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  • Festas em honra de Nossa Senhora dos Remédios duram 18 dias em Lamego

    As Festas em Honra de Nossa Senhora dos Remédios vão decorrer em Lamego de 23 de agosto a 9 de setembro. Durante estes dias, a cidade oferecerá aos lamecenses e a todos aqueles que a visitam um conjunto de realizações populares verdadeiramente ímpar, favorável à renovação do diálogo e do fervor religioso entre os crentes. A leitura do convite à participação dos cidadãos e o seu Termo feito pela Arauto nas ruas da cidade, logo no arranque das festividades daquela que é justamente considerada como a maior de todas as romarias de Portugal, é apenas uma demonstração de que não há festa igual no país.

    A abertura oficial das Festas da Cidade de Lamego 2012 está marcada para as 21 horas do dia 23 de Agosto, seguindo-se o primeiro dos muitos espectáculos programados: a actuação da Dour´Orquestra na avenida Dr. Alfredo de Sousa. Ao longo de quase três semanas, são várias e diversificadas as actividades programadas, com provas desportivas – destaque para o Torneio Internacional de Futsal «Cidade de Lamego» -, concentração de motardes, concertos – de Sória (Espanha) vem a banda «Acordes del Duero» no dia 24 -, encontro de tunas, e festival internacional de folclore.

    A grandiosa Marcha Luminosa, com carros alegóricos e grupos de figurado ao vivo, a partir das 22 horas do dia 6 de Setembro, e as celebrações do Dia de Nossa Senhora dos Remédios, com a Missa festiva e a majestosa Procissão do Triunfo, são apenas alguns dos pontos altos das Festas da Cidade de Lamego 2012.

  • Mel do Caramulo já não chega para as encomendas

    Desde que foi criada, em 1996, a Associação de Apicultores da Serra do Caramulo (AASC) não mais parou na dinamização de uma actividade que se assume hoje como uma das mais importantes fontes de rendimento das populações serranas. “Podemos afirmar a aposta está ganha. A tal ponto que o mel do Caramulo já não chega para as encomendas”, reconhece a direcção da colectividade.

    É neste contexto que a Associação realiza a 26 de Agosto, no Parque das Festas de Santa Margarida, a sexta edição da Festa do Mel que, mais uma vez, tem como objectivo a promoção e comercialização do mel que se produz na Serra do Caramulo, apostando, ao mesmo tempo, na divulgação do artesanato da região. A adesão dos apicultores e artesãos da região tem sido positiva. Ao longo dos anos o número de colaboradores e artesãos tem aumentado”, confirma a organização.

    Para além da vertente da promoção e comercialização do mel da Serra do Caramulo, o certame é ainda pretexto para momentos de convívio e lazer a todos os que participam na festa. Neste sentido, estão programadas diversas actividades, desde um almoço convívio (porco no espeto com arroz de feijão), até às conversas sobre apicultura com técnicos especializados, provas de mel, exposição de fotografias, artesanato, pintura, gastronomia regional (doces regionais, bola de sardinha, pão com chouriço) e música tradicional.

  • Governo avalia reactivação das Minas da Bejanca em Vouzela

    Governo avalia reactivação das Minas da Bejanca em Vouzela

    O Ministério da Economia e a empresa Minerália assinaram um contrato para a atribuição de direitos de prospecção e pesquisa de depósitos minerais de volfrâmio, estanho, ouro, cobre, entre outros, na zona da Bejanca, freguesia de Queirã, no concelho de Vouzela.

    Numa primeira fase, o contrato de prospecção inclui apenas sondagens e cartografia, trabalhos que terão um período de vigência de dois anos. Caso os resultados permitam a viabilidade económica da exploração, a fase seguinte passará por estudos ambientais e de viabilidade económica, estimando-se que tal aconteça num prazo entre três a cinco anos.

    O Presidente da Câmara de Vouzela, Telmo Antunes, considera que a assinatura daquele contrato representa, para já, uma boa notícia para a região. “Aguardo com expectativas positivas o desenrolar dos estudos e espero que os mesmos resultem em investimento e criação de postos de trabalho”, referiu o autarca.

