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  • Electrical Engineering com Open Day no IPV a 16 de abril

    Electrical Engineering com Open Day no IPV a 16 de abril

    O Electrical Engineering Open Day 2026, promovido pelo Departamento de Engenharia Eletrotécnica (DEE) e organizado na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu (ESTGV), do Instituto Politécnico de Viseu (IPV), realiza-se no próximo dia 16 de abril de 2026, afirmando-se como uma referência nacional na área da Engenharia Eletrotécnica.

    As inscrições para expositores e participantes já se encontram abertas e, face ao elevado número de interessados e aos registos já efetuados, a organização antecipa que a lotação venha a esgotar em breve, à semelhança do verificado nas edições anteriores.

    O sucesso consolidado do Electrical Engineering Open Day resulta do forte impacto que esta iniciativa gera junto da comunidade académica, empresarial e tecnológica. Para os expositores, o evento constitui uma oportunidade privilegiada para a divulgação de produtos, serviços e soluções tecnológicas inovadoras, bem como para a captação de recursos humanos qualificados, através do contacto direto com estudantes e diplomados. Para os participantes, representa um espaço único de contacto com novas tecnologias, equipamentos e tendências do setor, bem como com ofertas de emprego e estágio, promovendo uma transição mais eficaz entre o ensino e o mercado de trabalho.

    O Instituto Politécnico de Viseu vê reforçado o reconhecimento do seu papel enquanto instituição de ensino superior de excelência, capaz de formar profissionais qualificados e de estabelecer parcerias estratégicas com o tecido empresarial, com impacto direto na melhoria das condições de ensino, inovação e desenvolvimento.

    De acordo com Paulo Correia, responsável da organização, a edição de 2025 evidencia de forma expressiva o impacto da iniciativa, ao ter congregado mais de mil participantes e cerca de quatro dezenas de entidades nacionais e internacionais. Este envolvimento contribuiu para o reforço da projeção institucional e para uma poupança financeira superior a 50 mil euros, resultante de apoios monetários e da doação de materiais e equipamentos. Os recursos obtidos permitiram impulsionar a inovação pedagógica e organizacional, nomeadamente através da criação de um Laboratório de Inovação e Desenvolvimento, da atribuição de bolsas e prémios de mérito académico e do reforço das condições pedagógicas e laboratoriais, com o desenvolvimento interno de novos sistemas técnicos de ensino, avaliados em mais de 20 mil euros. A iniciativa teve ainda impacto significativo na captação de novos estudantes, sendo que mais de 50% dos ingressos no DEE apontaram estas ações como determinantes na escolha da instituição.

    Com base neste percurso de sucesso, a edição de 2026 promete reforçar ainda mais o papel da Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Viseu como um ponto de encontro estratégico entre ensino, inovação e indústria, contribuindo para a valorização das Engenharias e para o desenvolvimento sustentável da região.

     

  • «Escola Ativa» Viseu com investimento de 85 mil euros

    «Escola Ativa» Viseu com investimento de 85 mil euros

    A Câmara Municipal de Viseu celebrou os primeiros 26 protocolos de colaboração no âmbito do programa municipal «Escola Ativa». Para já, nesta primeira fase, o investimento ascende a 85 mil euros. Atualmente, são já 1863 as crianças do pré-escolar que realizam aulas semanais, orientadas para a atividade física, ao abrigo do Eixo de Intervenção Psicomotor. Agrupamentos de Escola, Juntas de Freguesia, Associações de Pais e entidades da rede privada de educação pré-escolar aderentes, são os parceiros-chave do programa.

    Um parceiro indispensável neste projeto é também o Instituto de Apoio à Criança que, por um lado, assume um papel de relevo na formação e sensibilização da comunidade escolar e famílias e, por outro, presta apoio técnico na emissão de pareceres sobre propostas de melhoria dos recreios escolares, apresentadas pelas Associações de Pais, e nas respetivas vistorias. Adicionalmente, esta entidade tem sido fulcral no processo participativo e de auscultação as crianças, dando voz as suas ambições. São também parceiros deste projeto municipal, com um papel ativo e próximo, a Escola Superior de Educação de Viseu e da Unidade Local de Saúde Viseu Dão Lafões.

