Autor: admin

  • Alunos finalistas da ESEV mostram trabalhos na Quinta da Cruz

    Alunos finalistas da ESEV mostram trabalhos na Quinta da Cruz

    A Quinta da Cruz – Centro de Arte Contemporânea tem patente uma exposição dedicada à mostra dos trabalhos dos alunos finalistas do curso de Artes Plásticas e Multimédia da Escola Superior de Educação de Viseu (ESEV), intitulada “2020”. A exposição apresenta um conjunto de 17 trabalhos destes alunos, desenvolvidos no âmbito da unidade curricular “Projeto de Artes e Multimédia”, que tem como propósito a aplicação e consolidação de conhecimentos e competências adquiridas ao longo do curso, incentivando a ligação entre duas áreas de relevo no mundo atual: as Artes e as Tecnologias da Informação. E resulta de um protocolo estabelecido entre o Município de Viseu, através do Museu Municipal, e o Instituto Politécnico de Viseu, através da ESEV.

    “Estamos perante uma parceria que muito engrandece os seus mentores: o Município, a Quinta da Cruz, a Escola Superior de Educação, alunos e professores”, reconheceu João Paulo Balula, presidente da ESEV, no dia em que abriu a exposição. “Um dia especialmente feliz” reforçou Jorge Sobrado, vereador da Cultura da Câmara Municipal de Viseu, para quem a Quinta da Cruz está a cumprir, com mais esta exposição, “uma das suas missões, ao estabelecer relações com a criatividade local”, neste caso dos finalistas da ESEV.

    São várias as técnicas usadas nestas obras, desde a ilustração à animação 2D, da fotografia ao vídeo e video mapping, dos materiais inerentes às artes plásticas ao design editorial, entre outras. Técnicas estas que permitem ao público uma experiência imersiva em temas tão diversos como os medos e anseios, o stress, as emoções, as doenças mentais, as transformações do ser humano, a deficiência visual ou as alterações climáticas e os incêndios.

    A exposição está patente na sala do piso -1 do Museu Municipal até ao dia 26 de julho. A visita tem lotação limitada, cumprindo com as recomendações da Direção-Geral de Saúde.

     

  • Termas de Sangemil com selo “Clean & Safe”

    Termas de Sangemil com selo “Clean & Safe”

    A unidade Termal de Sangemil obteve o selo “Clean & Safe”, específico para estâncias termais na primeira semana de junho. Este reconhecimento foi atribuído pelo Turismo de Portugal em parceria com a Associação das Termas de Portugal (ATP). Esta distinção mais não é do que a garantia do reforço das medidas de segurança a pensar nos seus utentes.

    A decisão de abrir as portas ao público ocorreu a 29 de junho e está suportada no empenho do cumprimento das normas e recomendações emitidas pelas autoridades competentes, nomeadamente Direção Geral de Saúde e Turismo de Portugal.

    Desde a abertura que as Termas de Sangemil implementaram um conjunto de novas regras para a admissão e permanência dos aquistas no espaço interior da unidade termal, como a marcação previa obrigatória para todos os serviços, a criação de um espaço na entrada para realização de um rastreio prévio para despistar situações de risco com febre, tosse ou a possibilidade de ter estado em contacto com alguma pessoa infetada, higienização recorrente de mãos e do calçado, como o uso da mascara obrigatória.

    De modo a garantir o distanciamento social, também a entrada de aquistas passa a ser limitada à capacidade das instalações, e apenas será permitida a entrada 15 minutos antes do início do tratamento agendado.

    Não será permitida a entrada de acompanhantes nas instalações, com exceção de crianças e pessoas de mobilidade reduzida, devidamente autorizadas pelos serviços clínicos da unidade termal de Sangemil.

  • Rede de águas e esgotos ao Caramulo concluída até março de 2021

    Rede de águas e esgotos ao Caramulo concluída até março de 2021

    A empreitada da remodelação da rede de água e esgotos, bem como de novas captações, reservatório, adução e distribuição à vila do Caramulo deverá estar concluída no final do primeiro trimestre de 2021. Com três frentes de trabalho em simultâneo, o investimento que ultrapassa os 2,3 milhões de euros, conta com uma comparticipação financeira de quase 1 milhão de euros do Programa Operacional Sustentabilidade e Eficiência no Uso de Recursos (POSEUR).