  • Câmara de Nelas abriu postos de Turismo

    Com o objectivo de disponibilizar à população residente e aos turistas que visitam o concelho informação sobre alojamento, restauração, artesanato local, e recursos turísticos da região, a Câmara Municipal de Nelas já abriu os postos de Turismo de Nelas e das Caldas da Felgueira. O primeiro, aberto das 9h00 às 13h00 e das 14h00 às 17h00, dispõe também de um espaço de exposições e venda, dedicado à divulgação e promoção de uma gama alargada de produtos regionais típicos, nomeadamente peças de artesãos e de artistas locais, vinho, queijo e mel.

    “A Autarquia pretende, assim, trazer benefícios para a dinamização e valorização da componente turística do Concelho de Nelas, cultivando a arte de bem receber quem o visita, e ao mesmo tempo, criando oportunidades para o desenvolvimento económico local”, justifica a presidente, Isaura Pedro.

    Já no âmbito da época termal 2012, a Câmara Municipal de Nelas abriu ainda o Posto de Turismo das Caldas da Felgueira, a funcionar, de segunda a sexta das 09h30 às 12h30 e das 14h30 às 19h30, e sábados, domingos e feriados, das 15h00 às 19h00. Instalado na antiga Escola Primária, este espaço reúne um serviço de atendimento turístico e de lazer, onde os visitantes podem encontrar também mostras de pintura, escultura, artes decorativas e artesanato regional. Para marcar a abertura do Posto, está patente, até ao fim do mês de Agosto, a exposição do artesão local Simão Monteiro, composta por trabalhos executados em casca de eucalipto, que ganham vida sob a forma de presépios, figuras religiosas e esculturas várias.

     

  • Câmara de Viseu mandou desmantelar acampamento cigano

    Câmara de Viseu mandou desmantelar acampamento cigano

    O jornal Público do passado dia 11 de Agosto publicou uma reportagem sobre o desmantelamento de acampamentos de comunidades ciganas nas cidades francesas de Paris, Lyon e Lille. O governo francês diz tratar-se de “retorno voluntário”, mas o director executivo do European Roma Rights Center, organização que combate a discriminação dos ciganos na Europa, contesta o pagamento de 300 euros a cada adulto e 150 a cada criança que saia do país, como um desperdício de dinheiros públicos, uma vez que sendo cidadãos da União Europeia, podem regressar quando quiserem. E acusa Hollande de utilizar  “a mesma abordagem de Sarkosy, com uma linguagem diferente”.

    A Liga dos Direitos  recordou que François Hollande escreveu aos grupos defensores dos direitos humanos, antes das eleições, garantindo que se fosse eleito presidente nunca desmantelaria um acampamento sem oferecer alternativas de alojamento a quem lá vivesse. A alguns foi, de facto, oferecido alojamento nos subúrbios das grandes cidades, mas recusaram porque as famílias ficavam separadas. Quem conhece a cultura cigana sabe que a família é o principal esteio destas comunidades.

    Em 2010, Sarkosy expulsou milhares de ciganos romenos e búlgaros, o que levou mais de 30 mil pessoas  a manifestações de protesto em 130 cidades de França e mais seis países, incluindo Portugal (em Lisboa e no Porto). Na ocasião, a Comissária Europeia de Justiça, Viviane Reding, abriu um procedimento judicial contra o governo francês por violação da legislação europeia e comparou as expulsões de ciganos às deportações dos judeus pelos nazis. O Parlamento Europeu aprovou uma resolução para que o governo francês “suspenda imediatamente todas as expulsões de ciganos”.Também a ONU condenou as expulsões e apelou ao governo de Sarkosy para “evitar os repatriamentos colectivos”.

    Note-se que os ciganos oriundos da Roménia e da Bulgária sofrem perseguições e discriminações nos seus próprios países.

