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  • Viseu abre ao mundo um museu único dedicado ao quartzo

    Viseu abre ao mundo um museu único dedicado ao quartzo

    Mais de década e meia depois de ter sido idealizado, abriu finalmente as portas, no Monte de Santa Luzia, em Viseu, o Museu do Quartzo – Centro de Ciência Viva. O único no mundo dedicado a uma só espécie mineral, e o mesmo que, ainda em fase de projecto, já tinha sido galardoado, em 1997, com o Prémio Nacional do Ambiente. Por deliberação da Câmara Municipal, o geomonumento, como também é conhecido, recebeu o nome do seu principal mentor e coordenador científico, o geólogo Galopim de Carvalho.

    “Este espaço constitui uma mais-valia pedagógica e didáctica determinante no processo ensino/aprendizagem”, reconheceu Américo Nunes, vice-presidente da autarquia, que enquanto vereador do Ambiente decidiu, no início da década de 90, desafiar Galopim de Carvalho, à altura director do Museu Nacional de História Natural de Lisboa, para pôr o projecto em marcha.

    O empreendimento, que envolveu um investimento superior a um milhão de euros, tinha por objectivo inicial encontrar uma solução que eliminasse o rasgão deixado à mostra, numa das vertentes do Monte de Santa Luzia, após alguns anos (1961/68) de exploração mineira a cargo da entretanto extinta Companhia Portuguesa de Fornos Eléctricos, de Canas de Senhorim.

    A obra levou dois anos a ser construída, após a abertura do concurso público em 2006. Quando tudo parecia estar pronto para a sua abertura ao público, o furto de uma torre, primeiro, e a constatação de que o projecto não previra um imprescindível sistema de ar condicionado, depois, levaram a que a inauguração fosse sucessivamente adiada. A esta situação, que ditou quatro anos de uma longa espera, não foi ainda alheio, como na altura explicou o presidente da autarquia, Fernando Ruas, o complexo processo de definição exaustiva e ponderada dos conteúdos.

    A requalificação do espaço, nos limites das freguesias de Campo e de Abraveses, previa, para além dos arranjos exteriores que valorizassem um dos mais belos miradouros naturais da cidade de Viseu, a construção de uma estrutura museológica exclusivamente dedicada ao quartzo, um mineral que tem neste monte uma das maiores jazidas da Europa.

    Inaugurado esta semana, com a presença do ministro da Educação e da Ciência, Nuno Crato, o museu pretende, na primeira das três fases previstas, ter um cunho iminentemente pedagógico/didáctico junto da comunidade local, particularmente professores e alunos das escolas da região.

    Nas fases subsequentes, Galopim de Carvalho, que não falou à cerimónia inaugural, admite que o museu possa conquistar universidades e empresas para, em conjunto, promoverem a investigação científica e aplicada em torno do quartzo. Numa terceira fase, deverá evoluir de forma a cativar, entre outros, investidores internacionais ligados à indústria da relojoaria que tenha o quartzo como principal matéria-prima. “Estamos perante um verdadeiro filão de potencialidades científicas e tecnológicas”, assevera Galopim de Carvalho. “E de uma pedra na cultura científica portuguesa”, conclui Nuno Crato.

    O presidente da Câmara de Viseu considerou que, “além do seu valor intrínseco”, o geomonumento, agora inaugurado, passará, “pela excelente localização de que desfruta e pelos arranjos exteriores a que foi sujeito”, a ser “um dos mais aprazíveis mirantes da cidade, capaz de atrair para o Monte de Santa Luzia muitos visitantes”.

    INTERACTIVIDADE

    Constituído por centenas de peças arrancadas do extraordinário filão hidrotermal de quartzo leitoso identificado no Monte de Santa Luzia, entre outras, o Museu do Quartzo pretende assumir-se como escola de ciência viva em torno deste mineral. Para o conseguir, os seus ideólogos apostaram num sistema de interactividade que permita ao público em geral, e aos jovens em idade escolar, em particular, aceder e interagir com os conteúdos expostos. Os painéis expositivos, enquadrados pela escarpa que contém a matéria-prima que está na origem do geomonumento, completam-se num espaço que, a partir de agora, valerá a pena visitar.

