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  • Carlos Costa entra na corrida com o lema «Todos por Viseu»

    Carlos Costa entra na corrida com o lema «Todos por Viseu»

    “Todos por Viseu” é o lema da candidatura de Carlos Costa à presidência da Comissão Política Concelhia do PSD. Com intervenção política e autárquica no PSD/Viseu, o candidato, actualmente a desempenhar funções de presidente da Associação Humanitária dos Bombeiros Voluntários, justifica a vontade de assumir a liderança, a nível concelhio, com a necessidade de promover a participação dos militantes na renovação do Partido, combater a abstenção que se tem verificado nos últimos anos nos diversos actos eleitorais, e o debate interno das grandes questões que preocupam o PSD a nível local, regional e nacional.

    “Qualquer intervenção política tem de ter em conta a realidade local e nacional. Essa é a minha preocupação e de quantos me acompanham nesta candidatura.  É preciso combater o desinteresse dos cidadãos e dos próprios militantes pelas questões políticas. Temos de pensar o que é que está errado ao ponto de levar os cidadãos a afastarem-se de uma actividade como a política, naquilo que ela tem de mais nobre em prol do colectivo”.

    Já a pensar nas autárquicas de 2021, Carlos Costa recorda o papel preponderante que o PSD tem assumido no concelho de Viseu ao longo dos últimos anos, prometendo, pela parte que lhe toca, tentar encontrar sempre as melhores soluções, de modo a que o PSD continue a ser o Partido mais votado.

    “Se a política não é atractiva é porque os actuais responsáveis políticos não estão a saber corresponder às expectativas dos cidadãos. Temos de inverter essa situação. Temos de criar condições para que a política volte a ser atractiva”, sustenta, acentuando a tónica de que  tal só se consegue promovendo a participação, a militância e o debate interno. Cada militante tem de sentir que é importante e que a sua palavra e o seu voto contam”.

    “Refrescar a democracia”, é uma das máximas que motiva Carlos Costa na candidatura que formalizou à liderança do PSD/Viseu. Uma vontade que se estende, não apenas aos militantes, mas a todos os simpatizantes “num formato de participação política abrangente e inclusivo”.

  • João Paulo Gouveia quer unir o PSD em Viseu

    João Paulo Gouveia quer unir o PSD em Viseu

    “Orgulhoso” por liderar uma “equipa jovem e plural» à Comissão Política de Viseu do PSD, João Paulo Gouveia, vereador na Câmara Municipal, é um dos dois candidatos perfilados à Comissão Política de Viseu do PSD. Carlos Costa, actual presidente da direcção dos Bombeiros Voluntários, também já apresentou a sua candidatura às eleições de 14 de Julho.

    “Em democracia, os militantes do PSD escolherão aqueles que mais estão à altura de representar o Partido e de trabalhar pelo território. É natural que haja alguns militantes que pretendam ter um protagonismo diferente, mas nós somos sempre pela união e pretendemos ter a trabalhar connosco todo o PSD depois das eleições”, disse aos jornalistas João Paulo Gouveia na apresentação da sua candidatura.

    «Viseu+forte» é o lema da lista liderada por João Paulo Gouveia, que integra nomes como os de Guilherme Almeida e Isabel Fernandes, para a vice-presidência; de Bruno Videira (secretário) e de Paulo Almeida (tesoureiro). Luís Filipe, José Fernandes, e Carlos Lima (presidentes de junta de freguesia) e Adolfo César (presidente da JSD de Viseu, integram a lista dos vogais. A Mesa do Plenário tem como presidente José Ernesto e Ana Paula Santana como vice-presidente. José Esteves Correia, um dos fundadores do Partido em Viseu, é o mandatário de Honra.

    Na apresentação da candidatura, Luís Filipe, presidente da junta de freguesia de Ranhados, sublinhou a “capacidade de liderança e a capacidade de trabalho” demonstradas por João Paulo Gouveia.

    A “coesão social e a coesão territorial” são as duas “grandes bandeiras” assumidas pela candidatura de João Paulo Gouveia à Comissão Política de Viseu do PSD.