    No passado dia 2 de Agosto, pelas 14h 30m, funcionários da Câmara Municipal de Viseu, acompanhados por dois agentes da polícia municipal, carregaram colchões e outros pertences de uma família de ciganos romenos que  dormiam debaixo de uma ponte do rio Pavia. A nossa associação já tinha estabelecido contactos com dois dos menores para tentar comprovar a sua situação escolar, mas a atitude da autarquia além de não ajudar aquelas pessoas, pelo contrário, ao escorraçá-las ainda as privou de qualquer apoio que eventualmente lhes conseguíssemos prestar.

    Já não é a primeira vez que ciganos nómadas são banidos da nossa cidade, conforme a OLHO VIVO tem denunciado. Há poucos anos, funcionários municipais chegaram a carregar, numa camioneta da câmara, cestos e mobiliário em vime feitos artesanalmente por ciganos nómadas de nacionalidade portuguesa, que vendiam o fruto do seu trabalho junto ao hipermercado Continente. Um roubo e uma atitude inqualificável por parte de uma autarquia que diz construir uma cidade inclusiva.

  • Arrumadores de carros pedem legalização da actividade em Viseu

    Arrumadores de carros pedem legalização da actividade em Viseu

     

    “Somos poucos. Uma dúzia ou talvez menos. Isto sem contar com os clandestinos que às vezes aparecem por aí para nos dar cabo do negócio”. Quem assim fala são arrumadores de carros, a operar ilegalmente em algumas ruas e avenidas da cidade de Viseu, que perante a catadupa de multas aplicadas pela Polícia Municipal, por falta de licença, têm vivido as últimas semanas num verdadeiro jogo do gato e do rato para escapar à autoridade. Sem forma de ganhar a vida de outra maneira, e sem dinheiro para aguentar as coimas aplicadas, prometem juntar-se e ir à Câmara pedir a legalização da actividade. “A única forma”, dizem, de pôr fim a uma situação que, em última caso, pode acabar nos tribunais e obrigar alguns a passar um tempo na cadeia.

    “Como não podemos pagar as multas, por falta de dinheiro, acabamos por ir parar à prisão. Quem sairá a perder é o Estado, que gastará muito mais connosco na cadeia do que o valor das coimas. Com a legalização todos saem a ganhar”, atira um jovem, de 30 anos, que tem no seu currículo uma multa de 60 e poucos euros, que conseguiu pagar, e uma outra, entre os 60 e os 300 euros, montante ainda não determinado, que não pensa pagar por falta de dinheiro.

    “Sou sozinho, vivo num quarto, e tenho uma filha pequena entregue aos avós. As moedas que vou recebendo como arrumador de carros, dão para pagar o quarto e nem sempre chegam para meter qualquer coisa no estômago e enganar a fome. Se tiver de pagar as multas, será a miséria total”. Com a escolaridade obrigatória, reconhece que é difícil encontrar trabalho na agricultura. “Quando posso vou até Espanha ou França para a apanha de fruta. Aqui não tenho para onde me virar. Ser arrumador de carros pode dar-me entre 10 a 15 euros por dia. O mínimo para conseguir sobreviver”, relata.

    Outro arrumador de carros, normalmente visto na zona do Palácio do Gelo, já tem na sua posse a contra-ordenação que o notifica para o pagamento de 136 euros, resultado do cúmulo de duas multas que lhe foram aplicadas, mais uma vez, como se lê nos documentos, “por se encontrar a praticar a actividade de arrumador de automóveis sem possuir licença para o efeito”.

    “Castigam-nos por não termos licença, mas não nos dizem onde pedi-la como fazem com os vendedores ambulantes. E como acontece, aliás, em várias cidades portuguesas onde esta actividade está legalizada”, sustenta um outro arrumador, natural de um concelho do distrito de Viseu, que depois de andar por outros pontos do país, e de estar a “conseguir vencer” problemas de toxicodependência, promete tocar a reunir, junto dos colegas, “para irmos à Câmara apelar ao presidente Fernando Ruas que legalize o nosso trabalho”.

