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  • Tecnologia inovadora desenvolvida em Viseu testa funcionários do Município

    Tecnologia inovadora desenvolvida em Viseu testa funcionários do Município

    O Município de Viseu estabeleceu uma parceria com a Universidade Católica Portuguesa para a realização de rastreio da COVID-19 aos seus colaboradores. O teste recorre à metodologia inovadora, desenvolvida no ano passado pelo laboratório de investigação SalivaTec, para deteção de SARS-COV-2 em amostras de salivano decorrer de um projeto financiado pela Fundação para a Ciência e Tecnologia (FCT). A parceria já culminou com a primeira recolha de amostras.

    Para além de se diferenciar dos testes disponíveis no mercado, uma vez que utiliza a saliva como meio de rastreio não invasivo, o método desenvolvido pelo laboratório recorre a uma estratégia inovadora, adequada para a testagem ampla de populações. A metodologia baseia-se no teste de grupos de amostras (pool de 20 indivíduos), defendida pelo “European Centre for Disease Prevention and Control (ECDC).

    “Entendemos que, no combate à COVID-19, devemos utilizar todos as armas ao nosso dispor. A tecnologia desenvolvida em Viseu, no seio do CIIS – Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde da Universidade Católica, permite a massificação rápida do rastreio, com uma brutal redução de custos”, explica António Almeida Henriques.

    Para a primeira recolha de amostras, o Município selecionou 100 colaboradores, afetos a áreas com maior exposição e risco, como os Bombeiros Sapadores, Espaços Verdes, Obras, Limpeza Urbana ou SMAS. Depois de conhecidos os resultados da primeira experiência, o rastreio deverá ser alargado a todo o universo da autarquia.

    Segundo o Município de Viseu, este rastreio permite uma redução considerável dos custos, quando comparado com os testes de PCR convencionais. A título de exemplo, a testagem de 1000 indivíduos rondaria os 100 mil Euros se realizado por PCR convencional, e cerca de 7 mil euros, caso fossem utilizados testes rápidos de antigénios. A testagem da mesma população, através da estratégia de pools de amostras de saliva, custa cerca de 750 euros. Supondo que 5 dos 50 grupos testados apresentam resultados positivos, o custo passa a ser de 2250 euros.

    Marlene Barros, diretora do Centro de Investigação Interdisciplinar em Saúde (CIIS) e responsável científica pelo Laboratório SalivaTec, considera que “a COVID19 acabou por funcionar como um acelerador da investigação e sua rápida transferência, resultando em soluções que ajudam a combater esta pandemia e com toda a certeza melhor nos preparam para fazer face a outras”.

    A parceria estabelecida entre o Município de Viseu e a Universidade Católica Portuguesa, permite a utilização, pela primeira vez em Portugal, desta metodologia no terreno e junto de um universo alargado de indivíduos. A adoção deste método de rastreio, caso apresente resultados conclusivos e fiáveis, poderá contribuir para a rápida identificação de possíveis focos de contágio em empresas e instituições, especialmente escolas, lares de idosos, associações desportivas, órgãos de gestão e de proteção civil, entre outras.

  • «Task Force» em Tondela pela reabertura de extensões de saúde

    «Task Force» em Tondela pela reabertura de extensões de saúde

    “Inconformado” com o encerramento de três extensões de saúde do concelho de Tondela – Caramulo, S. João do Monte e Lajeosa do Dão -, por falta de assistentes operacionais ou assistentes administrativos, o Município de Tondela assume que “estará na primeira linha das reivindicações” pela reabertura destas unidades. Uma posição que envolve também os respetivos presidentes de junta de freguesia.

    Em conferência de imprensa, o presidente da Câmara Municipal de Tondela, José António Jesus, sublinhou “não ser possível” continuar a assistir, no seu concelho, à cíclica fase de encerramento de extensões de saúde, com especial incidência nos últimos tempos. A preocupação, que tem vindo “a subir de tom”, já foi por diversas vezes apresentada aos órgãos de tutela, nomeadamente ao ACES Dão Lafões. E pode, se nada for feito para inverter a situação, chegar à ministra da Saúde através de uma exposição.