    À data, são 1863 as crianças do ensino pré-escolar que estão integradas no Eixo de Intervenção Psicomotora, um dos seis eixos nos quais assenta o projeto ESCOLA ATIVA. Os mais pequenos usufruem assim de uma (ou duas, se forem da rede pública escolar) atividade/aula semanal, com técnicos especializados em Educação Física e Desporto, na qual exploram habilidades motoras básicas e essenciais ao seu desenvolvimento holístico.

    Considerando ainda a importância que o Município de Viseu concede aos recreios escolares, como espaços privilegiados para brincar, aprender e estimular a imaginação, o convívio e a própria atividade física, destaque ainda para o Eixo de Melhoria dos Espaços Escolares, que continua também nesta 8ª edição. O valor do apoio municipal varia entre os 500 e os 700 euros, consoante a dimensão da escola e o número de alunos.

    Só no ano letivo anterior, 2024/2025, foram deferidos 47 projetos de melhoria dos recreios dos Jardins de Infância e escolas do 1º ciclo, o que gerou novas oportunidades para brincar ao ar livre, em contacto com a natureza. Estes projetos comunitários traduziram-se na aquisição e/ou construção de equipamentos estimuladores da atividade física, nomeadamente paredes de escalada, pintura de pavimentos, “cozinhas de lama”, entre outros.

    Recorde-se que o projeto ESCOLA ATIVA não restringe a sua atuação apenas ao contexto escolar, sendo mais abrangente nos seus objetivos. Este procura capacitar e formar pais, encarregados de educação, famílias, professores, auxiliares e demais intervenientes, estimulando a literacia física e contribuindo para a adoção de estilos de vida mais ativos e saudáveis, que ultrapassam as paredes da escola e se prolongam no tempo e no espaço.

     

  • Docente do IPV no top mundial pelo segundo ano

    Docente do IPV no top mundial pelo segundo ano

    Vítor João Pereira Domingues Martinho, Professor Coordenador com Agregação do Instituto Politécnico de Viseu, foi colocado, novamente em 2025, entre os 0,05% melhores investigadores académicos mundiais, pela plataforma ScholarGPS nos seguintes domínios da ciência: Geral (todos os campos); Ciências da Vida; Ecologia e Biologia Evolutiva; e União Europeia.

    Esta plataforma classifica os investigadores com base nos seus resultados académicos, no impacto das suas publicações na comunidade científica e na qualidade do trabalho realizado.

    Vítor João Pereira Domingues Martinho é também Membro Integrado do CESAM (Centro de Estudos do Ambiente e do Mar), uma Unidade de Investigação da Universidade de Aveiro que tem obtido a classificação máxima de Excelente desde 2014.

  • Marchas de Viseu desfilam a 13 de junho

    Marchas de Viseu desfilam a 13 de junho

    As inscrições de grupos do concelho de Viseu para o desfile e concurso das Marchas Populares de Santo António, decorrem entre 6 de abril e 8 de maio. A autarquia oferece um valor pecuniário de 4 mil euros a cada grupo pela participação/presença.

    No mês dos Santos Populares, em junho, cumprir-se-á a tradição: as Marchas sairão à rua na noite do dia 13 para celebrar a identidade, a história, das gentes e dos costumes de Viseu. Regressam ao centro da cidade, à Avenida 25 de Abril, com o desfile a realizar-se no troço entre o cruzamento da Avenida Infante D. Henrique e a Praça da República.

    A iniciativa, organizada pelo Município de Viseu, desafia grupos de escolas, associações, instituições e outros organismos do Concelho de Viseu a participar. À semelhança de outras edições, serão 3 as categorias disponíveis para inscrição: Marchas Infantis, Marchas Juvenis e Marchas Seniores. As inscrições poderão ser formalizadas presencialmente, junto da Divisão de Cultura e Turismo, na Câmara Municipal de Viseu, ou via email, para cultura@cmviseu.pt.