    Os arrumadores de Viseu ocupam parte do dia a ajudar os automobilistas a encontrar um lugar para deixar o carro. “Graças à nossa presença, muitos deles não são assaltados nem vandalizados. E não pedimos nada às pessoas. Cada um dá o que quer e o que pode”, diz um dos jovens, que gostaria de poder trabalhar com mais segurança. “As pessoas continuariam a dar na mesma o que pudessem, e nós não teríamos de andar sempre a fugir da polícia camarária”.

    Ao VR, o vereador do pelouro, Hermínio Magalhães, referiu que a actividade não está licenciada, cumprindo-se, nestes casos, o que a lei dita. O responsável mostrou-se, no entanto, sensibilizado, para analisar o caso, tendo em atenção, segundo os Relatórios de Gestão da Câmara de Viseu, que em 2010 foram levantados 22% de autos em resultados desta actividade ilegal, percentagem que em 2011 atingiu os 21,5%, só superada pela venda ambulante que ficou à frente com 57,8 por cento dos autos instruídos.

    Mal amados por muitos automobilistas, também há quem tolere o papel dos arrumadores. “Os tempos são de crise profunda e eles não podem morrer à fome. Depois, sempre nos tomam conta do  carro enquanto andam por ali. É caso ara dizer que, do mal o menos”, atira Ofélia Gonçalves, enquanto procura no porta-moedas a gratificação que há-de depositar na mão de um antigo arrumador, também ele às voltas com mais de meia dúzia de multas para pagar.

     

     

  • Académico de Viseu trabalha em Fontelo com os olhos postos numa boa época

    Académico de Viseu trabalha em Fontelo com os olhos postos numa boa época

    O Académico de Viseu prossegue na «oficina» do Fontelo, aos trabalhos de preparação para a próxima época, na qual o todo o grupo de trabalho, dirigido por Carlos Agostinho – a treinar pela primeira vez o conjunto viseense -, pretende dignificar as cores e o prestígio do Clube. “Vamos trabalhar com afinco de modo a conseguirmos, jogo a jogo, uma prestação com a dignidade que o Académico merece”, garante o novo técnico, que apela ao apoio dos adeptos e massa associativa para uma temporada que se avizinha difícil.

    Com um plantel disponível de 21 jogadores, Carlos Agostinho releva o facto de 14 deles serem oriundos da região de Viseu. “Talvez um caso único no panorama da 2.ª Divisão Nacional”, sublinha, para concluir que a entrada de novos atletas “está, para já, colocada de parte”. Embora acrescente também que a eventualidade de um reforço que venha a ser considerado uma “grande valia” para o Clube, “terá sempre a ver com o momento, as possibilidades, e orçamento estabelecidos pela Direcção.

    Os jogos de preparação programados, num total de seis, começam com a deslocação, no dia 1 de Agosto, ao Avanca, seguindo-se depois o Infesta-Académico (dia 4); Académico-Covilhã (dia 7); Boavista-Académico (dia 12); Penalva do Castelo-Académico (dia 15); e Académico-Sampedrense (dia 19).

    ESTÁGIO NO COMPLEXO DO FONTELO

    O estágio do Académico vai decorrer no Complexo Desportivo do Fontelo, tirando partido das magníficas estruturas existentes, nomeadamente do relvado do campo José Alves Madeira, campo 1.º de Maio e estádio do Fontelo.

    O plantel do Clube para a época 2012/2013, agora na 2.ª Divisão, orientado por Carlos Agostinho e pelos adjuntos, João Mota e Tiago Santana, está assim constituído:

    Guarda Redes: Nuno Oliveira, Nuno Ricardo (ex. Pinhalnovense), Rui Pedro (ex. Junior); Defesas: Tiago Gonçalves, Calico, Campinho (ex. Mirandela), Mamadou (ex. Torreense), Serginho (ex. Cerveira); Médios: Casal, Álvaro, João Paulo, Marco Almeida, Ricardo e Bruno Loureiro (ex. Penalva do Castelo); Avançados: Rui Santos, Luisinho, Hélder Rodrigues, João Ricardo (ex. Junior), Luís Cardoso (ex. Penalva do Castelo), Pedro Ribeiro (ex. Sp. da Covilhã) e David Nunez (ex. Madalena)