    “Já não bastavam as preocupações que a pandemia trouxe à vida de todos nós, sobejamente conhecidas, e que inevitavelmente diminuiu o acesso a muitos outros cuidados de saúde (que nada têm a ver com a COVID), para existir esta severa preocupação no âmbito do acesso aos cuidados de saúde”, acrescentou o autarca, preocupado com o facto de a USF de Tondela ficar transformada, “não tarda, na única unidade funcional em todo o concelho”.

    A dispersão geográfica do concelho de Tondela, com os seus 371Km2 e com mais de 200 povoações, sendo que algumas distam mais de 40 Km à sede do concelho, a par de uma população envelhecida, mas também as questões inerentes aos problemas de um concelho com forte dimensão empresarial, “aumentam a angústia e a necessidade que seja superada esta situação muito preocupante”.

    “É neste quadro que as populações, as Juntas de Freguesia e o Município, lançam este repto, após muita resiliência e esperança, numa clara demonstração de que não é possível manter-se este cenário”, sublinha o presidente da Câmara Municipal de Tondela, que manifesta “total desagrado e inquietação” com aquilo que considera ser “falta de coesão territorial evidente nestas situações”.

    “Não abdicaremos do princípio que os territórios do interior ou de baixa densidade têm de ter respostas e recursos que diminuam as assimetrias em relação aos grandes centros! Não é aceitável que neste momento o nosso concelho se depare com o encerramento de três extensões de saúde (a caminho de uma quarta unidade) por falta de assistentes operacionais ou assistentes administrativos”, sustentou José António Jesus.

    Considerando que esta problemática se vem a acentuar ao longo do tempo, o Município de Tondela, exorta a tutela a responder a esta situação gritante, sob pena do colapso eminente na resposta de proximidade, em cuidados básicos de assistência médica. Tanto mais, quando os profissionais em falta, são de fácil recrutamento, ou até poderão transitar por mobilidade no quadro da função pública, dado tratarem-se de funções onde há bastantes profissionais disponíveis”, acrescentou o autarca.

    José António Jesus revelou que o Município de Tondela está disponível para, num quadro excecional, protocolar a com a tutela a colocação de colaboradores seus, que permitam que todas estas extensões de saúde possam funcionar, até que esteja solucionada a integração de novos colaboradores das estruturas da saúde.

    “Se assim não for, não deixaremos de colocar a nossa voz junto dos nossos concidadãos e das respetivas autarquias de freguesia, num quadro solidário e de defesa de um valor consagrado na Constituição da República Portuguesa – o acesso aos cuidados de saúde”, referiu.

    O encerramento, em março do ano passado, da extensão do Caramulo, que serve 1.300 pessoas, obriga as populações da União de Freguesia de São João do Monte e Mosteirinho, além de Paranho de Arca e Varzielas (do vizinho concelho de Oliveira de Frades), a deslocar-se a Campo de Besteiros, que dista entre 20 a 25 quilómetros num circuito de ida e volta.

    Já o encerramento da extensão de Saúde Familiar de Lajeosa do Dão, que serve uma freguesia caracterizada por uma população idosa, obriga os utentes a deslocarem-se a Canas de Santa Maria, tendo para tal de percorrer, nas duas viagens, cerca de 20Km.

     

  • Aluno da Secundária Viriato ganha concurso escolar da ONU

    Aluno da Secundária Viriato ganha concurso escolar da ONU

    No âmbito das iniciativas destinadas a comemorar o 75.º aniversário da Organização das Nações Unidas (ONU), o Ministério da Educação laçou um concurso escolar,no domínio das Artes Visuais, destinado a destacar os rostos portugueses mais relevantes na Organização das Nações Unidas e relembrar o papel importante que desempenharam, e continuam a ter, nas decisões sobre questões importantes como a paz e a segurança no mundo.

