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  • Museus Municipais de Viseu reabrem com cerca de 300 visitantes numa semana

    Depois de um encerramento forçado, em virtude da pandemia do COVID-19, os Museus Municipais de Viseu reabriram as portas das suas “casas” a viseenses e visitantes, na passada semana, marcada por uma programação intensa de lançamentos, apresentações e iniciativas digitais, oficinas, visitas guiadas e roteiros, integrada nas comemorações do “Dia Internacional dos Museus”.

    Nesta reabertura, de 18 a 24 de maio, os sete núcleos museológicos municipais de Viseu registaram uma adesão muito positiva de público. Presencialmente, em exposições, oficinas, roteiros e visitas guiadas, foram 277 os visitantes que aceitaram as experiências propostas, retomando a participação nesta programação cultural.

    Dessas quase três centenas de visitantes, a Quinta da Cruz – Centro de Arte Contemporânea é responsável por mais de metade. 174 visitantes foram conquistados pela nova exposição de Pedro Cabrita Reis na casa principal da Quinta, da escultura de luz “I dreamt your house was a line”.

    A adesão não se ficou por aqui. Nos sites e redes sociais dos museus municipais foram realizadas várias atividades e conteúdos, que conquistaram também seguidores. Nestes eventos, contaram-se 504 “visitantes digitais”. Das atividades difundidas “ao vivo”, em streaming, o Museu Almeida Moreira conquistou o primeiro lugar, através da apresentação do catálogo da exposição “Beira Ilustre”, de Rosário Pinheiro, com 115 participantes.

    “Foi um regresso feliz e bem-sucedido”, resumiu o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, António Almeida Henriques. “Superou mesmo as expectativas iniciais, prova que a população se sente segura nestas casas e reconheceu o esforço que realizámos na proteção dos visitantes”, rematou.

    A semana assinalou ainda o primeiro ano de vida  do polo virtual do Museu de História da Cidade de Viseu, disponível em www.mhcviseu.pt e na app Viseu 5.0.

    “Ao cabo dos primeiros 12 meses, este polo – um dos mais evoluídos e completos dos museus municipais digitais do país, em termos tecnológicos e de conteúdos – registou mais de 8500 visitas”, avançou o Vereador da Cultura, Jorge Sobrado. “No período da pandemia, o número de visitas médio mais que duplicou”, destacou.

    Entre estes novos lançamentos, destaque para projetos muito simbólicos na (re)descoberta da história e identidade da cidade.

    Exemplo maior é a constituição da Imagoteca do Museu de História da Cidade, um novo centro de recursos dedicado à recolha, arquivo, preservação, digitalização, estudo e divulgação de documentos de imagem representativos da história da Cidade e do Concelho, especialmente de fotografias, mas também postais ilustrados, cartazes e filmes, datados até ao final do século XX. Está já disponível em www.mhcviseu.pt/imagoteca.php.

  • Câmara Municipal de Moimenta da Beira reedita obra de Afonso Ribeiro

    Câmara Municipal de Moimenta da Beira reedita obra de Afonso Ribeiro

    Em 2017 a Câmara Municipal de Moimenta da Beira, em parceria com a Bertrand, reeditou um livro de Aquilino Ribeiro. A escolha recaiu em “O Homem da Nave: serranos, caçadores e fauna vária”, escrito originalmente em 1951. Dois anos depois foi “Terras do Demo”, esse icónico romance do mestre (de 1919), a ser republicado em parceria alargada com Sernancelhe, Vila Nova de Paiva e novamente a Bertrand.

    Agora, chega a vez de Afonso Ribeiro, outro escritor da terra, nascido na Vila da Rua (1911-1993), autor pioneiro do movimento neorrealista, ser justamente reeditado. Vai acontecer com a chancela das “Edições Esgotadas” e começar com “Aldeia”, livro escrito em 1943. Depois, outros cinco estão na calha.

    Esta obra, cujo título remete desde logo para um protagonista coletivo, a aldeia, evocada enquanto espaço físico e social, parte de um desenho esquemático do romancista que opõe, de um lado, trabalhadores rurais e rendeiros, e do outro, os senhores da terra. Os primeiros vivem em “quelhos”, em casas miseráveis, e os segundos em habitações amplas, cenários tão típicos dos escritores neorrealistas, usados como denúncia desse sofrimento do povo que foi verdadeiramente espezinhado no período do Estado Novo.