     

     

  • CIM Dão Lafões investe mais 10 milhões na promoção do empreendedorismo

    CIM Dão Lafões investe mais 10 milhões na promoção do empreendedorismo

    Constituído por 28 acções, que totalizam um investimento de cerca de 10 milhões de euros, a Comunidade Intermunicipal (CIM) Dão Lafões acaba de apresentar o Plano de Acção para a Promoção do Empreendedorismo da Região, a desenvolver entre 2012 e 2015. Promover a difusão da cultura empreendedora; organizar, qualificar e dinamizar o ecossistema empreendedor regional; dinamizar a comunidade educativa e formativa no território; inspirar novos empreendedores; e estimular e pôr em prática iniciativas de cooperação para a promoção do empreendedorismo, são os cinco objectivos estratégicos que sustentam o documento.

    A concretização daquele Plano de Acção passa, em larga medida, segundo a entidade promotora, pela articulação de projectos de várias entidades e instituições, resultantes da identificação de preocupações e dinâmicas sócio-económicas locais. “Transformar a Região num território com uma atmosfera amigável e atractiva, por forma a consolidar uma nova cultura criativa e empreendedora assente na educação para o empreendedorismo, na mobilização da comunidade para o desenvolvimento de soluções, e afirmação de uma nova vaga empreendedora, é o objectivo das acções a levar a cabo até 2015”, concretiza Carlos Marta, presidente da CIM Dão Lafões.

    Identificados já os principais domínios de oportunidades – Turismo, Produtos Agroalimentares, Energias Renováveis e Floresta -, a CIM Dão Lafões assinou um compromisso de cooperação com diversas entidades de desenvolvimento local e regional, associações empresariais, e instituições de ensino superior, que constituem a Rede Regional de Empreendedorismo Dão Lafões, um estrutura em que está ancorada a estratégia para a implementação das respectivas acções no terreno.

    Enquanto isso, a criação de novos negócios passará pela inovação que se conseguir introduzir em cada um daqueles sectores, através da integração, densificação e sofisticação de ofertas, bem como pelo preenchimento de lacunas nas principais cadeias de valor associadas. A promoção, animação, gestão e acompanhamento da Rede, que se pretende uma estrutura organizativa em evolução e sem personalidade jurídica própria e de natureza aberta, é da responsabilidade da CIM.

    Segundo Nuno Martinho, secretário executivo da CIM Dão Lafões, o Plano inclui já algumas iniciativas a realizar até ao final deste ano, como são os casos da captação de agentes empreendedores na terceira semana de Setembro, e da Expo-Oportunidades (a 11, 12 e 13 de Outubro), desta vez com “um novo formato e actividades paralelas muito ricas”.

    Carlos Oliveira, secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, considerou o Plano da CIM Dão Lafões como um “bom exemplo” para o país, onde este é o tempo de passar para o terreno as ideias empreendedoras e inovadoras, relevando, a propósito, o primeiro prémio conquistado a nível nacional por um projecto apresentado pela Escola Profissional de Tondela. “Portugal chegou a uma fase em que tem que deixar de falar e passar à acção”, concluiu o governante, para quem, “se o Plano for cumprido, esta Região “será também das mais amigas do empreendedorismo”.

    O RISCO DE CURAR A DOENÇA E MATAR O PACIENTE

    Aproveitando a presença em Viseu do secretário de Estado do Empreendedorismo, Competitividade e Inovação, Carlos Oliveira, que presidiu à cerimónia de apresentação do Plano de Acção para a Promoção do Empreendedorismo na Região, o presidente da CIM Dão Lafões, e também presidente da Câmara Municipal de Tondela, Carlos Marta alertou aquele membro do Governo para o risco de o país ter de começar “tudo de novo, se o brutal plano de ajustamento, ditado pelo memorando da troika, continuar a desestruturar o tecido económico”. É o caso da Lei dos Compromissos que, segundo o autarca, está a provocar a paragem total da actividade económica, nomeadamente de investimentos estruturantes. “Estamos perante um cenário em que se cura a doença, mas mata-se o paciente”, avisou Carlos Marta.