    De acordo com o presidente da Câmara Municipal de Tondela, José António Jesus, a obra, que se encontra no terreno há alguns meses, vem solucionar o problema de distribuição de água. Com o crescimento urbano que se registou nos últimos anos e consequente aparecimento de novos aglomerados, a distribuição de água encontrava-se completamente desajustada. “Esta é uma obra de grande importância para as gentes do Caramulo, que merecem um sistema de distribuição de água ajustado e de qualidade”, evidenciou.

    Assim, no que toca a rede de água, a empreitada prevê a captação, adução, construção de reservatório e distribuição de água, com os respetivos ramais domiciliários.Já em termos de esgoto, inclui a remodelação da rede existente, bem como a execução de uma nova rede em alguns arruamentos onde era inexistente.

    Esta é uma obra que está no terreno há alguns meses, visto que o trabalho a realizar em tipo de solo como o do Caramulo não tem a celeridade que por vezes ocorre noutros locais.

     

  • Constituição da empresa plurimunicipal viabiliza nova barragem em Falgilde

    Constituição da empresa plurimunicipal viabiliza nova barragem em Falgilde

    “Estamos a unir esforços para precaver o presente e o futuro da Região com uma empresa com capitais 100% públicos e uma estratégia que assenta na construção de uma nova barragem e de uma conduta redundante de ligação ao sistema de Balsemão”, sublinhou Almeida Henriques, presidente da Câmara Municipal, um dos cinco municípios que integra a Empresa Plurimunicipal «Aguas da Região de Viseu».

    A apresentação da empresa de captação, tratamento de água para consumo humano, adução, reserva e fornecimento aos municípios de Mangualde, Nelas, Penalva do Castelo, Sátão e Viseu, decorreu junto à Barragem de Fagilde, com a presença dos respectivos presidentes de câmara.

    A gestão da nova empresa será partilhada, sendo o Conselho de Administração presidido pelo Município de Viseu e as decisões tomadas por dupla maioria (80% do capital e a maioria dos municípios), nos diferentes órgãos.

    Com um capital social exclusivamente público de 4,5 milhões de euros  (500 mil euros em numerário e 4 milhões de euros de activos), repartidos por Viseu (66,43%), Mangualde (14,24%), Nelas (9,81%), Sátão (6,58%) e Penalva do Castelo (2,94%), a nova empresa permitirá aumentar a resiliência e fiabilidade do abastecimento de água nos cinco concelhos.

    “Colocamos um ponto final num impasse de vários anos e damos um importante passo para, com a ajuda do poder central, resolver o problema de falta de água na Região de Viseu. Provamos que juntos seremos mais fortes e resilientes”, assegurou o Presidente da Câmara Municipal de Viseu. Para Almeida Henriques, “fez-se história” com a constituição da nova empresa.

    Recorde-se que em 13 de Julho de 2019, foi assinado em Viseu, numa cerimónia onde participou também o Ministro do Ambiente e da Transição Energética, José Pedro Matos Fernandes, o protocolo que congregava estes cinco Municípios. Este momento aconteceu depois de falhar um primeiro esforço de constituição de uma empresa com oito Municípios.

    Já em 2017, ano de seca severa, a albufeira da barragem de Fagilde tinha chegado aos 7% da capacidade, obrigando a transportar mais de 85 mil metros cúbicos de água potável, num dispêndio financeiro de mais de 860 mil euros. Doze anos antes (em 2005), também num ano de seca excepcional, a barragem de Fagilde atingiu mínimos de 8%.