  • Um «CUBO MÁGICO» para animar o verão e a retoma económica e cultural

    Um «CUBO MÁGICO» para animar o verão e a retoma económica e cultural

    Programar mais de 500 propostas traduzidas em mais de 250 micro-eventos para ocuparem 18 locais, ao longo de 63 dias (de 21 de Julho a 21 de Setembro), foi o grande desafio que levou o Município e parceiros envolvidos no projecto (Turismo do Centro, CIM Viseu Dão Lafões, Viseu Marca, AHRESP, Associação Comercial do Distrito de Viseu), a planear, em tempo de pandemia “um evento único e irrepetível: o «CÚBO MÁGICO».

    O projecto vai concentrar uma panóplia de actividades, através de um alinhamento estratégico com a identidade e tradição cultural de Viseu, numa reinterpretação dos eventos cancelados ou reagendados no contexto da pandemia. O processo, muito complexo, não foi nada fácil para os promotores. Foi mesmo “um verdadeiro quebra-cabeças. Daí a designação de «Cubo Mágico»”,  fez saber o vereador da Cultura, Jorge Sobrado.

    O «CUBO MÁGICO» surge com o objectivo de “impulsionar a retoma da economia, designadamente do comércio local, da restauração e da hotelaria e das indústrias criativas, com uma agenda cultural de animação urbana integrada. Este é, segundo Almeida Henriques, presidente da Câmara Municipal, um passo que coloca Viseu “na linha da frente dos destinos portugueses com alternativas de programação responsáveis e atractivas para a sua comunidade e visitantes.

    O programa “alternativo e seguro” propõe um reencontro com a cultura da cidade de Viriato, mas também com o comércio tradicional, gastronomia, património e natureza”, sublinhou Almeida Henriques. Que enunciou três princípios que  definem o modelo de organização do programa: desconcentração geográfica das actividades, distribuição temporal alargada e microescala dos eventos.

    No total, serão mais de 500 as propostas que irão ter lugar por toda a cidade, organizadas em oito faces de programação: “Luz, Câmara, Ação” (Cinema e Fotografia), Tradições do Feirar, Rua Direita, Arte Urbana, Concertos & Espetáculos, Mercados & Gastronomia, Exposições & Oficinas e Saúde & Bem-Estar. Uma das prioridades de programação do CUBO MÁGICO vai para a revitalização da Rua Direita, através da reocupação de 15 lojas devolutas, onde serão organizados bairros temáticos temporários. Para além de uma instalação decorativa e de luz que tem por inspiração uma arte e ofício tradicional de Viseu, marcante na história desta rua emblemática: a cestaria.

    Para Jorge Sobrado, “o projecto é uma bóia de salvação lançada à economia local e é uma resposta disciplinada e em segurança à procura expectável da comunidade, turistas e da nossa diáspora. Numa cidade e num destino como Viseu, a impreparação seria a única opção imperdoável”, conclui.

    “Iniciaremos com o CUBO MÁGICO um programa sistemático de reanimação social, económica e cultural da rua que culminará com um programa de incentivo ao arrendamento, previsto no programa VISEU INVESTE+”, assinalou o Presidente da Câmara, Almeida Henriques.

    Outra das apostas visa a retoma da actividade dos artistas e agentes culturais locais. Ao todo, serão promovidos mais de 250 micro-eventos de artistas, criadores e promotores culturais da região, na área da música, teatro, cinema, fotografia, artes formativas, entre outras. “Representam mais de 90% da programação total”, assinalou o Vereador da Cultura.

    Quinze entidades e estruturas artísticas apoiadas pelo programa municipal VISEU CULTURA terão a oportunidade de trazer a público os seus projectos, devidamente reestruturados, entre os quais se destacam o Festival de Jazz, o Karma is Not a Fest, as sessões do ShortCutz, as actividades do CRETA, exposições e oficinas de criação. Ao todo, estes projectos representam uma expectativa de realização de cerca de 100 actividades de microescala durante o verão.

    No ano em que Viseu se assume como território de cinema e fotografia, a programação nestas áreas adquire especial importância. O recinto da feira semanal receberá um programa de “Cinema Drive In” – um formato seguro e confortável –, com a presença do Embaixador de Viseu Mário Augusto. A 7ª arte será ainda presença assídua no Campo de Viriato e no Parque Aquilino Ribeiro. Exposições e workshops de fotografia serão também integrados.