    O aluno Luís Bouça,da turma D, do 12º ano de escolaridade (Curso de Artes Visuais) da Escola Secundária Viriato, obteve o 1º lugar no referido concurso denominado “Rostos Portugueses na ONU 75 anos|75 imagens”.

    No escalão 4 (Ensino Secundário), a primeira classificação foi para o aluno da Escola Secundária Viriato, sendo as seguintes classificações atribuídas a alunos da: Escola Secundária Inês de Castro; Escola Secundária Almeida Garrett; Escola Secundária Quinta das Palmeiras; Escola Portuguesa de Dili.

    O trabalho foi executado com técnica mista: Grafite (rosto) + Digital (bandeira). O rosto representado é o do Secretário-Geral da ONU, António Guterres, eleito pelo Conselho de Segurança em janeiro de 2017.

    Nas palavras do autor “Uma instituição tão importante a nível humanitário e global como a ONU é, só por si, uma inspiração natural. Acresce o facto de ter a liderança de um português, o Sr. Engenheiro António Guterres, fonte de inspiração adicional.”

    “Parabéns ao Luís e ao professor coordenador Agostinho Pereira.É um orgulho a Escola Secundária Viriato ter alunos talentosos e professores dedicados!”, congratula-se a comunidade escolar do estabelecimento de ensino

  • Requalificação do Jardim Municipal de Castro Daire, 40 anos depois

    Requalificação do Jardim Municipal de Castro Daire, 40 anos depois

    O Jardim Municipal de Castro Daire, um espaço central na vila e cuja última requalificação aconteceu há cerca de quarenta anos, tendo sofrido poucas alterações desde então, vai agora ser intervencionado e transformado, a curto prazo, num local, diferente, moderno e cada vez mais ao serviço da comunidade.

    As intervenções previstas, de carácter permanente, pretendem tornar o jardim acessível em todo o seu redor com a promoção da acessibilidade para todos, garantindo um acolhimento inclusivo.

    Segundo a autarquia, o investimento enquadra-se, também, na grande aposta que o Município de Castro Daire está a efetuar no setor do Turismo, como o ponto central de uma aposta integrada da oferta turística que está a ser criada. Irá contemplar um espaço de acolhimento/informação/promoção turística, o “Welcome Center”. “O Jardim Municipal será local de convívio, mas também um cartão de visita, a porta de entrada para acolher os turistas que nos visitem”.

    O Jardim será complementado com um elemento decorativo singular, uma fonte luminosa, com o formato do mapa do concelho, e contará com a identificação das antigas vinte e duas freguesias do concelho em repuxos (géiser) de água no mesmo.

    Será um espaço que contará, ainda, com uma aposta nas novas tecnologias. Os degraus da imponente escadaria que irá envolver o Jardim Municipal serão iluminados com tecnologia LED. A definição de um espaço claro para dinamização cultural, complementado com o acesso à internet (WiFi free) atrairá cada vez mais pessoas.

    Surgirá ainda o nome da vila, em letras gigantes, aplicado estrategicamente por forma a que as pessoas possam tirar selfies e levar Castro Daire, orgulhosamente, cada vez mais longe.

  • Novos órgãos sociais empossados na AIRV

    Novos órgãos sociais empossados na AIRV

    Tomaram posse, em sessão realizada online, os novos Órgão Sociais da AIRV para o triénio 2021/2023, eleitos em 18 de dezembro de 2020. João Cotta, reeleito na presidência, salientou que a prioridade deste mandato, será “apoiar as empresas nesta pandemia, continuar a ser a voz da Região e um parceiro fiável das Empresas e Autarquias, lembrando que, apesar do confinamento geral, a AIRV continua a trabalhar em pleno”.

    O dirigente aproveitou para dar os parabéns às empresas da Região pela sua resiliência e, comunicou o lançamento de uma Linha de Apoio às Empresas, que necessitem de consultoria para enfrentarem as dificuldades colocadas pela pandemia da Covid-19. Esta linha, irá mobilizar um conjunto de entidades públicas, privadas e consultores para dar esse apoio, de forma a orientar os empresários que poderão estar a necessitar de ajuda, nesta altura.