     

     

     

     

     

     

     

  • Adega Cooperativa de Mangualde apresentou sete novos vinhos

    Adega Cooperativa de Mangualde apresentou sete novos vinhos

    Depois de ter duplicado as exportações em 2011, com uma forte aposta no mercado asiático, sobretudo na China, e de continuar a privilegiar também os mercados francês e espanhol, este uma surpresa a absorver “uma parte significativa das exportações”, a Adega Cooperativa de Mangualde apresentou a semana passada, num jantar vínico realizado no Solar do Vinho do Dão, mais sete novos vinhos. Uma iniciativa que vem confirmar, em tempo de crise, o dinamismo da direcção da Cooperativa.

    Antes da entrada para a sala de jantar os convidados foram surpreendidos com um vinho licoroso branco da marca Encruzadito, de enorme complexidade e boa apresentação.

    A primeira “estrela” a ser apresentada foi o «Castelo de Azurara» branco 2011 seguido do Adega de Mangualde 2010. Dois vinhos de qualidade superior mas com perfil distinto. Enquanto a marca Castelo de Azurara procura vinhos com carácter, elegância e de grande equilíbrio, a Adega de Mangualde foi criada para acolher vinhos gastronómicos com uma estrutura firme, capaz de acompanhar qualquer repasto, e com capacidade de envelhecimento. “O branco desta marca só é engarrafado com um ano, incorporando aquilo a que estamos habituados nos brancos – a juventude”, explica António Mendes, presidente da direcção da ACM. Da mesma marca foi ainda apresentado um vinho rosado com 14% e com uma invulgar estrutura.

    Com os pratos de carne foram apresentados os vinhos Adega de Mangualde tinto 2010 e o Castelo de Azurara reserva 2010. Dois vinhos que se mantêm fiéis aos objectivos da marca, ou seja, o primeiro um vinho de grande estrutura, e o segundo um vinho de grande carácter e elegância.

    As apresentações prosseguiram com o Tôriguito, um outro licoroso excelente para acompanhar as sobremesas. Foi um despertar de sentidos quando os presentes colocaram este vinho na boca, não estando à espera que na nesta região se produzisse um licoroso com esta qualidade.

    Num jantar que reuniu mais de centena e meia de pessoas, a Adega Cooperativa de Mangualde brindou ainda os presentes com momentos musicais de excelência, protagonizados pelo Grupo Musicando e Coral Lopes Morago, que condimentaram uma noite cultural subordinada ao tema “Vinum et musica laetificant cor” (Vinho e música alegram o coração).

    A cerimónia oficial de abertura contou com discursos curtos mas incisivos do presidente da Direcção da Adega Cooperativa de Mangualde, António Mendes, do presidente da Câmara Municipal de Mangualde, João Azevedo, e do presidente da Comissão Vitivinícola Regional do Dão, Arlindo Cunha.

  • EDP Distribuição conclui interligação Aguieira-Lageosa do Dão

    EDP Distribuição conclui interligação Aguieira-Lageosa do Dão

    Prosseguindo o esforço que visa a prestação de um serviço de qualidade, neste caso às populações abrangidas, a EDP Distribuição deu como concluída, em meados deste mês de abril, a obra de Interligação Aguieira – Lageosa do Dão (Tondela).

    O investimento ascendeu a perto de 70 mil euros e resulta da desativação, no ano de 2005, da antiga subestação (SE) de Nelas, que deixou fora de serviço o troço a 60 kV entre esta SE e a subestação de Tondela.

    “Visando o aproveitamento de todas as infraestruturas – linhas e apoios – existentes e tendo em vista a melhoria da qualidade de serviço prestado, a EDP Distribuição procedeu à interligação, agora a 15kV, de 3 linhas oriundas de 3 subestações diferentes: SE Nelas II/Linha MT Canas de Senhorim; SE Carregal do Sal/ Linha MT Cabanas de Viriato; e SE Tondela/Linha MT Cerâmica II.