    Para além dos três lugares do pódio, em cada categoria, os grupos participantes irão ainda concorrer por outras distinções, nomeadamente “Melhores Adereços”, “Melhor Coreografia/Interpretação”, “Melhor Letra”, “Melhor Música e Acompanhamento Musical” e “Melhor Traje”, premiando-se assim todo um trabalho complexo e alargado dos grupos, que vai muito além do momento do desfile.

    COMPOSITORES E AUTORES DESAFIADOS A CRIAR HINO

    O Município de Viseu lançou o Concurso “Marcha Viseu 2026” para eleger aquele que será o tema de interpretação obrigatória por todos os grupos participantes nas próximas Marchas dos Santos Populares. As candidaturas decorrem até 23 de março

    As tradições portuguesas, os temas locais, regionais e dos Santos Populares e, é claro, Viseu são o mote do desafio do Concurso “Marcha Viseu 2026”, que tem como objetivo eleger a composição que dita o ritmo dos grupos participantes em noite de Marchas dos Santos Populares de Viseu.

    O concurso é aberto a compositores e autores nacionais, que terão de apresentar letras e músicas inéditas. O autor da composição vencedora, aquela que reúna os melhores atributos literários e musicais, receberá um prémio pecuniário de 1750 euros.

    Os documentos poderão ser entregues presencialmente, na Câmara Municipal de Viseu, junto da Unidade de Programas e Equipamentos da Divisão de Cultura e Turismo, ou enviados via correio. As Normas de Participação estão disponíveis para consulta online, em www.cm-viseu.pt.

  • ACERT celebra 50 anos a revisitar percurso de décadas

    ACERT celebra 50 anos a revisitar percurso de décadas

    Com mais de uma dezena de propostas que cruzam teatro, música, exposições, formação, poesia e cruzamentos disciplinares, a ACERT inicia a primeira temporada de 2026 (ano em que assinala 50 anos de existência) com uma programação que inclui ainda estreias absolutas, coproduções, espetáculos internacionais e projetos de criação própria. A programação é apresentada como “um manifesto artístico e afetivo, onde a memória de meio século se entrelaça com a vontade de continuar a surpreender, a questionar e a criar”.

    O arranque das celebrações dos 50 anos da ACERT faz-se com um convite claro: habitar a cultura como território comum, partilhado, vivo. “Celebrar cinquenta anos é olhar para trás com orgulho e para a frente com coragem”, afirma a direção da coletividade que nasceu, cresceu, vive e trabalha em Tondela.

    Neste novo ciclo, a associação entra “com os pés bem assentes” no presente, num chão que tem sido feito por milhares de pessoas que passaram por Tondela, em todas as formas de encontro, de criação e de partilha. “Esta é uma história de permanência e de transformação, feita de afetos, inquietações, trabalho e risco. E é também a história de uma comunidade que se revê e se recria num coletivo que nunca se deixou acomodar”, reconhece a direção.

    Destaque ainda o regresso de artistas e companhias que mantêm uma relação cúmplice com a ACERT. São propostas que espelham a maturidade de percursos artísticos com raízes nesta casa e que agora se revelam em novas linguagens. Aconteceu já com Samuel Úria, a 16 de Janeiro, com um concerto que marcou o arranque das celebrações dos 50 anos da ACERT e em que apresentou o seu último trabalho “2000 A.D.”

    Março abre com “Esperança Desmedida”, da Escola de Mulheres, que sobe ao palco no dia 7 de março, às 19h30. Uma peça com texto  de Ilda Teixeira e dramaturgia e encenação de Ruy Malheiro, que cruza o mito com o real para refletir sobre migração, perda e resistência.

    No mesmo dia, às 22h00, o Bar ACERT recebe “Ritmos de Vida”, um espetáculo de clown protagonizado por Andreia Moreira e Pina Polar, com música ao vivo de José Pedro Lima. Humor, circo e poesia encontram-se numa peça que aborda o envelhecimento e a morte com leveza e humanidade.

     

    O REECONTRO COM CRIADORES

    Alguns dos artistas presentes nesta temporada acompanham a ACERT há muitos anos. Regressam agora com novos projetos, reafirmando a importância dos vínculos construídos na partilha de processos, temas e territórios.