    Afonso Ribeiro publicou 14 livros, entre contos, romances e dramaturgia. O seu “Ilusão na Morte”, escrito em 1938, é considerado pelos críticos como a primeira manifestação da nova corrente literária em Portugal.

  • Mangualde homenageou campeão nacional de perícias

    Mangualde homenageou campeão nacional de perícias

    O mangualdense Jorge Almeida venceu a última corrida do Campeonato Nacional de Perícias, em Belmonte em 2019, e tornou-se o primeiro campeão nacional da modalidade na categoria de Protótipos-Classe A. O Presidente da Câmara de Mangualde, Elísio Oliveira, prestou-lhe uma singela homenagem, em nome do Município, este fim de semana. “Um mangualdense foi campeão nacional e não podíamos deixar passar este feito em branco, temos de enaltecer o empenho, o profissionalismo e o elevar do nome de Mangualde”, sublinha o presidente.

    Estiveram presentes nesta homenagem o Presidente e o Vice-Presidente da Câmara de Mangualde, Elísio Oliveira e Rui Costa, respetivamente, e o Presidente da Junta da União das Freguesias Moimenta Maceira Dão e Lobelhe do Mato, Rui Coelho, freguesia de onde o atleta é natural e ainda António Monteiro, Presidente da Junta de Freguesia de Espinho.

    Recorde-se que o campeonato de Portugal de Perícia teve um total de 17 provas e o piloto natural de Mangualde dominou a grande maioria ao volante da sua viatura, uma vez que venceu 13 delas, deixando assim os seus adversários a uma grande distância na classificação geral.

  • Município de Tondela denuncia poluição no Rio Dinha

    Município de Tondela denuncia poluição no Rio Dinha

    O Município de Tondela informou  o Serviço de Proteção da Natureza e do Ambiente (SEPNA) da GNR para uma ocorrência detetada no Rio Dinha. O alerta para o estado do Rio Dinha foi dado por munícipes, tendo os serviços de fiscalização municipal se deslocado de imediato ao local, verificando que na zona da Quinta da Ínsua as águas do Rio Dinha apresentavam um aspeto ludro. As fotografias recolhidas no local foram devidamente enviadas ao SEPNA.

    Sublinhe-se também que se verificou no local que a descarga na linha de água, proveniente da ETAR de Tondela após tratamento, apresentava água límpida e transparente, bem como na linha de água a montante e a jusante desta.

    Os serviços de fiscalização municipal não conseguiram detetar a origem desta ocorrência, que terá acontecido a jusante da descarga da ETAR de Tondela e a montante da descarga da ETAR da Quinta da Ínsua.

    O Município de Tondela lamenta esta nova ocorrência, que nada teve a ver com o funcionamento da ETAR de Tondela, mas contribui para a contaminação das águas do Rio Dinha.

  • Produtos de Viseu Dão Lafões à venda no mercado digital

    Produtos de Viseu Dão Lafões à venda no mercado digital

    Inaugurado pela ministra da Agricultura, Maria do Céu Albuquerque, já está em funcionamento o mercado digital «Prove Viseu Dão Lafões». A iniciativa, promovida pela Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, envolve vários parceiros, entre os quais os CTT, CVR – Comissão Vitivinícola da Região do Dão e os grupos de acção local (GAL) – Adices, ADD, ADDLAP e ADRIMAG. Objectivo, “apoiar os produtores da região a escoar os seus produtos a nível nacional”, ultrapassando desta forma as limitações ditadas pela pandemia.

    O mercado digital, que substitui a tradicional iniciativa da CIM Viseu Dão Lafões, está alojado, este ano, na plataforma dott.pt/pt/campaign/mercado-prove-viseu-dao-lafoes, e é dedicado, segundo a CIM, à comercialização de vinho, queijos, fumeiros, mel, compotas e outros produtos de excelência dos 14 municípios que integram o organismo.

    O Dott, um ‘marketplace’ generalista, pretende, segundo Nuno Martinho, secretário-executivo da CIM Viseu Dão Lafões, “ser um acelerador para a transformação digital das micro, pequenas e médias empresas da região, tendo por missão apoiar os produtores locais no escoamento dos seus produtos a nível nacional, face ao contexto que se vive atualmente com a pandemia Covid-19”.

    “Esta é uma excelente oportunidade”  para os produtores que conseguiram adaptar-se à nova realidade, entrarem neste mercado em condições que Nuno Martinho considera “muito vantajosas” (isenção do pagamento de inscrição na plataforma e redução das percentagens a entregar à Dott).