    “Esta obra visa, fundamentalmente, incorporar uma mais-valia significativa à qualidade do serviço prestado pela EDP Distribuição a toda a população por si abastecida”, conclui a empresa.

  • Serviço de Teleassistência a idosos está a ser testado em Mortágua

    Serviço de Teleassistência a idosos está a ser testado em Mortágua

    Está a ser testado no concelho de Mortágua o sistema de “telegestão de acompanhamento de idosos”, no âmbito de um projecto lançado pela Comunidade Intermunicipal do Baixo Mondego (CIM-Baixo Mondego). O sistema tem como objectivo prestar apoio às pessoas idosas residente na região em situações de emergência, nomeadamente pessoas que vivem em condições de isolamento.

    Nesta fase experimental, foram seleccionadas dez pessoas por concelho, no sentido de testar a funcionalidade e operacionalidade do sistema. Os critérios de atribuição do sistema de telegestão, na fase experimental, foram definidos pela Rede Social Concelhia, com a colaboração da GNR através do programa “Idosos em Segurança”.

    O serviço de teleassistência domiciliário é um serviço de assistência permanente, baseado numa central de atendimento telefónico, vocacionada para responder a qualquer situação de emergência, através de um sistema de comunicação rápido e seguro, sem necessidade da existência de um telefone ao alcance da mão. Ao colocar a chamada, o aparelho emite um identificador único e específico que permite identificar o utente mesmo que este esteja impossibilitado de falar.

    “É UMA COISA BOA, SINTO-ME ACOMPANHADA”

    M., 82 anos, vive sozinha e sofre da doença de Alzheimer. É uma das idosas que está a beneficiar do sistema de teleassistência nesta fase experimental. “Ligam-me duas vez por dia, de manhã e à noite, a perguntar como é que estou, se tomei as refeições e os medicamentos e dizem para eu carregar no botão se precisar de alguma coisa, que estão sempre à ordem. É uma coisa boa, sinto-me mais acompanhada”.

    Sobretudo para as pessoas idosas e isoladas, com doenças crónicas ou mobilidade reduzida, o sistema de teleassistência é de grande utilidade, transmitindo-lhes mais tranquilidade e segurança.

    “Para estas pessoas o simples conversar e desabafar os seus problemas, o saberem que do outro lado da linha está uma voz amiga que as ouve, a qualquer momento, faz senti-las mais tranquilas”, refere a enfermeira Daniela Teixeira, uma das técnicas do call center.

    O sistema de teleassistência é activado pelo utente através de um botão de controlo remoto, que pode ser usado como um vulgar relógio de pulso ou colar. Na central de atendimento operadores especialmente treinados para o efeito asseguram a resposta em permanência, 24 horas por dia, 365 dias por ano.

    Durante o período experimental, com a duração de três meses, o serviço irá ser disponibilizado gratuitamente.

    O sistema será implementado nos dez concelhos que integram a CIM-Baixo Mondego (Cantanhede, Coimbra, Condeixa-a-Nova, Figueira da Foz, Mealhada, Mira, Montemor-o-Velho, Mortágua, Penacova e Soure).

  • Câmara de Nelas compra Casa do Frazão em Canas de Senhorim

    Câmara de Nelas compra Casa do Frazão em Canas de Senhorim

    Em cerimónia realizada no Salão Nobre dos Paços do Concelho, a Câmara Municipal de Nelas assinou o Contrato Promessa de Compra e Venda da Casa do Frazão, na Rua do Paço, em Canas de Senhorim, para instalação da Casa da Cultura da Freguesia. O investimento ascende a 152.262,00 euros.

    Para além do executivo municipal em permanência, a cerimónia de assinatura contou ainda com as presenças de Isaura Pedro, presidente da Autarquia, membros da Junta de Freguesia de Canas de Senhorim, e a proprietária do imóvel, Maria da Graça Santos Frazão.