    A abrir o mês de fevereiro, logo no dia 4, arranca a formação “Introdução à Produção de Áudio”, levada a cabo por Gustavo Dinis. Durante 10 sessões, às quartas-feiras, pelas 18h00, o produtor musical ficará encarregue de desenvolver esta oficina, destinada a jovens dos 14 aos 20 anos. Segue-se, no Novo Ciclo ACERT o encontro intimista «Na Casa” entre a música de João Lóio e a poesia de António Durães.

    A 13 de fevereiro, às 21h30, com encenação de José C. Garcia e Sérgio Agostinho a Peripécia Teatro, sobe ao palco a criação “Loba”, que propõe uma viagem íntima e sensorial, entre a serra e a alma, onde o instinto se torna metáfora de resistência.

    No dia 21, o Teatro Art’Imagem traz “Sussurros de Sombra”, a partir da obra de José Craveirinha. Com encenação de Daniela Pêgo, esta criação evoca a memória, a luta e a fraternidade num combate poético que atravessa corpos e palavras.

    Já em março, Cláudia Andrade e Pedro Salvador apresentam “Todo o Cais é uma Saudade de Pedra”, no dia 21, às 21h30. Uma performance poética e musical que celebra a errância, a escuta e o poder da palavra, partindo de um verso de Fernando Pessoa para cruzar cais, memórias e afetos.

    A 27 de março, às 10h30, Bruno dos Reis apresenta “Na Relva Esfola Menos”, no Estádio João Cardoso. Um espetáculo não convencional, para 21 espectadores-participantes, onde o teatro se cruza com o desporto e a memória, transformando o relvado num espaço de escuta e partilha.

    CRIAÇÕES E MEMÓRIAS EM CENA

    Neste ciclo comemorativo, também o Trigo Limpo teatro ACERT e outras estruturas de criação nacional recuperam peças com forte carga simbólica e social, devolvendo ao palco temas e estéticas que continuam a interpelar o presente. “Memória do Barro”; “O Mal de Ortov”, de Jaime Rocha, com interpretação de Philippe Araújo e produção da Musgo Produção Cultural; a estreia  “LAVODENTE”, uma produção do Trigo Limpo teatro ACERT, são os espetáculos agendados para março.

    Para os públicos mais este trimestre conta também com várias propostas pensadas para crianças, escolas e famílias, combinando qualidade artística com pertinência temática. Já do encontro com os artistas visuais, surgem duas exposições – “Do Amor à Erva” e “La confidence des pierres”, de Julia Dupont – que reforçam a ligação entre a criação contemporânea e o território.

    A programação celebra também os rituais coletivos que dão identidade à ACERT e aproximam gerações. A noite de Carnaval chega com o “Bar Dançante”, e no dia 21 de março acontece “Mulheres em Concerto”, com Beatriz Almeida, Mariana Rebelo, Marta Lima e Masha Soeiro.

    E porque há rituais que resistem ao tempo, o mês de março culmina com a Semana da Queima, de 30 de março a 3 de abril, e o emblemático Rebentamento do Judas, marcado para 4 de abril. Este ano cabe à banda “The Mortys” animar a noite. Uma banda que se estreou na rubrica de programação do Novo Ciclo ACERT “Santos da Casa” e que desde então tem celebrado o Rock n’Roll por onde passa.

  • Região de Viseu vai instalar Centro de Emergência nacional alternativo a Lisboa

    Região de Viseu vai instalar Centro de Emergência nacional alternativo a Lisboa

    Conselho Intermunicipal da CIM Viseu Dão Lafões aprovou hoje, por unanimidade, o projeto para a instalação de um Centro de Emergência e Proteção Civil na região. A CIM considera este projeto de “inequívoco interesse nacional, que reforça a capacidade de resposta a eventos extremos, como foi exemplo a tempestade Kristin.”.

    O projeto visa dotar a região de um Centro de Emergência e Proteção Civil alternativo e redundante ao situado em Lisboa, e que seja capaz de reforçar a capacidade de prevenção, planeamento e resposta a situações de emergência, num contexto de crescente exigência operacional associada a fenómenos meteorológicos extremos e outros riscos naturais.