    Participaram na Sessão, para além dos novos Órgãos Sociais empossados, o Presidente da CIM Viseu Dão Lafões, Rogério Abrantes, o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, António Almeida Henriques e a Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, que mostraram desta forma, a importância deste momento, manifestando o seu apoio à AIRV, particularmente numa altura tão difícil para o tecido empresarial da Região.

    A Ministra da Coesão Territorial, Ana Abrunhosa, garantiu que, o apoio às empresas continuará a ser uma prioridade da parte do Governo, valorizando nas medidas os territórios do interior e também o investimento público que é fundamental para a competitividade.

    Jorge Paulo Sacadura (Sociedade Agro-Industrial Terras de Azurara, Unipessoal, Lda) preside à Assembleia Geral, que tem ainda como vice-presidente António Pega (Huf Portuguesa-Fábrica de Componentes para o Automóvel, Unipessoal, Lda). Na Direção, Nelson Sousa (Transportes Internacionais, S.A) foi empossado como vice-presidente.

    O Conselho Fiscal é presidido por Luís Abrantes (Movecho, S.A.), tendo como vice-presidente, Tiago Patrício Gouveia (Fundação Abel e João de Lacerda).

  • CIM Viseu Dão Lafões Capacita Técnicos de Fogo Controlado e Operacionais de Queima

    CIM Viseu Dão Lafões Capacita Técnicos de Fogo Controlado e Operacionais de Queima

    A Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, através da sua Unidade de Proteção Civil Intermunicipal, no âmbito do projeto europeu LIFE Landscape Fire Project, promove, entre Janeiro e Abril deste ano, a capacitação e credenciação de Técnicos de Fogo Controlado e de Operacionais de Queima.

    As ações visam dotar os agentes de proteção civil do território de ferramentas que lhes permitam realizar planos de fogo controlado e executar técnicas de ignição para queima prescrita, bem como a posterior avaliação dos impactes da queima.

    Estas formações são dirigidas a técnicos e operacionais provenientes de diversas estruturas do território da CIM Viseu Dão Lafões, nomeadamente: Gabinetes Técnicos Florestais, Serviços Municipais de Proteção Civil, Bombeiros Sapadores Municipais, Bombeiros Voluntários, Sapadores Florestais, Organizações de Produtores Florestais e da Unidade de Emergência de Proteção e Socorro da GNR.

    Atendendo ao contexto causado pela pandemia COVID-19, numa primeira fase, o ciclo formativo teórico será ministrado via online, sendo que numa segunda fase serão desenvolvidas sessões práticas e teórico-práticas de uso de fogo nos mais diversos níveis de atuação.

    As sessões teóricas, para a formação de Técnico de Fogo Controlado e de Operacional de Queima, tiveram início a 28 e 29 de janeiro respetivamente, estando prevista a sua conclusão no mês de março.

    As sessões práticas e teórico-práticas, apesar da incerteza determinada pela pandemia, deverão ocorrer a partir do mês de fevereiro, prolongando-se até ao mês de abril, estando a sua realização dependente da ocorrência de condições climatéricas favoráveis.

    Cada um dos cursos contempla 25 participantes por turma. Assim, o Curso de Técnico de Fogo Controlado é composto por uma turma e o Curso de Operacional de Queima envolve três turmas, para um total de 100 formandos.

    “Este projeto reveste-se de grande importância pois vais dotar a região de um know-how extremamente valioso para o reforço da nossa capacidade de prevenção e combate ao flagelo dos incêndios rurais”, sublinha o presidente da CIM Viseu Dão Lafões. Rogério Abrantes.

