proteção a bombeiros, lares e IPSS de Tondela

    Município entrega material de proteção a bombeiros, lares e IPSS de Tondela

    O Município de Tondela está a proceder à entrega de material de proteção individual nas corporações de bombeiros do concelho, bem como nos lares, residências de idosos e instituições particulares de solidariedade social (IPSS) com valência de apoio domiciliário. Nesta fase primeira fase são distribuídas cerca de 2.000 máscaras cirúrgicas, 4.600 luvas, 700 toucas e 700 óculos de proteção individual.

    Este material de proteção individual foi adquirido no quadro da Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, com o intuito de colmatar carências existentes em estruturas do concelho de Tondela.

    Sublinha-se que Município de Tondela continuará atento a toda esta realidade, trazida pela COVID 19, na lógica de parceria que sempre tem mantido com as estruturas existentes no concelho e que são imprescindíveis numa comunidade solidária.

  • Linha de Apoio Social ao Voluntariado em Mangualde

    Linha de Apoio Social ao Voluntariado em Mangualde

    Lançada pela Câmara Municipal de Mangualde, a Linha de Apoio Social ao Voluntariado surge para “ajudar quem mais sente o impacto do COVID-19, limitando as suas vidas”. E tem como principal objetivo “dar resposta a esta nova realidade, com base em ações de voluntariado e de solidariedade, para apoiar quem mais precisa”.

    “O país vive um momento delicado, devido ao surto de doença por Coronavírus SARS-COV-2, agente causal da COVID-19. Numa altura em que o medo, as limitações e o isolamento social imperam, a vontade de ajudar o próximo deve sobressair. O voluntariado é, assim, uma via para quem quer dar esse apoio e para quem promove esse suporte”, explica o Presidente da Câmara Municipal de Mangualde, Elísio Oliveira.

    Trata-se de uma Plataforma online de Apoio ao Voluntariado e funciona como um elo de ligação entre a oferta e a procura de oportunidades de voluntariado, apoiando o recrutamento de voluntários e o seu enquadramento.

  • Violência doméstica: Município de Lamego cria linha de apoio

    Violência doméstica: Município de Lamego cria linha de apoio

    No âmbito do programa “Lamego Ajuda”, o Município de Lamego disponibiliza agora uma linha de apoio especializada para as vítimas de violência doméstica – 911 805 776 – que funciona nos dias úteis, das 8h às 20 horas. O atual isolamento domiciliário como medida de contenção da pandemia por Covid-19 exige mais atenção no combate ao fenómeno da violência doméstica, razão pela qual esta autarquia decidiu avançar com esta medida para que as vítimas não fiquem em silêncio. Muitos países têm registado, nas últimas semanas, um crescimento do número de pedidos de ajuda.

    Numa altura em que o confinamento no mesmo espaço doméstico que o agressor representa um risco acrescido, a nova linha de apoio especializada nasce da articulação do Município de Lamego com outras entidades, nomeadamente a Unidade de Cuidados Continuados do ACES Douro Sul e o Núcleo de Apoio à Vítima de Violência Doméstica de Viseu. As vítimas podem recorrer ainda à  linha de contacto gratuita do Serviço de Informação às Vítimas de Violência Doméstica da Comissão para a Cidadania e Igualdade de Género: 800 202 148. Em alternativa, existe a possibilidade de enviar SMS para o número 3060 ou e-mail para o seguinte endereço: violencia.covid@cig.gov.pt.

    Até ao momento, cerca de três dezenas de famílias do concelho solicitaram apoio ao programa “Lamego Ajuda” que auxilia e protege as pessoas mais vulneráveis no contexto da atual situação de pandemia. Requerem sobretudo a entrega de medicação e bens alimentares de primeira necessidade em suas casas, mas também apoio psicossocial à distância, através da linha de atendimento – tel: 254 095 000 – assegurada por uma técnica especializada que faz o despiste das principais necessidades.

     

  • SOS VISEU dá resposta às necessidades de Lares e IPSS

    Porque “os lares e IPSS evidenciam falta de equipamento de proteção individual tanto para os colaboradores como para os utentes – que representam o principal grupo de risco do COVID-19”, a Câmara Municipal lançou o SOS VISEU, um projeto que nasce com o objetivo de “melhorar e promover o interface entre a procura e a oferta deste tipo de equipamento, entre as instituições e as empresas, estimulando a responsabilidade social e a solidariedade de empresas e cidadãos, através de donativos ou da prática de preços sociais neste especial contexto de crise”.

    O SOS VISEU permitirá ainda identificar as atuais necessidades de equipamento de proteção individual da parte das IPSS e lares de Viseu e as respostas e stocks disponíveis no mercado, e respetivos fornecedores (designadamente locais e regionais), articulando-as.

    Na lista do equipamento de proteção individual estão máscaras descartáveis de proteção respiratória, toucas, batas de proteção, cobre-pés, detergente/ desinfetante (bactericida/fungicida/virucida), gel higienizante de mãos de base alcoólica, luvas de proteção descartáveis e viseiras.

    Esta plataforma de informação e interface é liderada e assegurada pelas Obras Sociais da Câmara Municipal e Serviços Municipalizados de Viseu, em parceria com o Município de Viseu, a Associação Empresarial da Região de Viseu (AIRV), a Associação Comercial do Distrito de Viseu (ACDV) e a VISEU MARCA.

    Nos próximos dias será lançada uma Conta Solidária tendo em vista a angariação de donativos para apoio urgente a IPSS e lares em situação económica desequilibrada ou vulnerável.