    Ao todo, o mercado digital «Prove Viseu Dão Lafões» disponibiliza inicialmente cerca de 80 produtos de 15 produtores da região, esperando-se que chegue à centena de produtos com a adesão de mais produtores.

  • Vista Alegre contratualiza 16,2 milhões para o 2.º semestre de 2020

    Vista Alegre contratualiza 16,2 milhões para o 2.º semestre de 2020

    O Grupo Vista Alegre Atlantis, que incorpora as marcas centenárias Vista Alegre e Bordallo Pinheiro, e que detém fábricas de porcelana, cristal, vidro, grés e faiança, assegurou a contratualização de mais duas encomendas importantes para o 2º semestre de 2020, no valor de 16.2 milhões de euros.

    “Numa altura de bastantes incertezas no mercado global, a Vista Alegre, mantém a colaboração com grandes insígnias mundiais, de que são exemplo, as operações contratualizadas”, sublinha o departamento de comunicação do Grupo Visabeira.

    Uma das operações destina-se a um grande retalhista francês, e resulta de uma parceria já de longa data com a marca Zwilling, conhecida pelas suas facas de elevada qualidade e pelos acessórios de produtos para a cozinha.

    O outro contrato, protegido por um acordo de confidencialidade, foi realizado com uma insígnia bem conhecida e vai “chegar” a casa dos consumidores, um pouco por todo o mundo.

    A Vista Alegre, por ter desenvolvido grandes competências de gestão de projetos, aliados á sua elevada qualidade e capacidade de produção, afirma-se cada vez mais, como impulsionadora das novas tendências de mercado, e um player internacional ao nível de grandes projetos nas áreas do design de produto e lifestyle.

  • Viseu Marca contribui com acervo histórico para a Imagoteca

    Viseu Marca contribui com acervo histórico para a Imagoteca

    A VISEU MARCA associou-se ao projeto da Imagoteca do Museu de História da Cidade de Viseu, lançado no Dia Internacional dos Museus, cedendo o acervo digital de 72 cartazes antigos da Feira de São Mateus e de um banco de mais de 250 imagens antigas da cidade e do certame. Uma coleção de postais de 1995 com imagens dos cartazes antigos do certame e publicações de eventos que integravam a Feira na década de 80 foram outros dos materiais cedidos, neste caso para digitalização.

    Para Jorge Sobrado, vereador da Cultura, “gestos como este permitem recuperar e preencher o puzzle da memória visual de Viseu. O património de imagem da Feira de São Mateus é especialmente valioso nesse puzzle e é parte insubstituível do imaginário da cidade e da sua marca. Hoje demos mais um passo no sentido de os preservar e estudar, mas também de os valorizar nos planos patrimonial, turístico, criativo e promocional.”

    A Presidente da VISEU MARCA destaca este contributo da Associação como “um contributo marcante para a construção da memória coletiva”. Para Cristina Paula Gomes “a VISEU MARCA e a Feira de São Mateus não poderiam faltar a esta chamada tão marcante para a história da cidade e de todos nós. Prosseguiremos neste caminho”.

    O acervo das revistas da Feira de São Mateus, com o programa do certame, será também brevemente entregue para digitalização e arquivo na Imagoteca Municipal de Viseu.

     

  • Mercado Cabaz da Terra concluído em Sátão

    Mercado Cabaz da Terra concluído em Sátão

    Encontra-se concluída a obra do Mercado Municipal Cabaz da Terra, inserida no âmbito do objetivo estratégico da Autarquia: “promover a coesão social e reforçar as dinâmicas de animação económica, cultural e social”.

    “Perante a realidade de um concelho iminentemente rural, o mercado vai permitir colmatar a lacuna de ligação entre as atividades agrícolas/artesanais locais e a população, fomentando dessa forma a economia local e potenciando o desenvolvimento sustentável do concelho, numa lógica de cadeia curta de comercialização”, sublinha a Autarquia em comunicado.

    O Município de Sátão aproveitou a requalificação de um espaço localizado no centro urbano da Vila de Sátão, dotando-o das condições adequadas a um mercado local. A obra foi alvo de uma candidatura ao Centro2020, tendo sido aprovado um financiamento de 85%, num total de 132.098,23 euros

  • TCP Lança campanha “Chegou o Tempo” de sair e visitar o Centro de Portugal

    TCP Lança campanha “Chegou o Tempo” de sair e visitar o Centro de Portugal

    O Turismo Centro de Portugal (TCP) apresentou hoje (18 de maio) numa conferência de imprensa em Aveiro, uma nova campanha de promoção da região. A campanha, intitulada “Chegou o Tempo”, tem como grande objetivo mostrar aos portugueses que o Centro de Portugal é o destino mais indicado para ultrapassar os dias difíceis do confinamento a que estiveram sujeitos: um destino mais seguro, mais autêntico, mais pessoal e mais sustentável.