    Com a constituição da nova empresa, prevê-se um investimento de 73 milhões de euros, dos quais 45,7 milhões nos primeiros 7 anos e os restantes 27,3 milhões de euros no período 2020 a 2050; estima-se cerca de 19,9 milhões de subsídios a fundo perdido (dos quais 10 milhões de euros relativos à nova Barragem de Fagilde); e 18 milhões de euros em empréstimos de médio e longo prazo, que serão adstritos para reforço de produção de água capaz de responder ao aumento dos consumos urbanos e resolução dos problemas associados à albufeira e barragem de Fagilde.

    Dos investimentos previstos destaca-se a nova Barragem de Fagilde; a Barragem de Sanguinhedo das Maçãs; a nova conduta do Balsemão; a ampliação das cisternas, o novo sistema de tratamento de lamas e de ozonização da ETA de Fagilde; a substituição das adutoras da ETA de Fagilde ao Viso, a ampliação dos reservatórios do Viso, as intervenções nos subsistemas de Muna, Maeira e Vale de Fachas; em Nelas e Mangualde, a ampliação dos reservatórios de Tabosa e Serra de Santo António; em Nelas, a substituição de adutoras entre o cruzamento de Cantoneiros e RV Nelas e entre o N234 e RV Quinta da Cerca e beneficiação dos reservatórios de Nelas, Algeraz e Quinta da Cerca; em Mangualde, a construção de um novo reservatório e a substituição de grupos elevatórios; no Sátão, a reabilitação de reservatório.

    O preço de produção da água da nova empresa, mesmo com o investimento que se prevê, é manifestamente competitivo em relação a outros sistemas já existentes e há objectivos claros de redução dos actuais níveis médios de água não facturada (desperdícios), tornando o sistema mais eficiente e mais eficaz.

    A constituição da «Águas da Região de Viseu» permitirá uma actuação concertada dos cinco Municípios que, obviamente, mantêm a sua autonomia na distribuição aos consumidores finais, domésticos, empresas ou instituições, bem como nos regulamentos e tarifários a praticar.

  • Centro Histórico de Viseu sem carros até final de setembro

    Centro Histórico de Viseu sem carros até final de setembro

    Até final do mês de setembro, está vedada ao trânsito a circulação no centro histórico de Viseu. A medida entrou em vigor no passado dia 3 deste mês de julho, sob o mote “Verão no Centro Histórico? É sem carros!”, e visa desincentivar o uso do automóvel na zona antiga da cidade, à semelhança do que já foi feito em anos anteriores, no mesmo período temporal, promovendo assim, segundo a Câmara de Viseu, “um Centro Histórico com qualidade de vida e usufruto por todos, “amigo” do ambiente, ao oferecer uma circulação segura e confortável para os que aqui residem ou visitam, em consequência do fecho de praças e ruas”.

    “Sem carros, num ambiente com qualidade, com menos ruído automóvel e em segurança, será possível viver este verão com qualidade no nosso Centro Histórico, nas suas praças e ruas emblemáticas. A programação da iniciativa CUBO MÁGICO trará também inúmeras possibilidades de visita e experiências para todos, de forma descentralizada e em micro-escala, contribuindo para a retoma económica local e de reanimação cultural e turística de Viseu”, destaca o Presidente da Câmara, Almeida Henriques. “Não posso deixar de apelar ao sentido de responsabilidade cívica de todos neste contexto de pandemia que vivemos, reforçando a importância do cumprimento das normas e recomendações que nos são impostas pela Direção-Geral de Saúde”, sublinha o autarca.

    Em vigor até ao final do mês de setembro, os cortes de trânsito dividem-se em dois períodos. Na sua maioria, entre 21 de julho e 21 de setembro, o encerramento será realizado todos os dias, entre as 16 e as 02 horas. Em menores períodos de tempo, nomeadamente entre 3 e 20 de julho e 22 e 30 de setembro, a interdição centra-se nos fins-de-semana: às sextas-feiras e sábados, entre as 16 e as 02 horas, e aos domingos, entre as 16 e as 24 horas.