    “Os acontecimentos recentes demonstram de forma clara a importância de reforçar a capacidade instalada do sistema de proteção civil a nível nacional. Ao instalar-se este centro em Viseu, será melhorada a preparação e a resposta em cenários de crise”, considera o Presidente da CIM, João Azevedo.

    A CIM considera que o futuro centro deverá ser instalado no Aeródromo Municipal de Viseu – Gonçalves Lobato, em terreno pertencente ao Município de Viseu, destinado à instalação de infraestruturas estratégicas da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC). Entre estas, incluem-se um Comando Nacional de Emergência e Proteção Civil alternativo, um Centro de Meios Aéreos, o Comando Sub-Regional de Emergência e Proteção Civil e três hangares para fins gerais de proteção civil.

    A decisão foi aprovada na reunião ordinária do Conselho Intermunicipal, que deliberou ainda que será a CIM Viseu Dão Lafões a assumir a liderança do processo de concretização do projeto, incluindo a elaboração dos estudos prévios, do projeto de execução e das respetivas especialidades, bem como o papel de dono de obra. Está igualmente prevista a formalização de um protocolo entre a CIM, a ANEPC, o Município de Viseu e o Governo, com vista à definição do modelo de implementação do investimento, bem como a celebração de um contrato interadministrativo entre a CIM e o Município de Viseu.

  • 2,45 milhões para novo parque de estacionamento no centro histórico de Viseu

    2,45 milhões para novo parque de estacionamento no centro histórico de Viseu

    Na Rua Silva Gaio, no prolongamento da Estação do Funicular, vai nascer um novo parque que disponibilizará 70 lugares de estacionamento. A empreitada representa um investimento de 2,45 milhões de euros, com IVA já incluído, e é da responsabilidade da SEMOVEPARK, empresa concessionária dos atuais e futuros lugares e parques de estacionamento do Concelho de Viseu. O calendário de trabalhos prevê a sua conclusão no prazo de 365 dias.

    “Este era um projeto que estava parado há anos e nós, de forma muito clara e com muito rigor, exigimos que esta construção avançasse com urgência”, afirma o Presidente da Câmara Municipal de Viseu, João Azevedo.

    Constituído por três pisos (1, 0 e -1), o novo parque permitirá albergar 62 viaturas automóveis ligeiras e 8 velocípedes, ciclomotores ou motociclos. Do total de lugares, 3 serão destinados a pessoas com mobilidade condicionada e 8 incluirão estações de carregamento elétrico. Os pisos 1 e 0 terão acesso pela Rua Silva Gaio, sendo a circulação interior entre os três feita através de um elevador monta-carros.

    Valorizando a componente paisagística e ambiental, o projeto prevê, ainda, a criação de uma cobertura/zona ajardinada no topo, a qual receberá a função de jardim contemplativo e de lazer, em plena zona antiga da cidade, convidando à sua fruição por viseenses e visitantes.

    Para este novo espaço, serão privilegiadas plantações de espécies com baixos custos de manutenção, como suculentas e herbáceas perenes, numa alternativa mais ecológica, mas também visualmente impactante e devidamente enquadrada.

    “Esta é uma obra muito importante, não só para a organização da mobilidade na cidade, mas também para aproximar as pessoas à sua zona histórica”, sublinha João Azevedo. O autarca destaca, ainda, a disponibilização de novos espaços verdes como um ponto fundamental para o equilíbrio e sustentabilidade ambiental do território urbano. 2

    Complementarmente, e sendo este um local histórico e culturalmente privilegiado, o projeto propõe um pequeno espaço museológico, com vitrine expositiva. Este pode ser utilizado para a exibição de vestígios e achados arqueológicos, inclusive aqueles descobertos em escavações anteriormente realizadas no local e devidamente recolhidos e catalogados.