     

  • EDP Distribuição muda de nome e altera imagem: agora é E-REDES

    EDP Distribuição muda de nome e altera imagem: agora é E-REDES

    A EDP Distribuição, empresa que gere a rede de distribuição de eletricidade em Portugal continental, passa agora a designar-se E-REDES. Esta etapa do processo de separação de imagem entre operadores do mesmo grupo económico no âmbito do setor elétrico, em linha com a Comissão Europeia, foi aprovadapela Entidade Reguladora dos Serviços Energéticos (ERSE) a 11 de agosto de 2020.

    A Empresa apresentou em outubro do mesmo ano o plano para assegurar a transição para a nova marca, que tem vindo a ser implementado, garantindo que essa mudança “será realizada sem impacto de custos para os consumidores”.

    Além da mudança de nome de EDP Distribuição para E-REDES, a nova marca irá contar com um logótipo, que assume um caracter dinâmico em formatos digitais e uma linha gráfica assente nas cores amarelo e preto. Com esta alteração de imagem, que deixa de ter elementos de cor ou design comuns a outras empresas do universo EDP, reforça-se a identificação e a singularidadedo operador de redes de distribuição.

    Nesta alteração, a Empresa, agora E-REDES – Distribuição de Eletricidade SA, mantém o essencial. “Assegura a mesma atividade, os mesmos canais de contacto, o mesmo empenho na transição energética e assume o compromisso de continuar a ser uma marca de confiança, próxima dos consumidores, cumprindo as obrigações dos seus contratos de concessões e prestando um serviço público de qualidade, focado no cliente e orientado por uma forte responsabilidade social”, garante a Direção de Comunicação e Stakeholders da Empresa.

     

  • Nova ETAR de Gôje (Penalva do Castelo) entrou em funcionamento

    Nova ETAR de Gôje (Penalva do Castelo) entrou em funcionamento

    A antiga ETAR de Gôje, estava obsoleta no que concerne ao seu dimensionamento e à sua tipologia de tratamento, pelo que era imperativo a construção de uma nova ETAR que possibilite um tratamento satisfatório dos efluentes, de forma a assegurar a proteção do ambiente em geral e das águas superficiais, dos efeitos nefastos das descargas das águas residuais urbanas.

    A construção da Nova ETAR de Gôje, na localidade e concelho de Penalva do Castelo, freguesia de Ínsua, insere-se no âmbito dos Investimentos com vista à redução da poluição urbana nas massas de água, com especial enfoque no integral cumprimento da Diretiva relativa ao Tratamento de Águas Residuais Urbanas — Diretiva 91/271/CEE, de 21 -05-1991 (DARU).

    A nova ETAR está assim capacitada para tratar as águas residuais de 7956 habitantes de todo o concelho, e localiza-se a jusante da atual ETAR.

    Desde a sua tomada de posse que o atual executivo vem desenvolvendo várias diligências no sentido de melhorar o ambiente neste concelho. Um esforço agora premiado com a entrada em funcionamento, no dia 26 de janeiro de 2021.

    A candidatura foi apresentada e enquadrada na proposta de estratégia definida no PENSAAR 2020 – «Uma nova Estratégia para o Sector de Abastecimento de Água e Saneamento de Águas Residuais».

    Esta é a maior obra construída no concelho de Penalva do Castelo e comparticipada pelos fundos comunitários (85%), com um custo de 2 milhões de euros aproximadamente.

    Além deste equipamento, salientamos a construção e já em pleno funcionamento das(SAR) -Sistema de Águas Residuais de: Castelo de Penalva, Sezures, Gondomar(Ínsua1), Senhora da Ribeira (Ínsua2), Roriz, Casal Diz e Encoberta, com um investimento aproximado de 1.500.000 euros, sendo comparticipado em 85% pelos fundos comunitários.

    A entrada em funcionamento destes equipamentos permitiu a desativação de treze fossas que já não cumpriam com a missão para a qual tinham sido construídas.