    Os cortes de trânsito serão realizados e acompanhados pela Polícia Municipal, contemplando os principais acessos ao Centro Histórico, nomeadamente no início da Rua dos Combatentes da Grande Guerra e no entroncamento da Travessa da Misericórdia com o Adro da Sé, mantendo-se a circulação pela Calçada da Vigia. Consequentemente, será autorizado, excecionalmente, o acesso a moradores da Rua Chão do Mestre e clientes do Hotel Palácio dos Melos pela Porta do Soar, em sentido inverso.

    Nos horários de culto e cerimónias religiosas, a ter lugar na Sé de Viseu ou na Igreja da Misericórdia, o acesso ao Adro da Sé será permitido, excecionalmente, nestes períodos, pela Travessa da Misericórdia.

    Em alternativa, viseenses, visitantes e turistas são convidados a usufruir dos lugares e parques de estacionamento gratuitos ou low-cost. À disposição, estão ainda as linhas urbanas C1 e C2 do MUV, para já em horário mais reduzido no contexto da pandemia COVID-19. O uso de meios de transporte alternativos, como a bicicleta, são bem-vindos.

     

  • Conferência em Lamego debate potencial do património duriense

    Conferência em Lamego debate potencial do património duriense

    O Município de Lamego promove no próximo dia 14 de julho, pelas 18 horas, a conferência “Turismo e Património – Uma Rede Segura” dirigida a profissionais do setor e que visa debater a forma como o vasto património da região duriense pode constituir uma âncora de atratividade e de identidade deste território, chamando a si aqueles que, em época de pandemia, podem visitá-lo.

    A realizar presencialmente no Museu de Lamego, esta conferência contará com as intervenções de António Ponte (Diretor Regional de Cultura do Norte), José Filipe Pereira (Padre e Presidente da Comissão da Pastoral do Turismo da Diocese de Lamego) e Paulo Barradas (Historiador e Coordenador dos espaços museológicos do Município de Lamego). O debate será moderado por António Alves da Silva, Vice-Presidente da Câmara Municipal e Vereador do Pelouro das Atividades Económicas e Turismo. A abertura do encontro contará ainda com a intervenção do Presidente Ângelo Moura.
    A iniciativa “Turismo e Património” é o segundo encontro do ciclo de conferências “Potenciar o Douro como Destino Seguro – Gerar e Gerir Boas Práticas” que a autarquia conta promover ao longo do ano. Com o objetivo de definir uma estratégia concertada para valorizar a experiência de quem visita este território, serão auscultados diferentes atores e operadores na área do turismo de modo a definir formas de atuação conjunta para contrariar os efeitos da atual pandemia

     

  • Zonas de lazer do concelho de Tondela com água própria para banhos

    Zonas de lazer do concelho de Tondela com água própria para banhos

    O Município de Tondela informa que as zonas de lazer do concelho têm água própria para banhos. A informação foi dada pelos serviços do Agrupamento de Centros de Saúde (ACES) Dão Lafões que, no âmbito do “Programa de Vigilância Sanitária da Qualidade da Água – Águas Balneares – Praia Fluvial”, recolheram em meados do corrente mês, água para análise bacteriológica.

    Assim, poderão ir a banhos na zona de lazer de Ferreirós do Dão, zona de lazer de Nandufe, zona de lazer de Sangemil, zona de lazer do Teixo – S. João do Monte, zona de lazer da “Lobada dos Pinchos” – Ribeiro – Mosteiro de Fráguas, zona de lazer de Várzea do Homem – Dardavaz e “Praia Paraíso” – Rio Águeda – S. João do Monte. Sublinhe-se que estas são todas zonas não vigiadas.

    Devido à pandemia que se atravessa, a zona de chuveiro do balneário estará fechada, até informação em contrário, sendo ainda obrigatório o uso de calçado no acesso às instalações sanitárias.

  • Museu do Caramulo vai produzir série sobre automóveis portugueses

    Museu do Caramulo vai produzir série sobre automóveis portugueses

    O Museu do Caramulo vai produzir, através do Jornal dos Clássicos, uma série documental sobre os automóveis portugueses. O objectivo desta série é mostrar alguns dos mais extraordinários automóveis produzidos em Portugal, evitando que as suas histórias caiam no esquecimento ou permaneçam no total desconhecimento por parte do grande público.