    Trata-se da recuperação/ampliação de um edifício emblemático, há muito tempo desabitado e em avançado estado de degradação, inserida num terreno que permite a sua ampliação. O novo projecto preservará a fachada marcante da Casa do Frazão, sendo que o conceito da área a ampliar terá uma linguagem mais contemporânea e materiais diferentes, de modo a que, visualmente, não seja difícil distinguir o que é preexistente daquilo que é nova construção.

    A ideia subjacente ao projecto é a de congregar várias associações locais de cariz cultural num mesmo espaço, permitindo a optimização de recursos. Assim, pretende-se dotar o espaço de Auditório para cerca de duzentas pessoas, com espaços de apoio, como vestiários e camarins. Sala de projecção para cinema e multimédia. Biblioteca e espaço museológico, bem como um pequeno bar e espaço de convívio-multiusos. O edifício terá também salas de trabalho e espaços de arrumos para cada uma das associações, incluindo a Junta de Freguesia, que passará a funcionar também neste equipamento.

  • Câmara de Tondela teve lucro superior a 1,2 milhões de euros em 2011

    Câmara de Tondela teve lucro superior a 1,2 milhões de euros em 2011

    A Assembleia Municipal de Tondela aprovou por unanimidade, na reunião ordinária de 30 de Abril, as contas de gerência do Município de 2011, que apresentaram um resultado líquido positivo de 1.217.233,80 euros.

    Na mesma reunião, foram ainda aprovados, também por unanimidade, a primeira revisão do Orçamento e Grandes Opções do Plano de dois mil e doze; o inventário de bens e direitos patrimoniais; uma autorização prévia nos termos da alínea c) do nº1 do artigo 6º da Lei nº 8/2012 de 21 de fevereiro; a declaração ao abrigo da alínea a) do nº 1 do artigo 15º da Lei nº 8/2012 de 21 de Fevereiro; e a alteração do Plano Pormenor 2ª fase da Zona Industrial.

  • Festival da Primavera em Viseu passou pela Soveco

    Um evento inusitado, que transformou as instalações da Soveco Viseu, no Parque Industrial de Coimbrões, num espaço cultural improvável, o certo é que o 5.º Festival de Música da Primavera de Viseu conheceu ali um dos pontos altos do programa, com um espectáculo de dança, música de câmara e electrónica, que encantou uma numerosa plateia. Entre as muitas figuras que responderam ao repto, destaque para as presenças do ex-ministro da Cultura, Manuel Maria Carrilho e da mulher Bárbara Guimarães.

    A acústica funcionou em pleno, a administração da Soveco, que patrocina o Festival e revelou também uma rara sensibilidade para este tipo de eventos, excedeu-se no apoio logístico, e os intérpretes confirmaram, na plenitude, os seus dotes artísticos.

    Sob a direcção sonora de Jaime Reis e José Carlos Sousa, actuaram Joaquim Castro (violino) e Alla Sosnovskaia (piano) e Leonor Keil (dança). O concerto teve ainda um momento particularmente aplaudido com a interpretação de «Transfigurações» para violino e piano, de autoria do director do Conservatório Regional de Música, José Carlos Sousa.

  • Capela da Senhora dos Meninos em Lamego é monumento de interesse público

    Capela da Senhora dos Meninos em Lamego é monumento de interesse público

    Erguida junto ao Bairro da Ponte, em Lamego, a capela de Nossa Senhora dos Meninos está prestes a ser classificada como Monumento de Interesse Público e fixada uma zona especial de proteção (ZEP), na sequência de uma proposta apresentada pela Direção Regional de Cultura do Norte e da obtenção de um parecer favorável do Conselho Nacional de Cultura. O período de consulta pública decorre até 21 de Maio.

    A declaração de interesse público para a Capela de Nossa Senhora dos Meninos vem juntar-se a muitos outros exemplares do património arquitetónico do concelho distinguidos com idêntica classificação, tornando Lamego, provavelmente, a cidade do país com o maior número de património classificado pelo Instituto de Gestão do Património Arquitetónico e Arqueológico (IGESPAR), por quilómetro quadrado.