  • Novas instalações do Vissaium XXI disponibilizam mas 50 postos de trabalho

    Novas instalações do Vissaium XXI disponibilizam mas 50 postos de trabalho

    O Município de Viseu celebrou um contrato de subarrendamento com a 2PLAY, empresa viseense com um percurso de mais de 16 anos no mercado, para a instalação desta em dois pisos de um dos edifícios ali radicados. Este subarrendamento representa um investimento de cerca de 240 mil euros em obras de adaptação, assumido pela própria empresa. Mais de 50 postos de trabalho serão transferidos para as novas instalações, com perspetivas de expansão e crescimento nas áreas da comunicação multimédia e da tecnologia

    Depois da celebração do contrato de subarrendamento com a Critical Software, para a expansão do seu Centro de Competências em Engenharia de Software, o complexo Vissaium XXI, futuro Parque de Tecnologia e Indústria Criativa Almeida Henriques, vai agora abrir portas a outros projetos, que permitem consolidar o seu posicionamento como núcleo tecnológico e criativo no concelho e região de Viseu.

    O Presidente da Câmara Municipal de Viseu, João Azevedo, felicitou a 2PLAY por este investimento no concelho. “É de facto meritório vocês acreditarem na região, na cidade e na vossa terra para desenvolver os vossos negócios. Isso é fundamental para nós. Ainda por cima com um argumento fundamental: a criatividade”.

    “O território precisa de criatividade para atrair mais pessoas, mais investimento e mais economia. Precisamos de ser disruptivos, diferentes, ir à procura de soluções para captar jovens e poder também tratar, com enorme qualidade, os menos jovens”, destacou o autarca.

    A mudança para o novo espaço permitirá acolher as operações da 2PLAY e da Xtendit, uma start-up tecnológica da empresa-mãe, atualmente sediada em Vila Real. Serão transferidos mais de 50 postos de trabalho, prevendo-se um crescimento a médio prazo de mais 30, alinhado com perspetivas de expansão de ambas as organizações.

    O CEO da 2PLAY, Márcio Cortez, quis sublinhar este que considera ser um reconhecimento da cidade e do Município ao grupo. “Nós trabalhamos muito para fora de Viseu e a nossa ambição é continuar a crescer fora, mas também na nossa cidade. Queremos agradecer, por isso, o facto de estarmos a receber o mesmo tratamento que muitas empresas de fora, quando vêm para Viseu, tiveram”.

    Aproveitando o ecossistema criativo e a proximidade à Critical Software, Márcio Cortez enalteceu a mais-valia na cooperação, na união de sinergias e na partilha de uma visão conjunta para o desenvolvimento do território. “Sentimos que realmente pode existir aqui uma espécie de joint venture para alguns projetos. Nós podemos aprender com eles na área da engenharia e eles podem também beneficiar com a nossa criatividade”.

    Para a 2PLAY, “esta instalação conjunta representa um passo muito importante na estratégia de desenvolvimento de ambas as empresas, promovendo a partilha de recursos, o reforço da capacidade produtiva e a criação de novas sinergias nas áreas da comunicação multimédia e da tecnologia”.

    O investimento destas empresas reafirma o seu “compromisso de contribuir para o desenvolvimento económico regional, criação de emprego qualificado e atração de talento, reforçando o seu papel no panorama empresarial nacional”.

     

  • Centro Tecnológico e de Empreendedorismo inaugurado em Tondela

    Centro Tecnológico e de Empreendedorismo inaugurado em Tondela

    Numa cerimónia presidida pelo ministro da Economia e da Coesão Territorial, com a presença de mais de uma centena de pessoas, entre autarcas, empresários, representantes de associações locais, de instituições de ensino superior da região, entre outros, abriu oficialmente portas o Centro Tecnológico e de Empreendedorismo (CTE) de Tondela.

    O CTE, que representa um investimento de 3,6 milhões de euros apoiado por fundos comunitários do programa Centro 2020, nasceu num antigo armazém da Federação dos Vinicultores do Dão, que sofreu uma profunda remodelação, assim como a área envolvente para acolher esta valência, que promete contribuir para o aumento da competitividade e inovação do concelho e também da região.

    O projeto foi desenhado para apoiar o desenvolvimento de projetos de investigação e desenvolvimento (I+D+Y) para empresas dos clusters do concelho (saúde, automóvel, agroalimentar e ambiente). Está, ainda, vocacionado para promover a incubação e aceleração de empreendedores e para desenvolver formação destinada a várias gerações, promovendo a capacitação de jovens e seniores.