    Cancelada que está a Feira de São Mateus em 2020, o CUBO MÁGICO será o veículo para trazer de volta, em segurança, ainda que em condições e local distinto, algumas “tradições do feirar”. Parte do Campo da Feira de São Mateus será utilizado para instalar operadores representativos do certame como no Bairro da Restauração (parcialmente aberto), as farturas da Feira (idem), alguns divertimentos (desde que com actividade autorizada e protocolos certificados pela Direcção-Geral de Saúde) e um palco com plateia limitada e controlada nos termos da legislação em vigor, com sistema electrónico de pré-reserva associado.

    Outra das grandes tradições da Feira – as enguias em conserva da Murtosa – terá morada no Mercado 2 de Maio. Que irá acolher, no seu piso superior, várias opções de street food. Pelo piso inferior passarão as famosas enguias da Feira de São Mateus, os produtores de vinho do Dão, o artesanato e produtores de produtos como queijos, enchidos, biscoitos, hortícolas, etc.

    No Parque Aquilino Ribeiro, os reencontros serão com o “Cinema na Cidade”, com assinatura do Cine Clube de Viseu, bem como com as tendências zen e saudáveis, que serão reinterpretadas de experiências como o “Viseu Sabe Bem” e o “Viseu Vegan Fest”. O parque da cidade será também palco de actividades de “Saúde & Bem-Estar”.

    O evento gastronómico “Viseu Estrela à Mesa” também não falta à chamada e terá a sua terceira edição no Rossio, ainda que adaptada. A reserva de lugares e a aquisição de experiências será feita exclusivamente por via digital, reduzindo contacto e afluência desajustada de público.

    Ao longo de dois fins-de-semana, a cozinha gourmet de chefs de topo da gastronomia nacional e regional promete conquistar o público. O embaixador de Viseu e Estrela Michelin Diogo Rocha será o curador da iniciativa e a Escola Profissional Mariana Seixas parceiro da organização.

    A Protecção Civil Municipal coordenará o plano de segurança do programa público, em cooperação com todas as autoridades competentes. Um especial plano de higienização de espaços e equipamentos será posto em prática, estando também todos os operadores aderentes vinculados ao cumprimento dos protocolos definidos pela Direcção-Geral de Saúde.

    O acesso aos espectáculos e outros momentos de programação exigirá pré-reserva por via digital, através da rede Blueticket, ainda que sendo maioritariamente de natureza gratuita.

    A definição de circuitos para os visitantes, o reforço da higienização e a faculdade de fecho momentâneo do acesso a espaços que evidenciem uma procura desajustada de públicos são algumas das medidas já previstas.

  • «Viseu Cultura» deu rodízios novos ao moinho da Tia Micas Moleira

    «Viseu Cultura» deu rodízios novos ao moinho da Tia Micas Moleira

    “O homem sonha… a obra nasce». Essa foi, segundo Ricardo Cunha, amigo do proprietário do antigo moinho da Tia Micas Moleira, em Vildemloinhos, a máxima que transformou em realidade o projeto, intitulado “Um Moinho em Terra de Moinhos”, dinamizado por Firmino Toipa, com o selo do programa municipal VISEU CULTURA 2020/2021, no âmbito da linha “Revitalizar”, sendo financiado por este em 9 mil euros.

    Localizado junto ao Rio Pavia, no coração de Vildemoinhos, o Moinho da Tia Micas Moleira constitui o legado de três gerações da família de Firmino Toipa que, em 1998, decidiu recuperar e reabrir este ecomuseu de tradição e lavoura à comunidade, homenageando todos os moleiros e padeiras da sua terra, que durante anos – e até aos dias de hoje -, mantêm vivo um dos ícones gastronómicos de Viseu: a Broa Trambela.

    Com o passar dos anos, os rodízios de madeira – a força motriz que dá “vida” ao moinho e faz trabalhar a mó – sofreram um desgaste significativo, sendo agora substituídos por dois novos, que permitirão dar continuidade a este projeto de valorização da cultura popular e tradicional de Vildemoinhos.