    Recorde-se que Lamego foi uma das primeiras cidades do país a ser sede de bispado, adquirindo um lugar privilegiado na História de Portugal devido ao seu imponente património artístico e beleza peculiares.

    Mandada construir pelo Bispo D. Manuel de Noronha, entre 1551 e 1569, a Capela de Nossa Senhora dos Meninos contrasta pela riqueza do seu interior, com o exterior mais sóbrio, mas com pormenores de qualidade. É um edifício que segue, no plano arquitetónico, a linguagem maneirista então em voga. Implantado no vale do rio Balsemão e próxima de um dos mais tradicionais e populares bairros da cidade de Lamego – o Bairro da Ponte, este templo tem planta longitudinal e representa um testemunho coerente da espacialidade litúrgica barroca.

    A Direção Regional de Cultura do Norte defende que este imóvel possui uma “notável integridade e uma qualidade artística pouco vulgar num edifício tão modesto, uma verdadeira lição de artes decorativas barrocas que enriquece o património nacional”. Quem entra pela porta principal, pode observar as talhas, a imaginária, a pintura, a marcenaria, as ferragens e os azulejos. Cá fora, encontra um belo jardim e fontanário. A sua localização, numa zona de transição urbano/rural ainda preservada e com poucas dissonâncias, justifica segundo o IGESPAR, a delimitação da Zona Especial de Proteção.

  • Festa das Cavacas atraiu milhares a Resende

    Festa das Cavacas atraiu milhares a Resende

    Pelo sexto ano consecutivo, as cavacas, o doce genuíno e típico de Resende, estiveram em festa este domingo, no Pavilhão Multiusos de Caldas de Aregos, numa iniciativa da Câmara Municipal em conjunto com a Companhia das Águas, E.M., S. A.

    O certame realizou-se a 5 km da vila de Resende, junto a uma das mais belas paisagens do rio Douro, e reuniu cerca de duas dezenas de vendedores/produtores que comercializaram e promoveram o famoso doce tradicional, entre música popular e passeios turísticos no rio Douro.

    O Presidente da Câmara Municipal de Resende, António Borges, considera que a principal função da Câmara é promover a sua base produtiva local e sobretudo os seus produtos mais determinantes e que identificam melhor a economia local. “Só podemos estar no mercado se tivermos a capacidade de mostrar aquilo que é a diferenciação dos nossos produtos. Não produzimos muito, mas produzimos diferente e aquilo que mais ninguém produz que são as cavacas, esta é a base fundamental para a promoção de Resende”.

    Com esta iniciativa, a Câmara Municipal de Resende pretendeu, mais uma vez, reforçar a aposta do Município em valorizar a sua base produtiva local, bem como sinalizar Resende como um espaço de grandes tradições, tendo no Douro o seu principal referencial.

  • Câmara de Tondela felicita campeões

    Câmara de Tondela felicita campeões

    “FEITO MAIS IMPORTANTE” NA HISTÓRIA DO DESPORTO CONCELHIO”

    Com a conquista da série C da II Divisão Nacional, o Grupo Desportivo de Tondela obteve, “seguramente, o resultado mais importante” na história do desporto concelhio. Para além das justificadas manifestações de contentamento junto dos adeptos e simpatizantes daquele que é, actualmente, o Clube mais representativo do distrito de Viseu, também o Município faz questão de associar, oficialmente, ao feito agora alcançado.

    Em comunicado assinado pelo presidente Carlos Marta, a Câmara Municipal de Tondela sublinha que este “é seguramente, o resultado mais importante obtido na História do desporto concelhio. “Por isso queremos relevar o mérito de quantos trabalharam para que isso fosse possível, fruto de uma grande coesão, ambição e trabalho de equipa”.

    Através do mesmo comunicado, Carlos Marta felicita a tenacidade e persistência do presidente do Clube, Gilberto Coimbra, e dos restantes corpos directivos, equipa técnica, médico, massagista, funcionários e jogadores e sócios do Clube.