    A apresentação aconteceu no Museu de Aveiro e contou com a presença de Pedro Machado, presidente do Turismo Centro de Portugal, José Ribau Esteves, presidente da Câmara Municipal de Aveiro e vogal da Comissão Executiva do Turismo Centro de Portugal, e Jorge Brandão,Vogal da Comissão Diretiva do Programa Operacional Regional do Centro.

    Esta campanha surge na sequência de uma anterior, lançada logo nos primeiros dias de pandemia, e que teve o nome de “Haverá Tempo”. Na altura, o TCP apelou aos portugueses para que ficassem em casa, dando nota de que “haveria tempo” para conhecer ou regressar ao Centro de Portugal. É a esse tempo de mudança que agora a nova campanha, direcionada para os mercados nacionais, quer dar eco. A mensagem transmitida pela campanha “Chegou o Tempo”, em vídeos, sports e anúncios promocionais, é a de que “chegou o tempo” de voltarmos a viver e de redescobrirmos o Centro de Portugal como se fosse a primeira vez.

    José Ribau Esteves destacou, na apresentação, que “o Centro de Portugal, que tem sido um exemplo notável de crescimento na área do turismo, quer também ser pioneiro neste movimento para reconquistar as pessoas para esta atividade tão importante”. “Nesta fase, vamos ser nós os primeiros turistas nas nossas terras e os agentes de mobilização, para que outros cá venham e possamos voltar ao caminho de crescimento. Estamos vivos e determinados em retirar da vida tudo aquilo que ela tem para nos dar, e que é muito. Não vai haver vírus nenhum que nos tire essa determinação, sabendo que quando os momentos são mais difíceis é que a solidariedade entre os homens mais tem de se expressar”, acrescentou.

    Pedro Machado explicou os motivos que levaram a que esta campanha fosse lançada agora. “A Turismo Centro de Portugal é hoje a primeira região nacional a tomar a ousadia de querer iniciar um tempo novo, com responsabilidade, na atividade turística. Depois da fase de confinamento, em que assistimos a um choque da oferta e da procura, segue-se, a partir de hoje, uma segunda fase, que durará até agosto/setembro, e em que nos dirigimos aos portugueses, ao mercado nacional”, disse.

    “O ‘Chegou o Tempo’ é uma campanha inspiradora e motivacional. Ao perguntarmos ‘Quando foi a última vez que fez algo pela primeira vez’, convidamos todos a revisitar o nosso baú das memorias e recordarmos como gostamos de beber um bom vinho, de nos sentarmos com amigos num restaurante, como gostamos de sair de casa, de ir às nossas serras, aos nossos museus. É um apelo a procurarmos o que gostamos de fazer e que já não fazemos há muito tempo. Ao mesmo tempo, é uma campanha patriótica, em que dizemos que este é o tempo de ajudarmos os portugueses. Ao fazermos reservas num alojamento ou restaurante, estamos a contribuir para que os portugueses possam retomar a sua vida”, sublinhou.

    Jorge Brandão realçou as consequências que a pandemia está a ter na atividade turística. “O Turismo é uma atividade estratégica da região, que vinha com números de crescimento impressionantes. Temos consciência do impacto que esta situação está a ter sobre as empresas. Todos sabíamos que havia algo mais a fazer: foram lançados novos instrumentos de apoio, revisitamos projetos e adaptámos soluções”, frisou. “Muitas empresas estão a saber encontrar nesta crise oportunidades novas para reinventar os seus produtos”, disse ainda.

    A campanha “Chegou o Tempo” tem como veículos principais um filme promocional (disponível em https://youtu.be/f2Ueu6Goa48), pensado para esta ação, que terá projeção televisiva; redes sociais; e-mail marketing; e presença em imprensa online e offline. Está igualmente pensada uma forte campanha de marketing digital, que se realizará numa fase posterior. As suas principais ideias-chave são: “Centro de Portugal + Seguro + Pessoal + Autêntico + Sustentável” e “Centro de Portugal – a Primeira de Muitas Vezes”.