    Carlos Oliveira registou as preocupações e informou Carlos Marta de que tomou “boa nota” dos recados que ficou de levar para Lisboa.

     

  • Requalificação do Cais de Bagaúste avança em Lamego

    Requalificação do Cais de Bagaúste avança em Lamego

    O cais de Bagaúste, no concelho de Lamego, está a um passo de se tornar num “excelente equipamento de apoio à navegação fluvial” do rio Douro, após a conclusão das obras de requalificação, já em curso, que darão lugar a uma nova zona ribeirinha de lazer e a um local privilegiado para a realização de desportos não motorizados.

    A intervenção está a ser executada pela Câmara Municipal, através de um investimento de 1.376.317,17 euros, montante financiado por fundos comunitários (85%) e pelo Instituto Portuário e dos Transportes Marítimos – IPTM (15%). No final da assinatura do protocolo de cooperação institucional que garante o financiamento da componente nacional deste projecto, Francisco Lopes, Presidente da autarquia, destacou que a requalificação do Cais de Bagaúste sai a “custo zero” para o município, e realçou mais este contributo positivo do IPTM para a dinamização do complexo de instalações portuárias fluviais.

    Situado na margem esquerda do rio Douro, a remodelação do cais de Bagaúste visa sobretudo o aproveitamento do seu potencial para o desenvolvimento turístico regional. Os trabalhos que estão a ser executados são, por esta razão, bastante diversificados, incluindo o rearranjo urbanístico e paisagístico do espaço público, requalificação do acesso e do parqueamento automóvel e a construção de várias infraestruturas de apoio em terra – balneários, cafetaria com esplanada e armazém de canoas.

    Destinado a servir o concelho de Lamego e a região do Douro, como última possibilidade de paragem a montante da eclusa de Bagaúste, os futuros utilizadores também terão à sua disposição estruturas de acostagem renovadas para as embarcações de recreio e novas plataformas flutuantes vocacionadas para o apoio ao remo e à canoagem. Será ainda criado um acesso pedonal de ligação a terra do cais que constitui o anteporto montante da eclusa da Régua.

    A transformação do antigo porto num moderno cais secundário de apoio à navegação integra uma aspiração maior da Câmara de Lamego de requalificar a orla fluvial a montante da barragem de Bagaúste. Francisco Lopes acredita que o novo equipamento criará “uma dinâmica de desporto fluvial até agora inexistente em Lamego”.

     

     

  • EDP Distribuição introduz nova saída na subestação de Vila da Rua

    EDP Distribuição introduz nova saída na subestação de Vila da Rua

    A EDP Distribuição colocou em serviço uma nova saída a partir da subestação (SE) de Vila da Rua. Objetivo, aumentar a capacidade de resposta da rede e, consequentemente, elevar os padrões de qualidade do serviço prestado à população do distrito de Viseu.

    A nova saída – uma linha mista a 30 kV – prolonga-se por uma extensão de 6.960 metros, é suportada por 44 postes, e foi estabelecida entre a subestação de Vila da Rua e o apoio 31da linha para o posto de transformação de Leomil.

    Segundo a eletrica nacional, trata-se de uma intervenção de vulto – o investimento total situou-se nos 400 mil euros -, cuja linha se desenvolve ao longo do concelho de Moimenta da Beira, mais concretamente nas freguesias de Vila da Rua, Arcozelo, Moimenta da Beira e Leomil.

    “Com esta obra, a EDP Distribuição “dá mais um contributo para a consolidação do serviço de excelência que pretende disponibilizar a toda a população do distrito de Viseu”, conclui a empresa, em comunicado.