    O projeto “Um Moinho em Terra de Moinhos”, para além da sua componente mais técnica, assente na requalificação destas peças indispensáveis ao funcionamento do moinho, pretende também consolidar a sua vertente pedagógica, didática e artística, reforçando os laços de cooperação com a Quinta da Cruz – Centro de Arte Contemporânea, com as Escolas, as Associações, mas também com os viseenses, visitantes e turistas, proporcionando uma experiência ainda mais completa e imersiva ao espaço, que guarda importantes artefactos desta arte trambela.

    O objetivo passa por valorizar os objetos, as histórias, os ciclos e técnicas associados ao moinho e à confeção da broa, apostando em novas formas de comunicação, interação e partilha com a comunidade, quer através de visitas regulares como ações educativas ou outras iniciativas em dias temáticos.

    Com a entrada simbólica dos novos rodízios no antigo moinho da Tia Micas Moleira, concretizou-se “um acto de amor por uma história”. Jorge Sobrado, vereador da Cultura da Câmara Municipal de Viseu acrescenta que o acto materializa também “uma grande vontade de não abrirmos mão da nossa memória”. Neste caso, de um moinho que assumiu como “o grande emblema de uma tradição de moleiros, marcante na identidade das gentes trambelas”

    Integram também a equipa técnica e artística deste projeto o marceneiro José Machado e a designer viseense Raquel Balsa.

     

  • JLS – Transportes Internacionais SA, investe em Mangualde

    JLS – Transportes Internacionais SA, investe em Mangualde

    A JLS – Transportes Internacionais S.A., empresa de referência na região de Viseu, fundada por José Lopes de Sousa, adquiriu cerca de 80.000 m2 em Mangualde, na estrada Mangualde – Nelas, em frente à empresa de granitos Ibergran, visando investimentos futuros. “Mangualde reforça-se assim como potência na área dos serviços de transportes TIR e no acolhimento e desenvolvimento de serviços de apoio a este setor”, sublinha o presidente da Câmara de Mangualde, Elísio Oliveira.

    A JLS tem cerca de 350 trabalhadores, 300 camiões, várias estruturas de apoio logístico em Portugal e no estrangeiro e um nível de faturação de 26 milhões de euros.

    “É de registar a colaboração dos diversos proprietários dos terrenos que viabilizaram esta operação”, explica o Presidente da Câmara Municipal de Mangualde. Para quem Este sector de atividade “é uma fileira com grandes potencialidades de absorver serviços de maior valor acrescentado”.

  • ESAV disponibiliza Laboratório de Análise de Alimentos à comunidade

    ESAV disponibiliza Laboratório de Análise de Alimentos à comunidade

    Empresas e produtores da região têm a partir de agora disponível um Laboratório de Análise de Alimentos. Aproveitando espaços e equipamentos já existentes na Escola Superior Agrária de Viseu (ESAV), o laboratório irá permitir a avaliação de diversos parâmetros de produtos como laticínios e azeites, frutas, carnes e vinhos.

    Para a Vice-Presidente da Escola Superior do Politécnico de Viseu “estava na altura, na medida em que temos disponível um conjunto de equipamentos que estão a ser utilizados ao nível da investigação científica, de fazermos esta prestação de serviços ao exterior”. Segundo Maria João Lima, as atividades desenvolvidas no Laboratório de Análise Alimentar “possibilitam estreitar e fortalecer laços que unem a ESAV à comunidade regional”.

    Paulatinamente, é intenção da ESAV acrescentar outros parâmetros para análise no apoio às empresas e aos produtores.

  • Mata do Fontelo reabre depois de “minuciosa» intervenção

    Mata do Fontelo reabre depois de “minuciosa» intervenção

    Quase dois anos depois do rasto de destruição deixado pela tempestade Leslie, que destruiu grande parte do seu arvoredo, está reaberta a Mata do Fontelo, o maior pulmão verde da cidade de Viseu. Foram longos meses de espera, mas o espaço está agora “100 por cento visitável” e com novos atractivos. Almeida Henriques, presidente da Câmara Municipal, junta aos trabalhos de limpeza operados, intervenções que passaram, entre outras, pela colocação de sinalética e pela georeferenciação de 7.500 árvores. Isto na sequência de um “aprofundado estudo” elaborado por uma assessoria “qualificada” que integrou a Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, Quercus e Escola Superior Agrária de Viseu.