    A série “Automóveis Portugueses” terá seis episódios, cobrindo os automóveis Felcom (1933), Edfor (1937), Alba (1952), DM (1953), AR (1955), cinco dos automóveis que sobreviveram e que ainda se encontram em condições de circulação. Cada um destes cinco episódios focará a história do modelo, do seu criador assim como do seu actual proprietário.

    O último episódio será dedicado a toda a indústria e projectos motorizados portugueses e contará com a apresentação de José Barros Rodrigues, o conhecido autor de vários livros sobre automóveis produzidos em Portugal.

    Haverá ainda um episódio extra com o “making of” da série, incluindo as imagens do “behind the scenes”, bloopers, conversas com os participantes, entre outros conteúdos.

    Para isto, o Jornal dos Clássicos vai recorrer a uma produção profissional e munida de todas as capacidades técnicas para poder trazer o melhor que existe na arte de contar uma história e mostrar da melhor forma possível as extraordinárias aventuras de criatividade e empreendedorismo que marcaram a era dourada da produção de automóveis em Portugal, entre os anos 30 e 50.

    A série “Automóveis Portugueses”, que já se encontra em gravações, vai estrear durante o segundo semestre de 2020 no canal do Jornal dos Clássicos no YouTube, com um episódio a ser lançado a cada semana.

  • Solar dos Peixotos requalificado acolhe também a Junta de Freguesia de Viseu

    Solar dos Peixotos requalificado acolhe também a Junta de Freguesia de Viseu

    Estão concluídas as obras de requalificação do Solar dos Peixotos, na rua Cimo de Vila. O edifício apresenta-se de “cara” renovada e passou a acolher novos serviços, depois de um projecto de requalificação estruturante. O investimento, de cerca de 517 mil euros, permitiu, entre outras intervenções, a repintura integral do edifício e a introdução de melhorias ao nível da acessibilidade

    A par da Assembleia Municipal, o edifício acolhe ainda a sede da Junta de Freguesia de Viseu, que aqui centralizará os serviços antes dispersos pelos espaços da Rua Miguel Bombarda e da Travessa de São Lázaro. O funcionamento de gabinetes e outros serviços municipais no espaço também se mantém.

    Para Mota Faria, presidente da Assembleia Municipal de Viseu, a requalificação operada “dignifica o poder local democrático. Esta é a casa de todos, independentemente do debate político”, sublinhou na cerimónia de reabertura oficial do edifício.

    “Concretizamos hoje mais um investimento estruturante no nosso Centro Histórico. Do ponto de vista patrimonial, estamos a apostar na preservação e salvaguarda de um edifício emblemático de Viseu. Por outro lado, com a conclusão desta obra, conferimos mais e melhores condições para os colaboradores da Assembleia Municipal e para o exercício da sua actividade diária enquanto órgão municipal e instalamos novos serviços de apoio e proximidade aos viseenses, com a relocalização da Junta de Freguesia de Viseu”, destacou o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, António Almeida Henriques.

    Com um investimento total de cerca de 517 mil euros, a obra permitiu recuperar traços identitários do edifício, mantendo a sua essência e distinção, enquanto exemplar singular do nosso património.

    Desde logo, o pavimento da sala principal da Assembleia Municipal foi substituído na íntegra. Os restantes pavimentos, em madeira de pinho, foram também polidos e envernizados, assim como os vãos das portas; os tetos e as paredes foram também recuperados. Todas as caixilharias exteriores foram recuperadas e as da varanda fechada substituídas na sua totalidade. O edifício foi novamente pintado, na íntegra, e os granitos e gradeamentos existentes limpos e tratados.

    Ao nível das acessibilidades, há também melhorias a registar. Foram feitas instalações sanitárias para pessoas com mobilidade reduzida, em ambos os pisos, e implementado um elevador de acesso ao piso superior, onde se encontra instalada a Junta de Freguesia. A pensar na redução dos consumos energéticos, a instalação elétrica foi totalmente substituída, tendo-se privilegiado a instalação de luminárias com tecnologia LED. Também as infraestruturas de telecomunicações foram integralmente renovadas.