  • 1,2 milhões de euros para programação cultural em rede em Viseu Dão Lafões

    1,2 milhões de euros para programação cultural em rede em Viseu Dão Lafões

    A  Comunidade Intermunicipal (CIM) Viseu Dão Lafões, viu aprovada a sua candidatura “Rede Cultural Viseu Dão Lafões”, submetida ao fundo extraordinário “Programação Cultural em Rede”, no âmbito do PO Centro 2020, com um valor de trezentos mil euros. Com esta candidatura, a CIM Viseu Dão Lafões pretende dar continuidade ao investimento na cultura que tem preconizado nos últimos anos e cuja atividade tem sido fortemente limitada fruto da pandemia COVID-19.

    O projeto “Programação Cultural em Rede” visa articular em todo território, no decurso do ano de 2021, uma programação cultural que permita, não só, a valorização dos recursos patrimoniais e museológicos regionais, mas também, apoiar os agentes culturais e turísticos locais, apostando numa agenda cultural rica e diversificada.

    Este projeto pretende dar continuidade à rede cultural de cooperação intermunicipal que a CIM Viseu Dão Lafões tem vindo a dinamizar, em parceria com os catorze municípios do território, e que tem permitido, não só, promover a itinerância de conteúdos artísticos, como tem contribuído para o desenvolvimento de um produto cultural regional de características únicas.

    Essas manifestações culturais assentarão, maioritariamente, em propostas culturais apresentadas por agentes culturais e na dinâmica patrimonial e artístico-cultural da região.

    De acordo com o Secretário Executivo da CIM Viseu Dão Lafões, Nuno Martinho, “A CIM Viseu Dão Lafões sempre entendeu a cultura como um fator diferenciador da atratividade e competitividade do nosso território. Atendendo à pandemia COVID-19, vimo-nos na contingência de reformular estratégias e a programação com vista a responder às necessidades dos agentes culturais, populações e operadores turísticos, tendo, neste contexto, surgido a candidatura “Rede Cultural Viseu Dão Lafões”. Esta iniciativa é assim, também, uma mensagem de confiança que queremos deixar a todas as Instituições da nossa região e a todos os profissionais que têm sofrido fortemente com esta pandemia”.

    No âmbito da CIM foi ainda, possível, concertar uma estratégia intermunicipal que permitiu, através da agregação de agrupamentos de municípios, aprovar candidaturas, com diversas geometrias geográficas, reforçando a oferta e a complementaridade dos eventos no território. No total, este conjunto de ações representam um investimento no território de aproximadamente 1.2 milhões de euros.

     

  • Câmara de Lamego e ESTGL fazem inventário do património azulejar

    Câmara de Lamego e ESTGL fazem inventário do património azulejar

    O município de Lamego possui um importante património azulejar que se distribui, entre outros locais, por fachadas de habitações particulares, jardins e fontanários. Dada a sua relevância cultural e artística e a necessidade de contribuir para a sua salvaguarda, a Câmara Municipal de Lamego, em parceria com a Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Lamego (ESTGL), vai avançar com o levantamento e a catalogação deste importante património.

    A colaboração de índole educacional, científica, técnica e formativa entre as duas entidades concretiza-se ao abrigo da celebração de um protocolo que poderá constituir um instrumento valioso para o “Projeto SOS Azulejo”, uma vez que a catalogação será feita de acordo com o Sistema Az Infinitum – Sistema de Referência e Indexação de Azulejo, desenvolvido pela “Rede de Investigação em Azulejo”.

    A Câmara Municipal de Lamego considera que a realização deste inventário é relevante, numa primeira fase, para a salvaguarda e proteção deste património urbano, muitas vezes objeto de grave delapidação, e para a sensibilização da comunidade para a necessidade da sua valorização. Esta catalogação pode ainda, numa fase posterior, servir de base para a classificação das fachadas dos edifícios como “Imóveis de Interesse Municipal”.
    O protocolo agora estabelecido prevê que a autarquia conceda apoio logístico, através do fornecimento de recursos materiais e técnicos necessários, enquanto que a ESTGL promoverá a organização e a formação de grupos de trabalho voluntários com vista ao levantamento do acervo azulejar e a realização do seu estudo, no âmbito das competências técnico-científicas identificadas.