    Com a requalificação da Mata do Fontelo, a Câmara Municipal de Viseu dá também por concluída a primeira e segunda fases de reabilitação do Parque do Fontelo e, com elas, a reabertura, na sua plenitude, de todos os trilhos e caminhos da mata quinhentista. O espaço, de 17 hectares, esteve primeiro totalmente encerrado, e depois parcialmente fechado ao público.

    “Não foi só a tempestade Leslie, mas também outras que se seguiram, que ditaram os atrasos verificados nesta reabilitação. O que, por outro lado, nos permitiu perceber que o Fontelo tem cerca de 7.500 árvores, de 37 espécies, todas elas agora identificadas em termos de características e estado de conservação ”, justifica Almeida Henriques.

    O autarca sublinha que a dimensão dos danos provocados pelas tempestades na Mata do Fontelo obrigou a uma “minuciosa intervenção”, sempre acompanhada pelos parceiros envolvidos. “Uma coisa seria limpar a cara e deixar tudo como estava, outra coisa foi fazer um trabalho sério e sustentável”, acrescentou.

    Depois de uma primeira fase centrada na modernização dos espaços desportivos, e agora da segunda, vem aí a terceira fase de requalificação do Parque do Fontelo, para a qual o Município tem reservados 1.5 milhões de euros. Montante que será investido na substituição do relvado (com um mais eficiente sistema de rega) e pista de atletismo; na reabilitação do jardim quinhentista; na substituição do alcatrão que circunda o Estádio por cubos de granito; e a construção de uma vedação, ao longo de todo o campo de futebol, que de alguma forma, “irá permitir esbater o alcatrão”.

     

  • Viseu preside à direção da Associação Musical das Beiras

    Viseu preside à direção da Associação Musical das Beiras

    A Câmara Municipal de Viseu foi eleita para ocupar o lugar de Presidente da Direção da Associação Musical das Beiras, no próximo triénio de 2020-2022, fazendo-se representar neste cargo pelo Vereador da Cultura e Património do Município, Jorge Sobrado. No historial da Direção, a Câmara Municipal sucede à Universidade de Aveiro, que até então liderava a Associação que tutela a Orquestra Filarmonia das Beiras. Até à data, a Câmara Municipal de Viseu presidia ao seu Conselho Fiscal.

    Para o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, António Almeida Henriques, “esta eleição é um importante reconhecimento dos nossos parceiros sobre a dinâmica e o lugar de referência que Viseu tem construído na cultura, na música e no património histórico”.

    Fundada em 1995, a Associação Musical das Beiras é uma instituição cultural sem fins lucrativos que, em articulação com o Ministério da Cultura, através da Direção-Geral das Artes, e outras autarquias e instituições da Região Centro, apoia de forma regular a atividade da Orquestra. Atuando essencialmente a nível regional, através da Orquestra, tem procurado assumir um papel ativo na democratização e descentralização cultural, promovendo e desenvolvendo iniciativas direcionadas para a captação, formação e fidelização de públicos, assim como para o apoio à formação de jovens músicos.

    Com uma forte ligação a Viseu, tendo já aqui protagonizado inúmeros espetáculos, a Orquestra Filarmonia das Beiras, assinala, no final de 2020, os seus 23 anos de existência, dando continuidade a um prestigiado percurso neste universo musical. Reconhecida pela Direção-Geral das Artes como uma das três Orquestras Regionais do País, é composta por 27 músicos de cordas, sopros e percussão, de diversas nacionalidades, sendo o seu historial pautado não só pela componente de atuação musical, dentro e fora de portas, mas também por uma forte vertente pedagógica, de ensino musical e formação de públicos.

    No repertório da Orquestra figuram obras musicais que vão desde o século XVII ao século XXI, pese embora a sua Direção Artística tenha dado particular importância à interpretação da música portuguesa, quer ao nível da recuperação do património musical, como à execução de obras dos principais compositores do século XX e XXI.