    Composto por vários espaços, o CTE oferece por várias áreas, com salas de reuniões, espaço cowork, salas de formação, laboratório, espaço multifuncional para eventos, uma cafetaria/bar e cinco alojamentos instalados em antigas cubas de vinho.

    “Pretendemos que o CTE seja um espaço dinâmico e inclusivo, com um eixo de formação dedicado às novas gerações, promovendo a capacitação de jovens e de pessoas mais velhas, mas acima de tudo queremos que seja um espaço dedicado às empresas e às suas necessidades”, sublinhou a presidente da Câmara de Tondela, Carla Antunes Borges.

    “Queremos acolher e incubar, mas também disponibilizamos um espaço onde as empresas podem formar os seus trabalhadores, os membros da organização, partilhar experiências. Acima de tudo, queremos dar resposta aos clusters principais do nosso concelho”, referiu.

    Em pleno funcionamento entre 2027 e 2029, após a conclusão da fase de instalação das empresas e dos laboratórios, o centro poderá acolher fisicamente duas dezenas de empresas ligadas às áreas da tecnologia, indústria 4.0, energias renováveis e serviços digitais. No total, tem a capacidade para albergar 150 profissionais.

    Segundo Carla Antunes Borges, a ideia é que esta nova valência funcione em rede e de forma colaborativa e em parceria com o tecido empresarial local e regional, mas também com as instituições de ensino superior.

     

    CÂMARA EQUACIONA TERCEIRA

    ÁREA DE ACOLHIMENTO EMPRESARIAL

    Aproveitando a presença do ministro da Economia e da Coesão Territorial, a presidente da Câmara de Tondela, Carla Antunes Borges, deu a conhecer os planos do seu executivo para a criação de uma terceira Zona Industrial Municipal (ZIM). Esta nova Área de Acolhimento Empresarial irá nascer junto ao Planalto Beirão, no Borralhal, na freguesia de Barreiro de Besteiros, sendo mais vocacionada para a área ambiental.

    “Estamos neste momento a desenvolver o `master plan´ desta terceira ZIM. Entendemos que pode ser uma resposta para a resolução de muitas questões importantes a nível nacional”, alegou, defendendo que este novo parque empresarial precisará de uma nova estrada que faça a ligação à ZIM da Adiça e ao IP3, desviando o trânsito das vias municipais.

     

  • Teatro Viriato reforça papel de estrutura de serviço público

    Teatro Viriato reforça papel de estrutura de serviço público

    Na temporada de fevereiro a julho de 2026, o Teatro Viriato reforça o seu papel enquanto estrutura de serviço público. Com uma programação diversificada, procura escutar o tempo presente e lançar questões sobre equidade, acessibilidade, sexualidade, justiça, identidade, masculinidade, memória, migração, cuidado e futuro.

    Tal como o Diretor de Programação, António M Cabrita, salienta no editorial do programa, esta nova temporada resulta de um exercício que vai para além da organização de um calendário. A programação de fevereiro a julho é o reflexo da auscultação que o Teatro Viriato realiza todos os dias. Aos artistas, ao território e aos diferentes públicos que nele habitam.

    Procuramos a valorização da presença num mundo acelerado e digital, como se de um ato de resistência se tratasse. Defendemos que o mundo necessita de experiências partilhadas que promovam o encontro, a ação e o pensamento.

    Concretamente, entre fevereiro e julho, acolhemos 4 estreias, desenvolvemos 4 projetos próprios, promovemos 1 nova iniciativa, apresentamos 7 coproduções, apoiamos 5 residências artísticas, numa programação que conta com o estabelecimento de 8 parcerias com outros agentes culturais e na dinamização de 4 sessões acessíveis.

    Com 40 atividades, a nova programação do Teatro Viriato traduz um conjunto de intenções, que vão desde aproximar artistas e públicos, a incentivar o debate na comunidade sobre assuntos contemporâneos, a reforçar a relação com o território, a apoiar a criação artística nacional, a acolher companhias e artistas consagrados, a dar voz aos mais jovens, a apostar na mediação de públicos, assim como a reforçar o tecido artístico.