    Para além destas, há ainda que considerar a recuperação geral do espaço do 1º andar, para acolhimento da Junta, incluindo intervenções ao nível do pavimento, paredes, tetos e todas as infraestruturas necessárias; e a execução de um sistema de aquecimento automatizado para ambas a Assembleia e Junta.

    Neste investimento inclui-se também um novo sistema de comunicação visual e multimédia para a Assembleia Municipal de Viseu, com equipamentos qualificados para a realização da sua actividade, nomeadamente as suas reuniões.

     

  • «VISEU AJUDA» apoiou 805 famílias durante os primeiros 100 dias de pandemia

    «VISEU AJUDA» apoiou 805 famílias durante os primeiros 100 dias de pandemia

    Nos primeiros 100 dias de pandemia, a linha municipal de emergência social «VISEU AJUDA» apoiou 805 famílias do concelho. Concluída esta primeira fase, coordenada pelo vereador Jorge Sobrado, a linha mantém os apoios até ao final do ano, mas agora integrada numa estrutura de projecto na Divisão de Acção Social da Câmara Municipal de Viseu.

    A funcionar desde o dia 23 de março, prestando apoio 7 dias por semana, entre as 9 e as 20 horas, a pessoas e famílias residentes no concelho, em situação de carência, isolamento ou outra de emergência social, a linha registou um total de 1449 ocorrências, 2737 chamadas, e prestou apoio, até 30 de Junho, a 805 famílias de 23 freguesias do concelho.

    Das 1449 ocorrências registadas ao longo dos primeiros 100 dias, 78% (1126) tiveram “luz verde”, tendo justificado apoio social. O acesso à linha revelou-se mais acentuado no período compreendido entre 13 de abril e 14 de maio, no qual se registou um total de 785 ocorrências. Das 25 freguesias do concelho, apenas Côta, Cavernães e Santos Evos, não recorreram ao «VISEU AJUDA», tendo Abraveses e Rio de Loba liderado os pedidos.

    “Em boa hora colocámos em marcha este serviço de apoio extraordinário à nossa comunidade, que permitiu uma resposta concertada, rápida e solidária, face às necessidades vividas por muitas famílias e por muitos imigrantes neste período crítico da pandemia COVID-19”, destacou o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, António Almeida Henriques, na sessão de balanço do projecto, que decorreu na Mata do Fontelo.

    Disponibilizar uma resposta imediata para um conjunto de bens e serviços básicos, urgentes e inadiáveis, nomeadamente de aquisição e/ou entrega de refeições, de medicamentos e de compras de supermercado ao domicílio (alimentares e outras essenciais), assim como assegurar reparações domésticas urgentes e o agendamento de recolha de resíduos ao domicílio de pessoas infectadas pelo novo coronavírus foram objetivos traçados e tipologias de apoio colocadas à disposição da comunidade.

    Entre as 805 famílias apoiadas, num concelho onde residem cerca de três mil brasileiros, a linha municipal de emergência social «VISEU AJUDA», constituída por uma equipa multidisciplinar de 104 pessoas, entre elas 43 voluntários, apoiou mais de duas centenas de famílias de nacionalidade brasileira.

    Os números, revelados por Jorge Sobrado, revelam que metade das famílias só necessitou de apoio uma vez; 228 pediram ajuda duas vezes; e 62 três vezes, mobilizando 112 visitas domiciliárias. Sinalizadas foram também 385 famílias que necessitavam de apoio prioritário da Segurança Social, acabando 110 por justificar o apoio estatal.

    A implementação do projeto VISEU AJUDA permitiu constatar uma certeza há muito conhecida e defendida pelo Presidente da Câmara Municipal: a descentralização da área social, passando esta a constituir uma competência dos municípios. “Há uma evidente necessidade de reforma e modernização do sistema da Segurança Social, tornando-o mais próximo, mais ágil e mais integrado com as autarquias locais – municípios e freguesias”, sublinhou António Almeida Henriques.