    Desde 1999 que a Orquestra tem no Maestro António Vassalo Lourenço a sua Direção Artística. Iniciou a sua formação e atividade musical desde muito jovem, na Fundação Calouste Gulbenkian, na qual estudou violino e integrou o seu Coro Infantil. Seguiu-se o estudo de Canto, na Academia dos Amadores de Música, e mais tarde o Curso Superior no Conservatório Nacional de Lisboa. É Mestre em Direção de Coro e Orquestra e Doutorado em Direção de Orquestra, ambos pela Universidade de Cincinnati (EUA).

    Como Maestro convidado dirigiu diversas Orquestras e Coros em Portugal, Espanha, França e Estados Unidos da América. O seu percurso é marcado por uma contínua aposta na formação, junto de grandes nomes da música clássica, mas também por diversos reconhecimentos em concursos internacionais e pela sua ligação a grandes projetos de relevo e sucesso. É o caso do Estúdio de Ópera de Centro, nascido em 2006, através do qual tem desenvolvido uma componente formativa de relevo, para além de democratizar o acesso a produções de ópera um pouco por todo o país, desde óperas de repertório, portuguesa e para crianças.

     

  • Ana Paula Santana é a Provedora do Munícipe em Viseu

    Ana Paula Santana é a Provedora do Munícipe em Viseu

    O Executivo Municipal aprovou a escolha de Ana Paula Santana para desempenhar as funções de Provedora do Munícipe. “Com esta designação cumpre-se um dos desígnios da estratégia Viseu Primeiro, nomeadamente uma governação mais eficiente e participada, com uma aposta numa nova cultura de cidadania, definida por um padrão elevado de participação cívica, proximidade das políticas e dos agentes e transparência dos atos de gestão dos órgãos autárquicos locais”, sublinha o Presidente da Câmara, Almeida Henriques. Para quem Paula Santana “reúne os requisitos para o exercício destas funções, em face das suas habilitações e formação, atividade profissional desenvolvida e participação em Associações e projetos da Sociedade Civil”.

    O Provedor do Munícipe tem por função garantir a defesa e a prossecução dos direitos e interesses legítimos dos particulares perante os órgãos e serviços municipais. Exerce a sua atividade com autonomia e imparcialidade face aos órgãos municipais, concretizando o dever geral de proteção ao consumidor.

    Advogada e antiga vereadora da Câmara Municipal de Viseu, Ana Paula Santana é especialista na área do Direito Bancário da Bolsa e Seguros e dos Contratos e do Consumo. Exerce ainda funções na Beira Amiga – Associação de Defesa do Consumidor.

  • Rede de águas e esgotos ao Caramulo ficará concluída até março de 2021

    Rede de águas e esgotos ao Caramulo ficará concluída até março de 2021

    A empreitada da remodelação da rede de água e esgotos, bem como de novas captações, reservatório, adução e distribuição à vila do Caramulo deverá estar concluída no final do primeiro trimestre de 2021. Com três frentes de trabalho em simultâneo, o investimento que ultrapassa os 2,3 milhões de euros, conta com uma comparticipação financeira de quase 1 milhão de euros do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

    De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Tondela, José António Jesus, a obra, que se encontra no terreno há alguns meses, vem solucionar o problema de distribuição de água.

    Com o crescimento urbano que se registou nos últimos anos e consequente aparecimento de novos aglomerados, a distribuição de água encontrava-se completamente desajustada. “Esta é uma obra de grande importância para as gentes do Caramulo, que merecem um sistema de distribuição de água ajustado e de qualidade”, evidenciou.

    Assim, no que toca a rede de água, a empreitada prevê a captação, adução, construção de reservatório e distribuição de água, com os respetivos ramais domiciliários.

    Já em termos de esgoto, inclui a remodelação da rede existente, bem como a execução de uma nova rede em alguns arruamentos onde era inexistente.

    Esta é uma obra que está no terreno há alguns meses, visto que o trabalho a realizar em tipo de solo como o do Caramulo não tem a celeridade que por vezes ocorre noutros locais.