  • Museus Municipais reabrem com 7 dias de lançamentos e iniciativas digitais

    Em 2020, os Museus Municipais de Viseu celebram o seu Dia Internacional durante 7 dias. Até 24 de maio há uma agenda repleta de iniciativas e conteúdos digitais, que serão lançados nas redes sociais “Museus de Viseu”, para além de visitas, apresentações, oficinas e roteiros.

    O Dia Internacional dos Museus  iniciou a semana com o lançamento da Imagoteca Municipal do Museu de História da Cidade. Este centro de recursos, criado por despacho do Presidente da Câmara, é dedicado à recolha, arquivo, preservação, digitalização, estudo e divulgação de documentos de imagem representativos da história da Cidade e do Concelho, especialmente de fotografias, mas também postais ilustrados, cartazes e filmes, datados até ao final do século XX.

    “Esta iniciativa constitui um cumprimento mais do programa ‘VISEU PRIMEIRO 2017/2021”, sublinha o Presidente da Câmara Municipal, António Almeida Henriques, e “é um desenvolvimento do projeto do Museu de História da Cidade, baseado na capacitação tecnológica dos serviços municipais”.

    Para o Vereador da Cultura e do Património, Jorge Sobrado, “este novo serviço é uma boia de salvamento lançada à memória visual da cidade, referindo que “permitirá resgatar ao risco de desaparecimento irreversível um património de imagem valioso, atualmente disperso e sob o anonimato”.

    O acervo da Imagoteca assumirá um carácter colaborativo e participativo, sendo alimentado pela cedência de registos com interesse histórico por parte da população, mas também e instituições e empresas. Será criado um mural online, no sítio do Museu de História da Cidade, com os nomes de todos os doadores de imagens que venham a integrar o arquivo.

    A Quinta da Cruz – Centro de Arte Contemporânea reabriu ao público com a exposição “I dreamt your house was a line”, instalação da autoria de Pedro Cabrita Reis, um dos mais reconhecidos dos artistas portugueses contemporâneos. O público seguiu um protocolo de segurança e higiene, devido à pandemia do COVID-19. Os visitantes interessados em marcar presença na abertura devem preencher o seguinte formulário, individualmente, e reservar o horário de visita pretendido: https://forms.gle/UbNJuCvbwWByJXaJA.

    Já a Casa da Ribeira promove, amanhã, 19 de maio, o lançamento do catálogo da exposição “Aspetos do Nosso Trajar”, em formato digital. Esta exposição temporária, lançada em 2018, ano de “Viseu, Cidade Europeia do Folclore”, com a curadoria de António Lopes Pires e a parceria do Museu Etnográfico de Silgueiros, é uma viagem pela cultura tradicional e popular da região de Viseu. As peças de roupa e acessórios expostos refletem as circunstâncias sociais e transformações culturais no último quarto do século XIX e finais da Primeira Grande Guerra, sendo também um pretexto para recordar múltiplas histórias.

    Durante a semana, também o Museu de História da Cidade lança uma nova publicação no seu site, em www.mhcviseu.pt: o catálogo digital da exposição “Ícones da História de Viseu: o despertar do Museu”. O catálogo apresenta textos inéditos relativos a algumas das obras de arte, monumentos ou documentos mais relevantes da história de Viseu, da autoria de investigadores como Armando Coelho, Catarina Tente, Manuel Luís Real ou Pedro Sobral de Carvalho.

    No dia 23, sábado, há uma visita guiada à exposição “Monte habitado: viver no Castro de Santa Luzia há 3000 anos”, no Museu do Quartzo, que também percorrerá o Monte de Santa Luzia. Esta visita decorrerá pelas 15h00, com a lotação máxima de 7 pessoas, e a inscrição é obrigatória através dos contactos do Museu do Quartzo.

    No mesmo dia, pelas 17h00, o Museu Almeida Moreira lança o catálogo da exposição e projeto “Beira Ilustre”, da autoria de Rosário Pinheiro. Este lançamento será emitido em direto, através do Facebook “Museus de Viseu”, e abordará o trabalho artístico e de investigação de um dos mais pontuados projetos aprovados no programa VISEU CULTURA, através da linha Criar”.

    Depois de dois meses de encerramento, face à pandemia do COVID-19, os Museus de Viseu reabrem a 19 de maio, da parte da tarde, com um protocolo de medidas de segurança, proteção e higienização, onde se destaca o uso obrigatório de máscara e o cumprimento das regras de distanciamento social e higienização.